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Procurado por homicídio em Paranaguá tinha arma de fogo em casa

ELE FOI CAPTURADO NA TARDE DE SEXTA-FEIRA

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Peterson estaria envolvido numa morte ocorrida no mês de março

Agora Litoral
Policiais civis da 1.ª Subdivisão de Paranaguá capturaram, na tarde de sexta-feira (29), um rapaz de 22 anos, o qual estava sendo  procurado pela Justiça. Na ação, realizada na Rua Tapuia, Vila Guarani, foi apreendida uma arma de fogo.

Conforme a ocorrência, por volta das 14h30, policiais civis estavam em diligências pelo bairro, quando chegaram até a casa de Peterson Felipe de Oliveira Fernandes contra o qual havia um mandado de prisão expedido pela 1.ª Vara Criminal de Paranaguá, por um crime de homicídio.

Durante a abordagem, Peterson admitiu que tinha uma arma de fogo guardada em casa. Seguindo as informações do rapaz, os policiais localizaram um revólver calibre 32 e cinco munições, que estavam guardadas dentro de um guarda-roupas.

Encaminhado à 1.ª SDP para o cumprimento da ordem de prisão, Peterson ainda foi autuado por posse de arma de fogo, sendo recolhido ao setor de carceragem, onde permanece aguardando pronunciamento da Justiça.

HOMICÍDIO

De acordo com a Polícia Civil, Peterson teria envolvimento na morte de Jhon Lenon dos Santos Ferreira, de 29 anos, que foi assassinado com um tiro na cabeça quando transitava com sua bicicleta pela Rua Tapajós, na Vila Guarani, por volta das 5 horas do dia 26 de março.

Na ocasião, populares informaram que uma motocicleta teria se aproximado da vítima e o piloto disparado um tiro fatal – que atingiu o lado direito da cabeça, ao lado da orelha, de Jhon Lenon. A Polícia Militar foi acionada, efetuou rondas, mas não encontrou a motocicleta utilizada pelo atirador.

Jhon Lenon já havia passado pela Polícia Civil em 2013, acusado de tráfico de drogas.

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Paraná tem 44 novos casos de Covid-19; Litoral, 13 em investigação.

Estado registra 229 casos confirmados – destes, três óbitos.

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A Secretaria de Estado da Saúde confirmou nesta quarta-feira (1º) mais 44 casos de coronavírus no Paraná. São 26 homens e 18 mulheres com idades entre nove e 78 anos.

Os pacientes residem em Curitiba (11), Campo Largo (1), Maringá (1), Assis Chateaubriand (1), Cianorte (1), Ibaiti (1), Fazenda Rio Grande (1), Pinhais (1), Foz do Iguaçu (2), Londrina (17), São José dos Pinhais (1), Quatiguá (1), Arapongas (2), Campo Mourão (1), Araucária (1)  e Cambé (1).

BOLETIM  O Estado registra 229 casos confirmados – destes, três óbitos –, 3.683 descartados e 602 em investigação. Dentre confirmações, até às 12 horas desta quarta-feira, 38 pacientes estavam internados, 21 deles em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 17 em leitos clínicos.

Os dados do boletim são referentes a suspeitos que tiveram amostras coletadas e processadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen) e demais laboratórios habilitados no Paraná.

O caso confirmado de um paciente da Venezuela foi transferido para o município de Goioerê. Portanto, o Paraná tem agora cinco casos confirmados de pacientes que residem fora do Estado. Um paciente de Curitiba foi transferido para Almirante Tamandaré porque reside na Região Metropolitana.

Litoral tem 13 suspeitos
O Litoral do Paraná aparece no mais recente boletim da Sesa com apenas um caso confirmado, da cidade de Matinhos, e outros 13 em investigação – 5 em Guaratuba, 3 em Paranaguá, 3 em Morretes, 1 em Matinhos e 1 em Guaraqueçaba.

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Apreendidos mais de 88 kg de cocaína no Porto de Paranaguá

Droga estava em uma caçamba que seria exportada para a Costa do Marfim

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Apreensão foi realizada na tarde desta quarta-feira (1º)

Mais de 88 kg de cocaína, que estavam em uma caçamba que seria exportada no Porto de Paranaguá, no litoral do Paraná, foram apreendidos em uma operação conjunta da Receita e Polícia Federal na tarde desta quarta-feira (1º).

Segundo os agentes da Receita Federal, a droga seria levada para a Costa do Marfim, na África. Ninguém foi preso durante a ação.

A cocaína foi encaminhada para a Polícia Federal.

Desde o início do ano, mais de duas toneladas da droga (2.715,5 kg) foram apreendidas no Porto de Paranaguá.

A mais recente descoberta de cocaína no porto havia ocorrido no dia 26 de março e resultou na apreensão de 325 kg da droga.

O Agora Litoral registrou:

Receita Federal faz nova apreensão de cocaína em Paranaguá

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Prefeitura de Pontal do Paraná vai decretar toque de recolher na cidade

Medida deve ser publicada nesta quarta-feira (1º de abril) e fecha também o acesso às praias

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A exemplo de Paranaguá, o município de Pontal do Paraná decidiu instituir o toque de recolher para combater a propagação do coronavírus.

O Agora Litoral teve acesso à minuta do decreto, que está sendo analisado pelo Departamento Jurídico e que deverá ser publicado ainda nesta quarta-feira (1º de abril) e que veda o acesso às praias e endurece o isolamento social na cidade.

O artigo 22 do decreto estipula que “fica estabelecido o toque de recolher diário, a partir de 1º de abril de 2020, sendo vedada a locomoção, permanência em qualquer espaço público, abarcando logradouros, praças e calçadão, entre às 20h e às 5h do dia seguinte, em razão do enfrentamento da pandemia decorrente do novo coronavírus – Covid-19, a fim de evitar sua propagação”.

O texto pontua ainda que será permitida a circulação nesse período apenas para prestadores de serviços na área de saúde, segurança, assistência social, delivery de alimentos (entregues em domicílio) e funcionários de empresas privadas que estejam trabalhando no período noturno ou retornando a sua residência, desde que comprovada a necessidade, urgência no deslocamento e identificação funcional.

O decreto torna compulsório o recolhimento de pessoas com mais de 60 anos à residência ou equivalente para efetivar o distanciamento social, restringindo sua circulação no território do município, com o objetivo de preservação de sua vida e saúde.

O texto também traz diversas determinações em relação ao funcionalismo público e à utilização dos serviços de saúde do município, todas elas voltadas ao atendimento do público com suspeita ou confirmação da infecção por coronavírus.

O descumprimento das determinações municipais acarreta vários tipos de sanção, que vão desde advertência, suspensão de alvarás, interdição de estabelecimentos e multas, entre cinco e dez UFMs, quando aplicadas a pessoas jurídicas.

Ainda de acordo com a minuta do decreto, a vigência da determinação é de trinta dias, a partir de 1º de abril, podendo ser estendida.

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