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Paraná

Presos da cadeia de Andirá confeccionam peças em lã para idosos

Moradores do Lar Aracy Barbosa receberam kit com gorro, cachecol e pantufa.

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Presos custodiados na Cadeia Pública de Andirá, no Norte Pioneiro do Paraná, produziram peças em lã que foram doadas ao lar de idosos da cidade.

Além de proteger os idosos do frio, o projeto realizado em parceria com o Conselho da Comunidade teve como objetivo envolver os detentos em atividades que trouxessem algum retorno social, além da redução da pena por meio do trabalho.

O projeto conta ainda com o apoio do Poder Judiciário e do Ministério Público.

“Nossa missão é preparar o indivíduo para que ele retorne à sociedade uma pessoa melhor do que entrou. Por isso buscamos envolvê-los, principalmente, em atividades de ensino e trabalho, mas também que possam trazer algum benefício à sociedade”, afirma o diretor do Depen, Francisco Caricati.
Doze detentos confeccionaram à mão 124 peças em lã. Os idosos do Lar dos Velhinhos Dona Aracy Barbosa receberam um kit composto de gorro, cachecol e pantufa. Cada preso foi responsável pela produção de quatro kits, o que corresponde a uma redução de 12 dias da pena a cumprir. Todos os materiais utilizados foram doados por meio do Conselho da Comunidade de Andirá, que também participou da entrega das peças.
A presidente do Conselho, Maria Nilva de Oliveira Bernardelli, diz que um dos papéis fundamentais do órgão é trazer melhorias na qualidade de vida dentro do cárcere, assim como buscar a ressocialização desses detentos.

“A confecção de tais artesanatos proporciona concentração, disciplina, criatividade, além de trabalhar o lado psicomotor do reeducando. Todos os itens confeccionados são utilizados em prol da comunidade carente”, explica a presidente.

Para o gestor da Cadeia Pública de Andirá, João Vitor Silveira de Oliveira, o projeto, além de trazer benefícios comportamentais para o preso e a redução da pena, também trabalha a conscientização social e, nesse caso, proporcionou aos idosos que residem no lar mais conforto e qualidade de vida.

“Assim como dizia meu pai, que também trabalhou na ressocialização de detentos, não importa o lugar onde estejamos, a solidariedade nos permite sonhar com todas as portas abertas no futuro”, enfatiza o gestor.

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Paraná

Corpo de Bombeiros abre vagas em curso de guarda-vidas civil voluntário para temporada

São 100 vagas para o Litoral; a inscrição é gratuita

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O Corpo de Bombeiros do Paraná vai disponibilizar 167 vagas para o curso destinado a pessoas que queiram trabalhar como guarda-vidas civil no Litoral e nas regiões Noroeste e Oeste do Estado na temporada de verão 2021/2022. A inscrição para a capacitação é gratuita e deve ser feita AQUI, até às 12h do dia 15 de outubro de 2021.

Os guarda-vidas civis atuarão como reforço ao trabalho dos bombeiros militares na prevenção de ocorrências e no atendimento a afogamentos no mar, rios e lagos.

Das 167 vagas, 100 são para o Litoral sendo:

  • 30 para Guaratuba,
  • 30 para Matinhos,
  • 10 para Morretes,
  • 30 para Pontal do Paraná.

Além de:

  • 30 para a região de Paranavaí (Noroeste),
  • 12 para Umuarama (Noroeste),
  • 25 para Foz do Iguaçu (Oeste).

Na inscrição o candidato deve apontar onde quer fazer o curso. Para efetivar a inscrição é necessário ter entre 18 e 50 anos, ser brasileiro nato, ter concluído o Ensino Médio até a data de término das inscrições (15 de outubro) e não possuir antecedentes criminais.

ETAPAS
A seleção será dividida entre as etapas de inscrição, exame de capacidade física e entrega de exames, documento e matrícula. Concluídas essas fases, a previsão de início da etapa de instrução é no dia 16 de novembro. O estágio operacional ocorrerá a partir do dia 10 de dezembro.

As datas do cronograma podem ser alteradas pelo Corpo de Bombeiros em edital à parte e cabe aos candidatos acompanhar o andamento do concurso no site oficial da instituição.

No período de estágio, o guarda-civil voluntário receberá o uniforme e uma ajuda de custo para cobrir despesas de alimentação e hospedagem no valor de R$ 100,00 por dia trabalhado.

Acesse o edital AQUI.

Para inscrição acesse AQUI.

Da AEN
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Paraná altera medidas restritivas contra a Covid-19

Novo decreto é válido até 1º de outubro e pode ser modificado em razão do cenário epidemiológico ou da situação vacinal.

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Foto: Rodrigo Félix Leal

A diminuição do número de casos confirmados de Covid-19 e da ocupação de leitos hospitalares permitiu ao Governo do Estado alterar as medidas restritivas de combate ao coronavírus.

O decreto nº 8.705/2021, assinado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior nesta terça-feira (14/9), é válido até 1º de outubro e, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), pode ser alterado em razão do cenário epidemiológico ou da situação vacinal.

