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Paraná

Três são mortos em tentativa de assalto a ônibus em Campina Grande do Sul

Um passageiro estava armado e reagiu atirando

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Foto: Tony Mattoso

Três suspeitos morreram em uma tentativa de assalto a um ônibus na BR-116, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), um passageiro estava armado e reagiu atirando.

A polícia informou que dois dos suspeitos morreram baleados e um terceiro homem morreu após pular da janela do ônibus e ser atropelado por um caminhão.

A situação aconteceu por volta das 2h na altura do km 35 da rodovia. O ônibus, com 45 passageiros, seguia de São Paulo para Brusque, em Santa Catarina.

Uma passageira de 62 anos foi atingida de raspão por um tiro e foi socorrida pela concessionária que administra o trecho. Ela foi encaminhada para o Hospital Evangélico Mackenzie, em Curitiba.

O passageiro que reagiu estava armado com uma pistola .380.

Segundo a Polícia Civil, ele tinha porte de arma na modalidade de colecionador, atirador e caçador. Ele foi encaminhado para ser ouvido na Delegacia de Campina Grande do Sul, mas foi liberado porque, segundo a polícia, agiu em legítima defesa.

Ônibus ia de SP para SC

Tentativa de assalto
De acordo com a PRF, os três homens que morreram saíram de um carro branco que fechou o ônibus durante a viagem. Um quarto suspeito  que também participou do assalto conseguiu fugir.

Dois homens renderam o motorista e outros dois acessaram o andar superior anunciando o assalto.

“Vimos as portas abrindo e anunciaram o assalto. Aí não deu pra ver mais nada. Na sequência, foi a troca de tiros”, afirmou um passageiro.

O outro suspeito, que pulou da janela, estava no segundo andar do veículo. “Ele ficou correndo no corredor, entrou no banheiro e depois pulou do ônibus”, disse o passageiro Mauricio Capistrano.

De acordo com os passageiros do ônibus, o quarto suspeito conseguiu fugir.

Uma arma usada no assalto foi apreendida pela polícia.

Os passageiros seguiram viagem em um outro ônibus que foi providenciado pela empresa.

A empresa responsável pelo ônibus informou que está prestando atendimento aos clientes e que permanece à disposição das autoridades para apuração dos fatos.

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Paraná

PCPR cerca quadrilha envolvida no tráfico de drogas e homicídios em Curitiba

Operação ocorre desde as primeiras horas desta segunda-feira.

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ATUALIZADA ÀS 11H45
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas, desde as primeiras horas da manhã desta segunda-feira (29), em operação contra suspeitos de um homicídio consumado e outro tentado, no bairro Parolin, em Curitiba.

O objetivo é cumprir 12 mandados judiciais, sendo quatro mandados de prisão temporária e oito de busca e apreensão.

Para realizar a missão, 65 policiais civis – das áreas de investigação, inteligência e operações especiais – fazem um cerco na região de atuação do grupo criminoso, onde estão sendo cumpridos os mandados.

Cães farejadores da PCPR auxiliam nas buscas por drogas, armas e foragidos. Mais de 20 viaturas estão sendo utilizadas.

Os alvos da ação são indivíduos suspeitos de envolvimento no assassinato de Douglas dos Santos Rodrigues, de 20 anos, e na tentativa de homicídio contra uma segunda vítima, de 23. Os crimes ocorreram no dia 3 de junho deste ano.

Durante as investigações, a PCPR apurou que os suspeitos dos crimes fazem parte de uma organização criminosa envolvida com o tráfico de drogas na região do Parolin. Além disso, os indivíduos estariam ameaçando moradores da região para que não contribuam com as investigações em andamento.

OS CRIMES – Na ocasião dos fatos, Douglas Rodrigues estaria “soltando pipa” junto com um amigo. Em determinado momento, quatro suspeitos em um veículo Ford/Fiesta preto chegaram perto das vítimas e logo em seguida realizaram diversos disparos de arma de fogo, atingindo a cabeça, tórax, costas e demais partes do corpo de Douglas, que morreu no local. O outro rapaz também foi atingido, mas sobreviveu.

MOTIVAÇÃO Nas investigações, a PCPR apurou que a motivação do crime estaria relacionada com desavenças em relação ao tráfico de entorpecentes na região. Douglas Rodrigues não teria deixado que os criminosos utilizassem sua casa como ponto de venda de drogas. Aí decidiram matá-lo.

Três suspeitos pelo crime foram presos. Um quarto segue desaparecido.

Um dos suspeitos do homicídio

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Mais de 30 pinguins já chegaram ao Litoral no mês de junho

15 deles estão em atendimento médico no Centro de Estudos do Mar.

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Foto : Laboratório de Ecologia e Conservação UFPR (LEC)

Nesta época do ano é comum o aparecimento de pinguins no Litoral do Paraná. O Instituto Água e Terra (IAT), vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, em parceria com o Centro de Estudos do Mar (CEM) da Universidade Federal do Paraná, orienta como o cidadão deve proceder, caso encontre essas aves no Litoral.
A principal ação é sempre procurar o atendimento correto de órgãos competentes. Caso as aves estejam em situação muito precária, é preciso dar proteção enquanto não chega o atendimento especializado.

Mais de 30 pinguins foram registrados no Estado neste mês de junho, mas a maioria já encalha morta. Atualmente, 15 aves estão em atendimento médico. Elas passam por processo de recuperação até serem devolvidas ao mar.
A espécie que mais aparece na costa paranaense é o Pinguim-de-Magalhães (Spheniscus magellanicus), que se desloca pelas correntes marítimas em busca de alimento, desde as colônias reprodutivas onde vivem, no centro-sul da Argentina.

