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Tribunal do Júri condena casal pela morte de três filhos recém-nascidos

Mãe matava as crianças em coautoria com o pai delas, no Sudoeste do Paraná

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O Tribunal do Júri de Salto do Lontra, no Sudoeste do Paraná, condenou nesta semana um casal denunciado pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) pela morte de três filhos recém-nascidos em 2010, 2013 e 2016.

A denúncia foi apresentada em janeiro de 2017 pela Promotoria de Justiça da comarca e apontou também o crime de ocultação de cadáver.

A mãe, Marli Cavalheiro Risso, foi acusada de executar materialmente os crimes, e o pai, Laudecir Aguiar, conhecido por “Bilo”, de instigar, ajustar e determinar a prática criminosa, pois ambos não desejavam ter mais filhos.

Conforme a denúncia, Marli escondia as gestações e era negligente com os cuidados de pré-natal e, logo após o nascimento dos filhos, matava as crianças em coautoria com o pai delas. Antes das três crianças assassinadas, o casal teve outros cinco filhos.

Após o oferecimento da denúncia criminal pelo MPPR, os dois se mudaram para outra cidade, e, em dezembro de 2018, a mulher ainda deu à luz a mais uma criança.

Mas, da mesma forma que nas gestações anteriores, os réus decidiram esconder a gravidez e negligenciaram os cuidados médicos, o que levou a equipe da rede de proteção a acreditar que o casal cometeria os mesmos atos violentos contra o filho.

Por intervenção do MPPR, a criança foi encaminhada para uma família substituta, com a extinção do poder familiar dos pais biológicos.
Marli recebeu pena de 63 anos e 8 meses de reclusão, enquanto que Laudecir foi apenado com 48 anos e 4 meses de reclusão, por ter sido absolvido da prática do primeiro homicídio.

ENTENDA MELHOR
Segundo apurado pela polícia e com fatos fundamentados, em 27 de dezembro de 2010, às 17h30, Marli teve um menino, na Policlínica de Nova Prata do Iguaçu-PR, porém a criança desapareceu.

Neste caso, ela negou a participação do marido na ocultação, e a polícia acredita que a criança tenha sido morta e o corpo ocultado.

Em 26 de setembro de 2013 Marli deu a luz a uma menina, no hospital Nossa Senhora de Fátima, de Salto do Lontra-PR. A criança nasceu saudável e ela deu alta hospitalar no dia 28.

Marli confessou que, com auxílio de Laudecir, teriam asfixiado a criança e enterrado o corpo em uma fossa, nos fundos da casa.

Os fatos só vieram à tona após a descoberta do último crime, ocorrido em dezembro de 2016, quando Marli foi presa após matar o filho, que nasceu com 3,3 kg, por asfixia.

O bebê foi encontrado pela polícia em um dos cômodos da casa da família. À época ela confessou os demais homicídios.

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Prefeitura entrega prêmios aos ganhadores do segundo sorteio do Nota Parnanguara

Próxima premiação ocorre no 1º dia útil do mês de outubro.

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Entrega foi nesta sexta-feira

A Prefeitura de Paranaguá realizou, nesta sexta-feira (17/9), a entrega simbólica dos prêmios do segundo sorteio do Programa Nota Parnanguara, realizado no dia 1º de setembro. Os ganhadores foram Valdelice de Oliveira Souza e Marcos Leite da Silva, cada um embolsou R$ 2.500. A premiação se refere aos gastos que eles tiveram no mês de agosto.A servidora municipal Valdelice de Oliveira Souza comemorou por ser uma das premiadas desta edição.

“Fico maravilhada de ter ganhado, esta quantia veio em boa hora. Além de que é muito interessante o pessoal ir buscar entender e se informar sobre este benefício”.

“Ressalto a importância da população participar do Nota Parnanguara. No caso dos vencedores, cada um gastou mais de R$ 100 com os serviços prestados e saíram daqui com R$ 2.500. Do mesmo modo, o projeto de lei também é uma forma de melhorar o sistema de arrecadação do munícipio”, comenta o prefeito Marcelo Roque.

O secretário da Fazenda e Orçamento, Maurício dos Prazeres Coutinho, reforça a necessidade do projeto lei.

“Ele serve como uma maneira de não só tirar os prestadores de serviço da informalidade, mas também como um incentivo aos parnanguaras sempre pedirem a nota fiscal de serviço”.

