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Paraná

Com poucas chuvas, vazão nas Cataratas do Iguaçu fica abaixo da metade

Algumas das 275 quedas dágua desapareceram (Foto: Wesner Ferreira/Parque Nacional do Iguaçu)

G1 Paraná
Com poucas chuvas nas regiões sul e sudoeste do Paraná, a vazão nas Cataratas do Iguaçu nesta quarta-feira (11) ficou abaixo da metade do normal.

Em média, passam pelas quedas cerca de 1,5 milhão de litros de água por segundo. E, no início da tarde, o volume era de 782 mil l/s.

A baixa vazão vem sendo registrada desde domingo (8) e fez desaparecer alguns dos 275 saltos do maior conjunto de quedas d’água do mundo, expondo os paredões que formam o cânion das cataratas.

A menor marca desde o fim de semana foi registrada na noite de terça-feira (10), quando chegou a 652 mil l/s.

Chuvas
Conforme o Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar), junho teve chuvas abaixo da média histórica no estado, o que deve se repetir em julho.

Entre os dias 24 e 30 de junho, choveu o equivalente a 27 milímetros em algumas regiões que abastecem a Bacia do Rio Iguaçu.

Já em julho, o único registro de chuva ocorreu no dia 9 de julho, com apenas 1 milímetro.

Em dias normais, a vazão média nas Cataratas do Iguaçu é de 1,5 milhão de litros de água por segundo (Foto: Reprodução)

Produção de energia
De acordo com a Companhia Paranaense de Energia (Copel), responsável pelo monitoramento hidrológico do Rio Iguaçu, as seis usinas instaladas acima das cataratas geram menos energia durante o mês de julho e têm acumulado mais água nos reservatórios.

“Essa diminuição de geração, [determinada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS)], somada à falta de chuva, reduziu a vazão de água no trecho final do Rio Iguaçu”, informou.

Ainda segundo a nota, o ONS vem priorizando a geração de energia nas eólicas do Nordeste e nas hidrelétricas da Região Norte, onde há excesso de água, porque os reservatórios do Sul estão com níveis baixos de armazenamento.

“Esse tipo de operação é fundamental para diminuir os custos de geração de energia no país e garantir que os reservatórios do Sul mantenham-se em níveis seguros, evitando o acionamento de usinas térmicas – que geram energia mais cara – no futuro”, destacou.

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