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Presos fogem da delegacia de Paranaguá na madrugada

Quatro presos foram pegos em flagrante durante a fuga. Polícia procura por outros três foragidos que escaparam da carceragem

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PARANAGUÁ, PR
Diário do Estado

Três detentos fugiram da carceragem da 1ª Subdivisão Policial de Paranaguá no final da madrugada desta sexta-feira (25). Os presos escaparam por meio de um buraco aberto no teto de uma das celas e utilizaram uma corda improvisada com cobertores para pular o muro da delegacia, localizada no centro da cidade.

O número de fugitivos só não foi maior, porque os agentes perceberam a movimentação suspeita e acabaram frustrando a fuga de mais quatro homens que já estava para o lado de fora das celas. A altura do muro também foi um dos empecilhos para os detentos, que foram abordados e reconduzidos para a carceragem.

Roberto Júnior Padilla de La Cruz, Douglacir Guimarães (conhecido pelo apelido de Toco) e Edivan Costa Silva conseguiram escapar e  estão sendo procurados. De acordo com a Polícia Civil, a população pode ajudar na captura dos indivíduos caso os identifique-os através do telefone 190 da Polícia Militar. O sigilo é garantido.

Confira quem são os fugitivos

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Saúde confirma mais cinco óbitos e oito novos casos de Covid-19 no Litoral

A região soma 7.883 casos e 183 óbitos de moradores pela infecção

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A Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) confirmou, nesta sexta-feira (30), mais cinco óbitos ocorridos no Litoral e oito novos casos de Covid-19 na região.

Dos óbitos confirmados, dois ocorreram em Paranaguá e outros três em Antonina, Guaratuba e Morretes.

Os novos casos, de acordo com o informe da Sesa, foram registrados em: Matinhos (5); Guaratuba (1); Antonina (1); e Pontal do Paraná (1).

O total de óbitos confirmados no Litoral do Paraná desde o início da pandemia de Covid-19 é de 183. São 95 em Paranaguá, 25 em Guaratuba, 18 em Matinhos, 15 em Pontal do Paraná, 14 em Antonina, 12 em Morretes e 4 em Guaraqueçaba.

O total de casos acumulados é de 7.883. Destes, 6.259 já estariam recuperados.

Paraná soma 210.500 casos e 5.155 mortos em decorrência da doença

A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta sexta-feira mais 861 casos confirmados e 30 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.

Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 210.500 casos e 5.155 mortos em decorrência da doença.

INTERNADOS – 609 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados nesta sexta-feira (30). Há outros 939 pacientes internados que aguardam resultados de exames.

ÓBITOS – A Sesa informou também a morte de mais 30 pacientes. Todos estavam internados. São 15 mulheres e 15 homens, com idades que variam de 44 a 96 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 27 de junho a 30 de outubro.

Os pacientes que foram a óbito residiam em: São José dos Pinhais (5), Maringá (4), Apucarana (2), Foz do Iguaçu (2), Londrina (2), Paranaguá (2) além de um óbito em cada um dos seguintes municípios: Antonina, Bandeirantes, Bela Vista do Paraíso, Campina Grande do Sul, Castro, Guaraci, Guaratuba, Itapejara D’Oeste, Marechal Cândido Randon, Missal, Morretes, Porecatu e Rancho Alegre.

FORA DO PARANÁ – O monitoramento da Sesa registra 2.230 casos de residentes de fora, 50 pessoas foram a óbito.

VEJA O INFORME DA SESA

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Saúde recomenda retorno gradual dos procedimentos cirúrgicos eletivos no Paraná

Decisão objetiva diminuir a fila de espera

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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) publicou na última semana uma nova recomendação sobre a realização de procedimentos cirúrgicos eletivos no Paraná. A orientação é de que os prestadores de serviços retomem as atividades gradualmente.

“Esta nova orientação para a retomada completa dos procedimentos cirúrgicos eletivos visa à diminuição da fila de espera que consequentemente aumentou em todo o país durante a pandemia, além do fortalecimento dos serviços de saúde e a resposta ao cidadão paranaense que aguarda pelo atendimento”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Resolução Sesa nº 1.268/2020 dispõe sobre a implementação e manutenção das medidas de enfrentamento à Covid-19.

O artigo 22 da publicação recomenda que os prestadores contratualizados pela Sesa, retomem gradualmente os procedimentos, compatibilizando as agendas de modo a reduzir o risco de escassez de medicamentos anestésicos e relaxantes musculares, visando a otimização do estoque existente e preservando sua utilização para terapias intensivas e emergenciais.

Já o artigo 23, alerta que os demais hospitais privados e não contratualizados pela Sesa, que não constem no plano de atendimento Covid-19, também ficam autorizados a realizarem quaisquer procedimentos cirúrgicos eletivos hospitalares.

