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Prova Paraná será retomada nesta semana

Avaliação diagnóstica da educação acontece nesta quarta (15) e quinta-feira (16).

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Pouco mais de um ano e meio depois da última edição, a Prova Paraná será retomada em toda a rede estadual de ensino. De acordo com a Secretaria Estadual da Educação e do Esporte, a edição da Prova Paraná 2021 será realizada em dois dias consecutivos: nesta quarta-feira (15/9) e quinta-feira (16/9), cada dia para um caderno, 1 e 2 respectivamente.

Na próxima semana, o cenário se repete nos dias 22 e 23 de setembro para atender o sistema de rodízio dos estudantes (onde for necessário). Em ambos os dias a duração da prova será de 2h30.

A pedido de secretarias da Educação dos municípios, a aplicação da Prova Paraná para os estudantes do 5º ano das escolas de redes municipais que optaram pela adesão ocorrerá no período de 4 a 8 de outubro.

A Prova Paraná visa fornecer informações sobre o nível de apropriação dos conhecimentos dos estudantes em relação aos conteúdos e às habilidades consideradas essenciais para a etapa de ensino avaliada, além de auxiliar professores, equipes gestoras e pedagógicas na organização de ações e estratégias que contribuam para o ensino e a aprendizagem dos estudantes.

CONTEÚDOS
Caderno 1 – No caderno 1 serão avaliadas as disciplinas de Língua Portuguesa, Língua Inglesa e Matemática para todos os anos, com exceção do 5º ano, que não terá prova de Língua Inglesa.

Do 6º ao 9º ano serão 60 questões, sendo 26 de Língua Portuguesa, 26 de Matemática e 8 de Língua Inglesa. Para as séries do Ensino Médio, são acrescidas cinco questões de inglês, totalizando 65 questões no total.

Caderno 2 – Já o caderno 2 contemplará as disciplinas de Ciências da Natureza, História e Geografia, para os alunos do 5º ao 9º ano do Ensino Fundamental; e Ciências da Natureza e Ciências Humanas para o Ensino Médio.

São 39 questões para estudantes do Fundamental II, sendo 13 de cada disciplina (Ciências da Natureza, História e Geografia). Para os alunos do Médio serão 52 perguntas, divididas igualmente entre Ciências da Natureza e Ciências Humanas.

A inclusão das disciplinas do caderno 2 é uma novidade desta edição da Prova Paraná, que vai abordar conteúdos do primeiro trimestre (praticamente todo remoto).

“A Prova Paraná não é uma avaliação de desempenho. É uma avaliação diagnóstica. É para entender como está a minha turma, o meu estudante e quais serão os meus passos futuros”, explica o diretor de Educação da Secretaria da Educação e do Esporte, Roni Miranda.

“Um raio-x para a gente tomar as próximas medidas, entender quais conteúdos, e quais habilidades preciso voltar e aprofundar com meus estudantes e quais eles já superaram”.

O diretor reforça a importância da participação de todos os estudantes para que a avaliação seja a mais fidedigna possível.

“É importante que todos façam a prova presencialmente. Posso mandar a prova para casa, para o estudante que não está indo para a escola? Não é recomendado. Se o aluno não está indo, o pai não autoriza, chama ele, pelo menos, para esses dias. Pode fazer a prova na biblioteca, em algum laboratório. Somente aqueles que não conseguem porque têm comorbidade, não têm como ir para a escola mesmo, somente esses devem levar o caderno para casa, após o dia 24 de setembro”, explica.

CORREÇÃO
As correções serão feitas por professores e pedagogos das escolas e podem ser enviadas para a Secretaria da Educação até o dia 25/09. Ela pode ser realizada  através do aplicativo Corrige, desenvolvido pela Secretaria (disponível para o sistema Android).

Se o professor ou pedagogo não tiver aplicativo ou celular, tem outra opção, que é mandar por e-mail a prova.

“É preciso digitalizar as provas por scanner e o sistema vai processar o resultado. Teremos também um portal para fazer o upload como terceira opção”, explica Gustavo Garbosa, diretor de Tecnologia e Inovação da Secretaria.

Os resultados serão disponibilizados às escolas a partir do dia 20 e a prova comentada no dia 24/09.

Da SEED
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Prefeitura entrega prêmios aos ganhadores do segundo sorteio do Nota Parnanguara

Próxima premiação ocorre no 1º dia útil do mês de outubro.

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Entrega foi nesta sexta-feira

A Prefeitura de Paranaguá realizou, nesta sexta-feira (17/9), a entrega simbólica dos prêmios do segundo sorteio do Programa Nota Parnanguara, realizado no dia 1º de setembro. Os ganhadores foram Valdelice de Oliveira Souza e Marcos Leite da Silva, cada um embolsou R$ 2.500. A premiação se refere aos gastos que eles tiveram no mês de agosto.A servidora municipal Valdelice de Oliveira Souza comemorou por ser uma das premiadas desta edição.

“Fico maravilhada de ter ganhado, esta quantia veio em boa hora. Além de que é muito interessante o pessoal ir buscar entender e se informar sobre este benefício”.

