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Sorteio de outubro do Nota Paraná tem prêmios especiais

ENTREGA DOS PRÊMIOS SERÁ DIA 17

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Agora Litoral
Os três ganhadores da edição de outubro do programa Nota Paraná vão receber valores especiais em função do Dia das Crianças. Assim como nos meses de maio, junho, agosto e dezembro, os prêmios sobem para R$ 200 mil, R$ 120 mil e R$ 80 mil. Os sorteios são mensais e contemplam três ganhadores.

A cerimônia de entrega será em 17 de outubro, em Ubiratã, no Sudoeste do Paraná, durante o Seminário de Educação Fiscal. A coordenadora do programa, Marta Gambini, explica que Nota Paraná está em constante crescimento, aprimoramento e inovação.

“Tanto a Secretaria da Fazenda como a Celepar estão trabalhando para facilitar o cadastro e a alteração de e-mail do cidadão que esquece a senha”, exemplificou.

No último sorteio, Sueli Bonato, de Londrina, levou o maior prêmio, de R$ 200 mil. Os outros dois que tiveram sorte são de Curitiba – Diego Zimmer ganhou R$ 120 mil e Roberto Cassimiro Diniz, R$ 80 mil.

“Passei a vida tomando picolé da Kibon para ver se ganhava alguma coisa e nunca consegui. Agora chegou a minha vez”, brinca Roberto. Ele disse que sempre pede nota fiscal, pensando como isso ajuda na arrecadação de impostos e na geração de recursos para atender a população.

COMO FUNCIONA – O programa Nota Paraná devolve 30% do ICMS ao consumidor que pede nota fiscal no comércio paranaense. O imposto é recolhido pela Receita Estadual, órgão da Secretaria de Estado da Fazenda.

No total, o programa já liberou R$ 44,4 milhões para pessoas e entidades assistenciais que recebem a devolução de notas doadas por consumidores.

Para se cadastrar no Nota Paraná é só acessar o site, clicar na opção “cadastre-se” e preencher os dados pessoais, como CPF, data de nascimento, nome completo, CEP e endereço para criação da senha pessoal.

Para participar dos sorteios é preciso fazer adesão no site. Clique aqui

Toda primeira compra no mês gera um bilhete ao participante do programa para os sorteios mensais, independentemente do valor gasto. Depois, cada R$ 50,00 em notas fiscais dá direito a um novo bilhete, com validade apenas para o sorteio do seu respectivo período.

DINHEIRO DE VOLTA – A pessoa escolhe como usar os créditos que recebe de volta quando pede nota fiscal. Pode resgatar o valor, desde que seja maior que R$ 25,00, ou deixar acumular para pagar o IPVA do seu veículo.

A partir do próximo mês, no caso de pagamento do IPVA, o crédito a ser transferido pode ser de qualquer valor. “Esta é mais uma opção para reduzir a carga tributária”, explica Marta Gambini.

Da AEN

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Pico Paraná é o ponto central de novo roteiro turístico integrado no Litoral

Localizado em Antonina, recebe montanhistas e aventureiros de todo o País

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Foto: Fabrício Bicudo

Ele leva o majestoso nome de Vale do Gigante. Fica localizado no Bairro Alto de Antonina, no Litoral do Paraná, distante mais de 30 quilômetros do centro da cidade. O local abriga o Pico Paraná, a montanha mais alta da Região Sul, com 1.877 metros de altura, que é a peça central de um roteiro que está em plena expansão.

Desde 2017, quando algumas consultorias da administração municipal e do Sebrae começaram a atuar mais fortemente na região, o Vale do Gigante ganhou peso como um dos principais atrativos turísticos do Litoral. A partir daí, o movimento foi reforçado com a participação e protagonismo privado, por meio da união dos empresários locais.

Reduto da imigração japonesa no Paraná

A Associação Pico do Paraná, surgida em 2020, foi constituída como uma tentativa dos moradores de estabelecer mais independência turística, uma rota de subida do Pico partindo de Antonina e uma programação anual de eventos. Os representantes desse coletivo pretendem desenvolver projetos em parceria com a Paraná Turismo, a prefeitura e o setor privado para garantir, inclusive, acessibilidade nas trilhas.

Na região há uma profusão de empresas do turismo de aventura.

Existem companhias especializadas em rafting e tirolesa, pousadas, restaurantes, parques aquáticos, casas com café colonial.

Destacam-se os espaços turísticos dos rios Cacatu e Cachoeira, a Vila da Copel e a Usina Parigot de Souza, maior central subterrânea do sul do País. O local também é apontado como reduto de onças-pintadas e de centenas de aves, trilhas e cachoeiras.

Uma das principais agitadoras desse movimento é Tânia Lopes, proprietária do Santuário Vale do Gigante, misto de pousada, restaurante e retiro espiritual no coração da Mata Atlântica.

