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Paraná

Polícia prende três suspeitos de matar amigo em lava-car de Curitiba

Vítima estaria em um relacionamento com a ex-namorada do suspeito de efetuar os disparos

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Três homens, de 19, 20 e 21 anos, suspeitos de envolvimento na morte de Gerson Luis Ferreira de Castilhos Junior, de 24, foram presos na manhã de segunda-feira (17) em Curitiba. O crime aconteceu no dia 20 de dezembro de 2019, no lava-car em que a vítima trabalhava, no bairro Xaxim.

A equipe da Polícia Civil apurou que o jovem de 19 anos é suspeito da autoria dos disparos de arma de fogo que mataram Gerson. O rapaz de 20 teria emprestado o revólver para a execução do crime. Já o homem de 21, que é motorista de aplicativo, teria levado o autor dos disparos até o estabelecimento e dado auxílio na fuga após o crime. Durante a ação, ele desligou o aplicativo para dificultar o eventual rastreamento do veículo.

O assassinato teria sido motivado por ciúmes, pois a vítima estaria em um relacionamento com a ex-namorada do suspeito de efetuar os disparos. De acordo com as diligências, o trio e a vítima eram amigos desde a época de escola.

No início das investigações, o suspeito de ter sido autor dos disparos se apresentou na delegacia com um advogado, mas permaneceu calado, não tendo dado nenhuma declaração sobre o crime.

Durante as diligências, a equipe do delegado Thiago Nóbrega conseguiu identificar a participação do motorista do aplicativo, que transportou os suspeitos e deu fuga a eles, e do terceiro rapaz, que emprestou a arma utilizada no crime.

“Conseguimos algumas testemunhas que escutaram conversas entre os três, que são amigos. Em uma dessas conversas, o motorista e o que cedeu a arma duvidavam que o suspeito seria capaz de matar o ‘Gersão’, segundo eles”, afirmou o delegado.  “Ele acabou matando o Gerson. Efetuou diversos disparos com o revólver calibre 38”, completou o policial.

O trio irá responder por homicídio qualificado por motivo torpe. Todos eles encontram-se presos à disposição da Justiça. Se condenados, podem pegar até 30 anos de prisão.

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69 presos da cadeia de Marechal Cândido Rondon testam positivo para a Covid-19

Local, com 115 presos, está proibido de receber mais detentos.

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Foto: Divulgação Depen

A cadeia de Marechal Cândido Rondon, no oeste do Paraná, registrou 69 casos positivos do novo coronavírus em presos. Os resultados dos testes foram divulgados nesta sexta-feira (3) pelas secretarias de Saúde do município e de Segurança Pública do Paraná (Sesp-PR).

Nesta sexta, segundo informações da carceragem, havia 115 presos no local. A Sesp-PR informou que a carceragem foi interditada e novas entradas estão proibidas por causa do alto número de contaminados.

Todos os servidores da carceragem testaram negativo para a Covid-19, de acordo com a pasta.

Conforme a secretaria, os presos com a doença serão tratados no próprio local e receberão acompanhamento de saúde diário.

“O estado de saúde dos presos é considerado bom, com sintomas leves, sendo a maior parte deles assintomáticos. Por isso, até o momento, não foi necessária nenhuma transferência para tratamento de saúde”, diz trecho do comunicado da Sesp-PR.

AUMENTO DE CASOS
Marechal Cândido Rondon registrava 54 confirmações da doença na quinta-feira (2), segundo a prefeitura. Na sexta, o número subiu para 131 casos.

A prefeitura justificou o aumento principalmente por causa das confirmações da cadeia e de outros quatro casos em uma empresa da cidade.

O município não tem mortes registradas em decorrência da Covid-19.

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Polícia Civil autua médica veterinária por maus-tratos a pitbulls em Curitiba

Cães estavam machucados, sem água e sem comida alguma.

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) resgatou três cães da raça Pitbull em uma residência, no bairro Mossunguê, em Curitiba, na noite de quarta-feira (1).

Os animais estavam sofrendo maus-tratos. A tutora era uma médica veterinária. Ela e seu marido foram autuados em flagrante pelo crime.

A PCPR chegou até o casal após receber um vídeo em que apareciam os três cães, sendo um deles gravemente atacado pelos outros dois. Este foi encaminhado em estado grave ao hospital veterinário. Os outros dois foram para a Casa do Produtor de Curitiba para receberam os devidos cuidados.

No local, além de encontrar os cães machucados, os policiais civis se depararam com um ambiente extremamente sujo. Os cachorros estavam sem água e sem comida nenhuma.

A médica veterinária e seu marido foram levados para Delegacia da PCPR, onde foram autuados e assinaram Termo Circunstanciado pelo crime de maus-tratos.

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PCPR cerca quadrilha envolvida no tráfico de drogas e homicídios em Curitiba

Operação ocorre desde as primeiras horas desta segunda-feira.

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ATUALIZADA ÀS 11H45
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas, desde as primeiras horas da manhã desta segunda-feira (29), em operação contra suspeitos de um homicídio consumado e outro tentado, no bairro Parolin, em Curitiba.

O objetivo é cumprir 12 mandados judiciais, sendo quatro mandados de prisão temporária e oito de busca e apreensão.

Para realizar a missão, 65 policiais civis – das áreas de investigação, inteligência e operações especiais – fazem um cerco na região de atuação do grupo criminoso, onde estão sendo cumpridos os mandados.

Cães farejadores da PCPR auxiliam nas buscas por drogas, armas e foragidos. Mais de 20 viaturas estão sendo utilizadas.

Os alvos da ação são indivíduos suspeitos de envolvimento no assassinato de Douglas dos Santos Rodrigues, de 20 anos, e na tentativa de homicídio contra uma segunda vítima, de 23. Os crimes ocorreram no dia 3 de junho deste ano.

Durante as investigações, a PCPR apurou que os suspeitos dos crimes fazem parte de uma organização criminosa envolvida com o tráfico de drogas na região do Parolin. Além disso, os indivíduos estariam ameaçando moradores da região para que não contribuam com as investigações em andamento.

OS CRIMES – Na ocasião dos fatos, Douglas Rodrigues estaria “soltando pipa” junto com um amigo. Em determinado momento, quatro suspeitos em um veículo Ford/Fiesta preto chegaram perto das vítimas e logo em seguida realizaram diversos disparos de arma de fogo, atingindo a cabeça, tórax, costas e demais partes do corpo de Douglas, que morreu no local. O outro rapaz também foi atingido, mas sobreviveu.

MOTIVAÇÃO Nas investigações, a PCPR apurou que a motivação do crime estaria relacionada com desavenças em relação ao tráfico de entorpecentes na região. Douglas Rodrigues não teria deixado que os criminosos utilizassem sua casa como ponto de venda de drogas. Aí decidiram matá-lo.

Três suspeitos pelo crime foram presos. Um quarto segue desaparecido.

Um dos suspeitos do homicídio

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