Com a ação e o término da vigência do texto anterior, está permitida a livre circulação na madrugada e a venda de bebida alcoólica no mesmo período.

Segundo a normativa, eventos poderão receber até mil pessoas (hoje o limite é de 400), desde que respeitem o limite de capacidade de 50% para locais fechados e 60% para locais abertos. Contudo, os participantes precisam estar com o esquema vacinal completo contra a doença ou apresentar exame RT-PCR negativo, com no máximo 48 horas de antecedência.

Também fica permitida o consumo de bebidas e comidas em eventos. Para tanto, é necessário usar máscara cobrindo o nariz e a boca durante todo o momento, exceto para ingestão momentânea de comida ou bebida.

Permanece proibida a realização presencial dos eventos, de qualquer tipo, que possuam uma ou mais das seguintes características:

  • em local fechado que não tenha sistema de climatização com renovação do ar e Plano de Manutenção, Operação e Controle atualizados;
  • que demandem a permanência do público em pé durante sua realização;
  • com duração superior a 6 horas;
  • que não consigam garantir o controle de público no local ou que possam atrair presença de público superior àquele determinado nesta norma, como exposições e festivais;
  • de caráter internacional;
  • realizados em locais não autorizados para esse fim;
  • que não atendam os critérios previstos nesta legislação e demais normativas vigentes.

Caberá à Sesa editar, por meio de ato normativo próprio, um cronograma de flexibilização das normas restritivas empregadas no controle da pandemia, de acordo com o avanço da vacinação, de forma gradativa e escalonada, condicionado à avaliação dos indicadores de monitoramento dos casos de Covid-19 no Paraná.

NÚMEROS – De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Sesa nesta terça-feira (14), o Paraná soma 1.474.961 casos e 37.944 óbitos pela Covid-19. A média móvel de casos, porém, é 56,6% menos do que há 14 dias. A redução de mortes no mesmo período ficou em 50%.

Já a ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) exclusivos para tratamento da doença está em 55%, enquanto a taxa de ocupação dos leitos de enfermaria é de 39%.

Também nesta terça-feira, o Estado ultrapassou a marca de 8 milhões de pessoas vacinadas com a primeira dose (D1) ou dose única (DU) do imunizante contra a Covid-19. Em números absolutos, 8.011.769 doses foram aplicadas na população adulta, entre D1 e DU.

A estimativa do Ministério da Saúde é que o Paraná tenha 8.720.953 pessoas elencadas como população vacinável – acima de 18 anos. Sendo assim, o Estado atingiu agora 91,8% deste grupo com ao menos uma dose. Os dados são do Vacinômetro nacional, com informações da base do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Desde o início da campanha no Estado, 11.785.711 doses foram aplicadas, sendo 7.689.951 D1, 321.818 DU e 3.773.942 segundas doses (D2), dos quatro imunizantes disponíveis: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer.

A estimativa da Sesa é fechar setembro com 100% da população adulta vacinada com a primeira dose ou dose única.

Da AEN
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Polícia Civil alerta população sobre golpe do delivery e pagamentos em máquinas

Ao fazer o pagamento pela máquina de cartão, o golpista registra o débito de um valor muito superior ao da compra.

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) alerta a população sobre a existência de golpes que estão sendo aplicados por meio de entregadores de aplicativos de comida. Ao fazer o pagamento pela maquineta de cartão, o golpista registra o débito de um valor muito superior ao da compra. Para não ser uma vítima, tome cuidados como desconfiar de histórias mal contadas e fazer o pagamento preferencialmente pelos aplicativos.

A modalidade de estelionato conta com golpistas que se cadastram como entregadores nas plataformas, utilizando documentos falsos para dar credibilidade.

O GOLPE
Um falso atendente faz uma ligação telefônica para a vítima comunicando que o “entregador” teve um problema e que a entrega pode atrasar muito. A seguir, o estelionatário oferece a opção de “troca de entregador”, porém, para isso solicita o pagamento de uma nova taxa de entrega diretamente ao entregador, em um valor baixo e quebrado, para forçar o pagamento em cartão.

Exemplo: No ato da entrega da comida, ao invés de ser cobrado R$ 4,90, o criminoso debita R$ 4.900.

Isso é possível, pois os golpistas danificam o visor da máquina de cartão para impedir que a vítima veja o valor realmente digitado. Os valores debitados indevidamente vão para contas de laranjas e são imediatamente sacados.

A PCPR alerta sobre os cuidados para não ser vítima do golpe:

  • Aplicativos de delivery não realizam cobranças extras para que sejam feitas as entregas;
  • Desconfie de histórias mal contadas, e na dúvida entre em contato com o atendimento do aplicativo;
  • No caso de receber uma ligação para tratar de uma suposta substituição do entregador, provavelmente trata-se de um golpe;
  • Prefira fazer o pagamento sempre diretamente pelo aplicativo;
  • Ao pagar qualquer compra em máquinas de cartão, confira sempre o valor digitado e exija o comprovante impresso da operação realizada.
Da SESP-PR
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