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Rapaz vítima de afogamento em Matinhos morre no Regional

ELE ESTAVA INTERNADO DESDE O DIA 1º DE JANEIRO

Agora Litoral
Um rapaz de 19 anos, que estava internado desde o dia 1º de janeiro, após ser resgatado de um afogamento, morreu na noite de quinta-feira (10), no Hospital Regional do Litoral do Paraná, em Paranaguá. Segundo o Corpo de Bombeiros, ele foi socorrido pelos guarda-vidas no entreposto entre os balneários Albatroz e Currais, em Matinhos.

Josué Padilha foi encaminhado ao hospital de helicóptero e ficou internado, mas não resistiu. A morte de Josué é a oitava causada por afogamento registrada no litoral, na Operação Verão 2018/2019. Ele era morador de Curitiba e será sepultado nesta sexta-feira no Cemitério Água Verde.

OUTRAS MORTES
O sétimo caso igualmente vitimou um outro rapaz, morador na Ilha dos Valadares de Paranaguá, que desapareceu na terça-feira (8) durante a prática de pesca subaquática. O corpo de Ricardo Halefer, de 25 anos, foi encontrado no dia seguinte na Ponta do Poço, em Pontal do Paraná, em um local afastado e sem a presença de guarda-vidas ou policiamento ostensivo.

No sábado (5), o estudante de Agronomia Giovane da Silva, de 26 anos, morreu afogado na região de Coroados, em Guaratuba. Na ocasião, bombeiros que trabalhavam no local notaram que havia três pessoas em perigo em uma faixa do mar não protegido, sinalizada com bandeira preta. Duas estavam em situação leve de afogamento e a terceira em estado grave. Os guarda-vidas tentaram reanimar o jovem por quase duas horas, mas não tiveram sucesso.

Além desses casos, outras cinco pessoas morreram afogadas no litoral do Paraná desde o início da temporada, no dia 21 de dezembro de 2018.
Orientações
Para evitar casos de afogamento, o Corpo de Bombeiros traz as seguintes orientações: Nade sempre em faixa protegida por guarda-vidas; observe a sinalização da condição de mar, indicada por bandeiras em frente aos postos; e evite entrar na água em circunstâncias desfavoráveis – como chuvas e mar agitado.

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Um Comentário

  1. Fico triste em ver a minha cidade natal nesse estado sem praças, sem lazer para as crianças, igrejas, prédios e casas históricas em total abandono, Uma cidade aonde dissem que fazem mais, mais é outra realidade.
    A administração pública dessa cidade tinham que conhecer outras cidades do norte do Paraná para aprender como administra um município.

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