Tânia Lopes – Foto: Arnaldo Alves

Ela organiza o principal festival do siri da cidade, que ocorre no mês de março, eventos com carrinhos de rolimã, caminhadas na natureza, corridas e encontros de remadores de caiaque.

Allana Cristina Araújo, responsável pela programação turística da prefeitura de Antonina, afirma que há articulação entre os setores privado e público em torno do Vale do Gigante.

“Estamos tentando estimular esse movimento. É um lugar onde os empresários já se integraram para desenvolver o potencial turístico. Temos tentado formular políticas públicas específicas para esse local, com intuito de apresentar para o País, nos mesmos moldes do que se faz com o Pantanal, as riquezas da Mata Atlântica”, destacou.

CACATU : BERÇO DA COLÔNIA JAPONESA NO ESTADO
Reduto da primeira colônia japonesa em território paranaense, o local tem muita história para contar. Cacatu é o nome indígena de um papagaio branco.

As primeiras famílias nipônicas chegaram ao Porto de Antonina, subiram o rio de mesmo nome e compraram terras na região em 1917. Ao todo, foram 175 famílias. A chegada desses imigrantes ocorreu em uma era pós-guerra entre Japão e Rússia e de mais industrialização.

Naquela época, o objetivo dos novos moradores era de instalação não definitiva, tanto que as famílias apostaram em escolas de japonês para educar os filhos e incentivar o retorno. Eles plantavam arroz, cana-de-açúcar e legumes que eram vendidos no mercado municipal de Antonina.

Mas um decreto do então presidente Getúlio Vargas durante a Segunda Guerra Mundial determinou que imigrantes de países do Eixo deixassem a costa, considerada de “faixa de segurança nacional”. Com isso, eles tiveram menos de 48 horas para reunir as mudanças e partir.

As famílias acabaram se espalhando por todo o País. Atualmente o Cacatu é um santuário que homenageia essa imigração e que hospeda pessoas e os barcos de pescadores da redondeza.

Márcia Ito – Foto: Arnaldo Alves

PICO PARANÁ
Ele está presente em todas as fotografias do Vale do Gigante. É o ponto mais alto do Sul, formado por três cumes: o próprio Pico Paraná, União e Ibitirati. Do seu cume é possível dimensionar o tamanho da Serra do Mar, trechos do Litoral, de Curitiba e das demais cidades do primeiro planalto. A trilha parte de Campina Grande do Sul e geralmente envolve acampamento.

Monte do Ibitirati – Foto: Fabrício Bicudo

O HISTÓRICO RURAL DE MORRETES
Morretes, outro ponto de visitação da região, possui histórico rural: chegou a ser um dos maiores exportadores de gengibre do mundo. O local reserva ao visitante seus caminhos pelo interior que, em um tour de pouco mais de 30 quilômetros, aproveita os banhos de rio, travessia de carro no rio, cachoeira, trilha a pé e eventualmente um roteiro de bike.

O Pico Marumbi é cenário de todo o passeio. Atualmente são duas opções de subida e a mais prática é justamente saindo de Morretes. É considerado o berço de montanhismo no País, com registros desde 1879.

Os oito cumes que formam a cadeia de montanhas são Abrolhos, Esfinge, Ponta do Tigre, Torre de Sinos, Gigante, Olimpo, Boa Vista e Facãozinho. O ponto mais alto (1.539 metros) é o Olimpo, cujo nome homenageia seu conquistador, Joaquim Olímpio de Miranda.

Morretes conta ainda com o Ekoa Park, paraíso ecológico dentro da maior área contínua remanescente de Mata Atlântica. É uma área privada destinada ao lazer, entretenimento, educação ambiental e desenvolvimento profissional. O parque oferece com arvorismo, trilhas, voo de balão, tirolesa de 160 metros e um túnel sensorial no meio da mata.

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Ação da Polícia Civil e PRF prende assaltantes que aterrorizavam em Curitiba

Bando abordava vítimas que paravam no acostamento das rodovias por problemas mecânicos

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Foto: SESP

Dois dos três integrantes do bando que impunha terror no bairro Tatuquara, em Curitiba, foram detidos na manhã desta quarta-feira (19) durante uma operação conjunta da Polícia Civil do Paraná (PCPR) e Polícia Rodoviária Federal (PRF). O terceiro participante do grupo ainda encontra-se foragido.
As equipes realizaram as prisões em cumprimento a um mandado judicial, emitido após a identificação pelos agentes da PRF na chamada Operação Acostamento Seguro. São ações criminosas realizadas em rodovias no entorno de Curitiba, especialmente em São José dos Pinhais.
O bando agia de forma violenta, com ameaças e coronhadas nas vítimas, geralmente pessoas com problemas mecânicos em seus veículos e que precisavam estacionar no acostamento. Os policiais estimam que tenham sido praticados até cinco roubos dessa forma.