O projeto Nota Parnanguara estimula a população a solicitar a Nota Fiscal de Serviços (NFS) em empresas do município que prestam serviços diversos, como as academias, oficinas mecânicas, salões de beleza, entre outros.

Com informações da Prefeitura de Paranaguá
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Portos do Paraná atualiza cronograma das obras de derrocagem da Palangana

A partir de domingo (19), algumas perfurações devem ocorrer 24 horas por dia.

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Fotos: Cláudio Neves

A Portos do Paraná informa que o cronograma da obra de derrocagem das Pedras da Palangana foi atualizado na quinta-feira (16). A última versão está disponível na página específica, hospedada no site da empresa pública, criada para dar mais transparência e agilidade às informações sobre o processo. Confira AQUI.

Como a obra depende de condições climáticas, ambientais e operacionais, eventuais alterações no cronograma já eram previstas. Segundo o cronograma, a partir do dia 19 (domingo), algumas perfurações devem ocorrer 24 horas por dia.

Como explica a diretoria de Engenharia e Manutenção, nesta obra serão removidas seis porções de pontos mais rasos do maciço de rochas, somando 22,3 mil metros cúbicos das formações rochosas, o que corresponde a 12% do total da Pedra da Palangana. Neste momento, as atividades ocorrem na porção AD05, que pode ser localizada no mapa também disponível no site.

A ação está licenciada e autorizada pelo Ibama por meio da Licença de Instalação nº 1144/2016, no âmbito das obras de dragagem de aprofundamento do porto de Paranaguá.

A obra está sendo executada pelo consórcio formado pelas empresas Boskalis, Fabio-Bruno, SLI e DEC, contratado por meio do Processo Licitatório nº 01/2020.

A empresa pública reafirma o compromisso em comunicar a população durante o andamento de toda a obra. Para isso, mantém os canais oficiais da Portos do Paraná permanentemente atualizados.

Da AEN
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MEC estuda criação da primeira Universidade Federal Digital do país

O objetivo é ampliar o acesso à rede pública de ensino.

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O Ministério da Educação (MEC) planeja criar uma Universidade Federal Digital para, segundo o ministro Milton Ribeiro, ampliar o acesso dos estudantes de todo o país à rede pública federal de ensino.

“Queremos criar a primeira Universidade Federal Digital no país e ampliar o acesso a todos”, disse o ministro ao participar, na quinta-feira (16/9), de audiência pública na Comissão de Educação do Senado.

Um documento preliminar do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), organização social vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, de maio deste ano, cita a avaliação de viabilidade da iniciativa entre as metas da Secretaria de Educação Superior (Sesu-MEC) para promover a educação à distância nas instituições federais de ensino superior por meio do programa Reuni Digital.

No Senado, o ministro Milton Ribeiro disse que a iniciativa segue o modelo já implementado por outros países e respeita as diretrizes, metas e estratégias definidas no Plano Nacional de Educação (PNE). De acordo com o ministro, o uso das modernas tecnologias de informação podem baratear os custos do ensino de qualidade.

“É isso que temos visto em grandes países que estão desenvolvendo essa ferramenta. Vamos começar com alguns cursos e todos vão poder ter acesso, pois com 400, 500 professores, eu posso atingir a milhões de alunos no país todo, obedecendo às premissas do PNE”, disse o ministro.

O ministro lembrou que, nos últimos anos, o orçamento das universidades federais foi impactado pela crise econômica e, principalmente, pela pandemia da Covid-19.

“Quando falamos em diminuição das verbas para as universidades federais, eu concordo plenamente. Vejo que, em um passado não tão distante, o orçamento do ensino federal era muito grande, muito maior do que o que temos hoje”, disse Ribeiro.

“Vale dizer que vivemos tempo de guerra, de pandemia”, acrescentou o ministro, enfatizando que, na proposta orçamentária para 2022, o ministério pede ao Congresso Nacional que autorize um aumento de recursos para a pasta.

“A proposta que o Parlamento vai apreciar fala em um aumento mínimo de cerca de 17% para as universidades federais, e de 28% para os institutos federais. Por que isso? Porque temos 69 universidades federais com 281 campi. E 38 institutos, Cetecs [centros educacionais técnicos], além do Dom Pedro II. E esses, juntos, somam 670 campi. Então, além da visão política de dar mais oportunidade à [formação] de mão de obra técnica, o número de campi [do segundo grupo] é muito maior”, comentou Ribeiro.

Da Agência Brasil
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