As recomendações não se aplicam aos procedimentos de cardiologia, oncologia, nefrologia, exames e procedimentos de urgência ou emergência e procedimentos a serem realizados em âmbito ambulatorial, visto que estes estão liberados em definitivo.

RECOMENDAÇÕES –  As medidas de suspensão das cirurgias eletivas foram adotadas desde março para o contingenciamento de medicamentos anestésicos e relaxantes musculares que estão sendo demandados aos pacientes internados com Covid-19, bem como para controlar a ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva no Estado.

Inicialmente a Resolução Sesa nº 338/2020, recomendou a suspensão temporária das cirurgias eletivas. Logo após, a Resolução nº 395/2020 suspendeu a realização de cirurgias bariátricas. Em julho, a Resolução nº 926/2020 autorizou a realização de procedimentos cirúrgicos ambulatoriais.

Em 21 de agosto, a Resolução nº 1026/2020 alterou as recomendações anteriores e restringiu somente os procedimentos cirúrgicos eletivos hospitalares com demanda de terapia intensiva no pós-operatório e/ou em pacientes sob anestesia geral.

No mês passado, a Resolução nº 1.116/2020 revogou a Resolução nº 1.026/2020 e autorizou que hospitais privados que não estivessem no plano de atendimento Covid-19 e/ou não fossem contratualizados pela Sesa, realizassem quaisquer procedimentos eletivos hospitalares, desde que se responsabilizassem pela aquisição dos insumos anestésicos para o cumprimento destas atividades.

Da AEN
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Paraná prorroga campanha para atingir meta de vacinação contra poliomielite

Das cidades do Litoral, apenas Guaraqueçaba atingiu a meta

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Devido à baixa taxa de cobertura e à baixa adesão da população, a Secretaria de Estado da Saúde decidiu prorrogar, no Paraná, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite.

A campanha, que terminaria nesta sexta-feira (30), será prorrogada em todo o Estado até o término do estoque de vacinas ou até atingir a meta de 95% de cobertura vacinal recomendada pelo Ministério da Saúde.

A taxa de cobertura vacinal da poliomielite está abaixo do preconizado pelo MS há cerca de 6 anos em todo Brasil. No Paraná, a vacinação contra a doença atingiu até, a quinta-feira (29), cerca de 55% do público estimado, com a imunização de aproximadamente 320 mil crianças. A meta no Estado é vacinar 583 mil crianças.

“Faço um apelo para que os pais ou responsáveis das crianças levem os seus filhos para tomar a vacina. Estamos vivendo uma pandemia em que esperamos a vacina como alternativa para evitar a Covid-19. No caso da pólio, temos a prevenção, que é gratuita e oferecida em toda a rede pública de saúde”, orienta o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

“Desde 1986 não temos a presença da poliomielite no Paraná, mas não podemos deixar a cobertura abaixo do preconizado pelo Ministério da Saúde, para não correr o risco de a doença ser reintroduzida no Estado”, explica Vera Rita da Maia, chefe da Divisão de Imunização da Secretaria da Saúde. “A única forma de evitar a paralisia infantil é manter em alta a taxa de cobertura da vacina”, diz.

Só Guaraqueçaba atingiu a meta no Litoral

Dos sete municípios litorâneos, apenas Guaraqueçaba atingiu (e chegou a ultrapassar) a meta estipulada.

ANTONINA – 20,95%

GUARAQUEÇABA – 101,75%

GUARATUBA – 62,44%

MATINHOS – 43,16%

MORRETES – 47,48%

PARANAGUÁ – 24,09%

PONTAL DO PARANÁ – 32,60%

Foto: Breno Esaki

DOENÇA – A poliomielite é uma infecção contagiosa causada pelo poliovírus selvagem, que pode afetar os nervos e levar à paralisia parcial ou total. Essa doença está erradicada no Brasil desde 1994, porém, ainda existe a presença do vírus que transmite a doença em outros países, como o Paquistão e o Afeganistão. A vacinação é a única forma efetiva de prevenção, por isso é importante a conscientização da população e a vigilância constante dos profissionais da saúde.

O Paraná não registra casos de poliomielite desde 1986. Neste momento, o Estado possui  14 notificações para paralisias flácidas agudas e, por esse motivo, as equipes de saúde permanecem em constante vigilância à notificação desses casos, que são importantes indicativos epidemiológicos.

O Estado do Paraná tem como meta anual a notificação de, no mínimo, 23 casos de Paralisia Flácida Aguda em menores de 15 anos para fazer a detecção precoce de uma possível circulação do vírus, desencadeando assim ações de forma rápida e efetiva.

VACINAÇÃO – De acordo com o calendário, a vacina contra a poliomielite é indicada para crianças de 2 meses (1ª dose), 4 meses (2ª dose) e 6 meses (3ª dose). Estão previstas ainda doses de reforço aos 15 meses e aos 4 anos de idade.

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