Os criminosos também promoveram ataques a residências.  Pelo menos uma das vítimas, rendida na estrada, foi mantida refém e obrigada a levar os assaltantes até sua casa, de onde levaram um automóvel que lá se encontrava.
“O modo de atuação da quadrilha é roubar veículos parados no acostamento, em pane, mesmo quando estão sendo atendidos pela concessionária ou algum mecânico. Levavam valores, celulares e tudo o que conseguiam”, explicou o agente Cirilo Álvares, da PRF.

No total, a PCPR e a PRF cumpriram oito mandados judiciais, sendo três de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão, relacionados a suspeitos de envolvimento em crimes de furtos, roubos e receptação em Curitiba.

Cinco desses mandados – dois de prisão preventiva e três de busca apreensão – são parte da ação conjunta entre a Polícia Civil e a Polícia Rodoviária. Os restantes são oriundos de duas situações distintas investigadas pelos policiais civis.

O bairro Boa Vista foi alvo de dois mandados de busca e apreensão. Nas diligências, os policiais encontraram diversas munições de pistola 380, que resultou na prisão em flagrante de um homem de 30 anos.
A investigação teve como objetivo identificar a receptação de produtos de roubos e furtos. Os suspeitos estariam aceitando mercadorias sem procedência em troca de entorpecentes. De acordo com as investigações, no mesmo terreno que é alvo das buscas funcionaria uma lanchonete, que seria ponto de comercialização de entorpecentes.

Em outra vertente dos trabalhos policiais, o alvo é suspeito de integrar uma associação criminosa envolvida em roubos contra uma rede de supermercados Condor em Curitiba e Pinhais, na Região Metropolitana.
Uma das ações criminosas aconteceu no dia 26 de setembro de 2019, quando os indivíduos roubaram mais de R$ 200 mil em produtos eletrônicos e aparelhos celulares de funcionários do estabelecimento. O assalto teve a participação de seis homens armados e encapuzados, que usavam luvas.

A polícia suspeita que houve colaboração de funcionários do supermercado, que teriam facilitado o acesso aos assaltantes. “A Polícia Militar encontrou no local um plano com a descrição perfeita do interior do estabelecimento”, afirmou o delegado Victor Loureiro. “Muito provavelmente, algum funcionário deu toda a orientação, incluindo local e a hora para que os ladrões invadissem”, completou o policial.

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Sete são presos em operação internacional contra a pedofilia na web

Operação cumpriu mandados também na Colômbia, Estados Unidos, Paraguai e Panamá

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Foto: divulgação

Uma operação internacional, coordenada no Brasil pelo Ministério da Justiça, cumpriu na terça-feira (18), 112 mandados de busca e apreensão em 12 estados e também em outros quatro países: Colômbia, Estados Unidos, Paraguai e Panamá.

No Paraná, sete pessoas foram presas na 6ª fase da operação Luz na Infância, que tem como objetivo combater a pornografia infantil e a exploração sexual de crianças e adolescentes.

As prisões no Paraná ocorreram em Colombo (1), na Região Metropolitana de Curitiba; Londrina (1) e Centenário do Sul (2), ambas no Norte do Estado; Toledo (1) e Santa Terezinha de Itaipu (1) no Oeste; Francisco Beltrão (1), no Sudoeste.

Seis dos presos foram autuados em flagrante por armazenar conteúdo pornográfico relacionado aos crimes de exploração sexual praticados contra crianças e adolescentes. Um dos dois presos em Centenário do Sul foi autuado em flagrante por tráfico de drogas.

As buscas no Paraná aconteceram em Colombo, Centenário do Sul, Francisco Beltrão, Londrina e Santa Terezinha do Itaipu. A apreensão do material pornográfico e a prisão em flagrante dos suspeitos foi possível devido ao cumprimento de seis mandados de busca e apreensão.

Os suspeitos foram identificados pela Polícia Civil do Paraná com base em elementos informativos coletados em ambientes virtuais com indícios suficientes de autoria e materialidade dos delitos. Eles são investigados por crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet.

A pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de 1 a 4 anos de prisão, de 3 a 6 anos pelo compartilhamento e de 4 a 8 anos de prisão pela produção de conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual.

Na parte da manhã de terça-feira, 39 pessoas haviam sido presas em oito estados: Ceará (2), Goiás (1), Mato Grosso (1), Mato Grosso do Sul (4), Paraná (7), Santa Catarina (9), São Paulo (14) e Rio Grande do Sul (1).

Nesta 6ª fase da operação foram cumpridos, no Brasil e em quatro países, ao todo 112 mandados de busca e apreensão de arquivos com conteúdo relacionado à pornografia infantil. Os materiais apreendidos serão encaminhados à perícia.

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