“Ressalto a importância da população participar do Nota Parnanguara. No caso dos vencedores, cada um gastou mais de R$ 100 com os serviços prestados e saíram daqui com R$ 2.500. Do mesmo modo, o projeto de lei também é uma forma de melhorar o sistema de arrecadação do munícipio”, comenta o prefeito Marcelo Roque.

O secretário da Fazenda e Orçamento, Maurício dos Prazeres Coutinho, reforça a necessidade do projeto lei.

“Ele serve como uma maneira de não só tirar os prestadores de serviço da informalidade, mas também como um incentivo aos parnanguaras sempre pedirem a nota fiscal de serviço”.

O projeto Nota Parnanguara estimula a população a solicitar a Nota Fiscal de Serviços (NFS) em empresas do município que prestam serviços diversos, como as academias, oficinas mecânicas, salões de beleza, entre outros.

Com informações da Prefeitura de Paranaguá
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Portos do Paraná atualiza cronograma das obras de derrocagem da Palangana

A partir de domingo (19), algumas perfurações devem ocorrer 24 horas por dia.

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Fotos: Cláudio Neves

A Portos do Paraná informa que o cronograma da obra de derrocagem das Pedras da Palangana foi atualizado na quinta-feira (16). A última versão está disponível na página específica, hospedada no site da empresa pública, criada para dar mais transparência e agilidade às informações sobre o processo. Confira AQUI.

Como a obra depende de condições climáticas, ambientais e operacionais, eventuais alterações no cronograma já eram previstas. Segundo o cronograma, a partir do dia 19 (domingo), algumas perfurações devem ocorrer 24 horas por dia.

Como explica a diretoria de Engenharia e Manutenção, nesta obra serão removidas seis porções de pontos mais rasos do maciço de rochas, somando 22,3 mil metros cúbicos das formações rochosas, o que corresponde a 12% do total da Pedra da Palangana. Neste momento, as atividades ocorrem na porção AD05, que pode ser localizada no mapa também disponível no site.

A ação está licenciada e autorizada pelo Ibama por meio da Licença de Instalação nº 1144/2016, no âmbito das obras de dragagem de aprofundamento do porto de Paranaguá.

A obra está sendo executada pelo consórcio formado pelas empresas Boskalis, Fabio-Bruno, SLI e DEC, contratado por meio do Processo Licitatório nº 01/2020.

A empresa pública reafirma o compromisso em comunicar a população durante o andamento de toda a obra. Para isso, mantém os canais oficiais da Portos do Paraná permanentemente atualizados.

Da AEN
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MEC estuda criação da primeira Universidade Federal Digital do país

O objetivo é ampliar o acesso à rede pública de ensino.

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O Ministério da Educação (MEC) planeja criar uma Universidade Federal Digital para, segundo o ministro Milton Ribeiro, ampliar o acesso dos estudantes de todo o país à rede pública federal de ensino.

“Queremos criar a primeira Universidade Federal Digital no país e ampliar o acesso a todos”, disse o ministro ao participar, na quinta-feira (16/9), de audiência pública na Comissão de Educação do Senado.

Um documento preliminar do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), organização social vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, de maio deste ano, cita a avaliação de viabilidade da iniciativa entre as metas da Secretaria de Educação Superior (Sesu-MEC) para promover a educação à distância nas instituições federais de ensino superior por meio do programa Reuni Digital.

No Senado, o ministro Milton Ribeiro disse que a iniciativa segue o modelo já implementado por outros países e respeita as diretrizes, metas e estratégias definidas no Plano Nacional de Educação (PNE). De acordo com o ministro, o uso das modernas tecnologias de informação podem baratear os custos do ensino de qualidade.

“É isso que temos visto em grandes países que estão desenvolvendo essa ferramenta. Vamos começar com alguns cursos e todos vão poder ter acesso, pois com 400, 500 professores, eu posso atingir a milhões de alunos no país todo, obedecendo às premissas do PNE”, disse o ministro.

O ministro lembrou que, nos últimos anos, o orçamento das universidades federais foi impactado pela crise econômica e, principalmente, pela pandemia da Covid-19.

“Quando falamos em diminuição das verbas para as universidades federais, eu concordo plenamente. Vejo que, em um passado não tão distante, o orçamento do ensino federal era muito grande, muito maior do que o que temos hoje”, disse Ribeiro.

“Vale dizer que vivemos tempo de guerra, de pandemia”, acrescentou o ministro, enfatizando que, na proposta orçamentária para 2022, o ministério pede ao Congresso Nacional que autorize um aumento de recursos para a pasta.

“A proposta que o Parlamento vai apreciar fala em um aumento mínimo de cerca de 17% para as universidades federais, e de 28% para os institutos federais. Por que isso? Porque temos 69 universidades federais com 281 campi. E 38 institutos, Cetecs [centros educacionais técnicos], além do Dom Pedro II. E esses, juntos, somam 670 campi. Então, além da visão política de dar mais oportunidade à [formação] de mão de obra técnica, o número de campi [do segundo grupo] é muito maior”, comentou Ribeiro.

Da Agência Brasil
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