Muitos chegam debilitados, possivelmente por serem jovens e não se alimentarem adequadamente durante a migração. Para os que são atendidos no Centro de Estudos do Mar da UFPR, o tempo de cuidado varia de dois a 90 dias, dependendo das condições de saúde.
“Eles passam por uma série de análises e exames até ficarem aptos a serem devolvidos ao mar”, explica a bióloga Camila Domit, coordenadora do Centro de Reabilitação de fauna marinha na UFPR.

“Alguns chegam muito fracos, necessitando de mais cuidados, mas é importante que o trabalho de reabilitação seja feito em no máximo 90 dias para evitar outros problemas que podem surgir pelo excesso de tempo no cativeiro”, completou.
Depois de recuperadas, as aves são marcadas e devolvidas ao habitat natural, com licenças do Instituto Água e Terra e do Ibama.

PROCEDIMENTO – Conforme o Instituto Água e Terra, ao encontrar pinguins no Litoral, a pessoa deve procurar um órgão competente para tratar da questão.

“É preciso acionar o Centro de Reabilitação de Fauna Marinha da UFPR, que tem toda a estrutura necessária para que eles possam voltar ao mar e retomar a sua rota”, explica a bióloga Gisley Paula Vidolin, chefe do Setor de Fauna do IAT.

O Centro também realizou treinamentos às equipes do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar do Paraná, das Guardas Municipais do Litoral e das prefeituras para fortalecer a rede de parceria e correto atendimento às ocorrências de fauna marinha.
PROTEÇÃO – Além de acionar imediatamente os órgãos capacitados, a pessoa que encontra um pinguim deve, se possível, isolar a área e proteger a ave marinha de ataque de animais doméstico.

Nos casos em que o pinguim se encontra muito debilitado, sem nenhuma reação à aproximação e sem conseguir se mover, é indicado, com cuidado e atenção, enrolá-lo em uma toalha seca e mantê-lo em uma caixa de papelão até o resgate especializado chegar.

“Ao contrário do que em geral as pessoas pensam, os pinguins fogem do frio. É importante mantê-los aquecidos para evitar uma hipotermia”, explica Camila Domit.
CONTATO – A equipe de resgates do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) da UFPR, atua das 7h às 18h e atende pelos telefones 0800-642-3341 ou (41) 99213-8746.

Também é possível acionar as Secretarias Municipais do Meio Ambiente e o Corpo de Bombeiros, que participam da rede de colaboração ao atendimento à encalhe.

O Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma atividade conduzida pelo Ibama, com o objetivo de avaliar os possíveis impactos das atividades de produção e escoamento de petróleo sobre as aves, tartarugas e mamíferos marinhos, através do monitoramento das praias, atendimento veterinário aos animais vivos e necropsia dos animais encontrados mortos.

O PMP-BS é realizado desde Laguna (SC) até Saquarema (RJ), sendo dividido em 15 trechos. A UFPR monitora o Trecho 6, compreendido entre os municípios de Guaratuba, Matinhos, Pontal do Paraná, Paranaguá (Ilha do Mel) e ilhas de Guaraqueçaba.

Da AEN
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Febre Amarela: Boletim da Sesa confirma 299 mortes de macacos

Período sazonal 2019 -2020 termina nesta semana.

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O boletim divulgado na quarta-feira (24) pela Secretaria da Saúde do Paraná confirma 299 mortes de macacos contaminados pelo vírus no Estado. O monitoramento contabiliza dados desde em 1º de julho do ano passado. O período sazonal 2019 -2020 da Febre Amarela termina nesta semana

Ao todo, foram 900 notificações para epizootias no estado. Além das 299 confirmadas, 75 seguem em investigação, 91 foram descartadas para a febre amarela e outras 435 mortes de macacos foram por causas indeterminadas.

Em relação ao boletim divulgado anteriormente (10/06), a publicação de quarta-feira registra uma nova morte de macaco confirmada por febre amarela. Foi em Mallet, no Centro-Sul do estado.

O ciclo não apresentou casos de febre amarela em humanos; foram 123 notificações, mas 110 foram descartadas e 13 seguem em investigação.

“Temos redução quase total das ocorrências de mortes de macacos contaminados pelo vírus e nenhum caso em humanos. Porém, se ainda existe a morte de um animal por conta da doença, significa que o vírus está circulando no estado. Por isso, reforçamos a importância da vacinação contra a febre amarela”, afirma o secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto.

Segundo orientação do Ministério da  Saúde, desde 2018 todos os municípios do estado passaram a ser área de recomendação vacinal contra a febre amarela. No período de 2018-2019 o Paraná registrou 487 notificações, 17 casos confirmados e uma morte causada pela doença no município de Morretes.

A vacina está disponível em todos os municípios e a orientação é para que as pessoas busquem informação junto às secretarias municipais sobre os locais indicados neste momento para aplicação a dose.

A imunização contra a febre amarela é prevista para a faixa etária entre 9 meses a 59 anos, 11 meses e 29 dias. “Trata-se de uma vacinação seletiva, ou seja, a situação vacinal individual deve ser avaliada pelo profissional de saúde antes da aplicação”, explica a chefe do Programa estadual de Imunização, Vera Rita da Maia.

“A população não pode se descuidar. A febre amarela é uma doença infecciosa grave, transmitida por um mosquito, e a melhor forma de prevenção é a vacina”, alerta.

Da SESA
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