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Presa em Guaratuba acusada de morte de policial federal em Curitiba

ELA FOI RECONHECIDA APÓS PERDER DOCUMENTO EM CASA NOTURNA

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Carteirinha perdida de Larissa ajudou a polícia a localizá-la

Do G1

Uma mulher acusada de participar da morte do policial federal Edson Martins Matsunaga, em outubro de 2010, no Centro de Curitiba, foi presa nesta terça-feira (6) em Guaratuba, no litoral do Paraná.

Larissa Tessaro Menarin deu fuga à quadrilha de assaltantes à época, segundo a Polícia Federal (PF), e era considerada foragida da Justiça.

Ela foi localizada depois de perder a carteirinha profissional em uma casa noturna em Guaratuba, conforme a PF. A foto do documento foi divulgada na sessão de “achados e perdidos” no Facebook, o que ajudou a polícia a encontrá-la.

Larissa foi encaminhada à sede da Polícia Federal em Curitiba, onde deve chegar ainda nesta terça-feira. A defesa dela preferiu não se manifestar sobre a prisão.

RELEMBRE O CASO

O roubo à casa lotérica do qual Larissa Tessaro Menarin participou, de acordo com a polícia, foi em 4 de outubro de 2010. Três homens entraram no comércio e obrigaram todos a deitar no chão.

O estabelecimento estava localizado perto de uma delegacia da Polícia Federal e testemunhas avisaram os policiais, que tentaram ajudar. Na troca de tiros, Edson Matsunaga foi baleado no peito e morreu no local.

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Guaratuba recebe visita de um tubarão-mako que morreu encalhado

Em vídeo, banhistas arrastam o animal pelo rabo até a areia

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Banhistas que frequentaram a praia do Balneário Estoril, em Guaratuba, no litoral do Paraná, na manhã desta quarta-feira (19), se depararam com um tubarão da espécie mako encalhado na areia. O predador, de aproximadamente 2,20 metros, foi avistado por volta das 6h, mas morreu cerca de duas horas depois.

O tamanho do animal impressionou quem estava presente. Mas esse espécie pode chegar a 4 metros e pesar 500 kg. Apesar de apresentar aproximadamente metade do tamanho máximo, o peixe encalhado em Guaratuba era um animal adulto.

Encontrado por banhistas que teriam tentado devolvê-lo ao mar, o tubarão teria retornado, segundo relato de testemunhas.

Um vídeo que circula na internet mostra que dois homens o arrastaram pelo rabo para longe do mar, onde ele acabou morrendo na areia.

O animal foi recolhido com uma máquina da Prefeitura, sob a coordenação da equipe do Laboratório de Ecologia e Conservação (LEC) e levado para o Centro de Reabilitação e Despetrolização (CreD), em Pontal do Paraná, onde seria submetido a uma necropsia.

Também foram recolhidas amostrar para uma série de exames laboratoriais, que indicarão se o peixe apresentava alguma enfermidade.

Situações como essa, de encalhe de animais marinhos na praia, ainda vivos são relativamente raras, segundo Liana Rosa, bióloga e pesquisadora do CEM (Centro de Estudos do Mar), gerente do Projeto do Monitoramento de Praias do Laboratório de Ecologia e Conservação da Universidade Federal do Paraná.

“Normalmente, quando acontece um encalhe é porque houve alguma interferência, em geral humana. Como, por exemplo, uma captura acidental, um trauma, ou alguma doença. Pode acontecer também de ficar preso em redes de pesca”, afirmou a especialista, que é responsável pela equipe que retirou o corpo do animal da areia.

O procedimento ideal para esse caso seria o de tentar devolver o tubarão ao mar, e não afastá-lo da água, como ocorreu.

“Se as pessoas que estão próximas não se sentem aptas a retornar o animal para a água, que chamem alguém que possa auxiliar o mais rápido possível. Quanto mais tempo esse animal fica fora da água é um risco de morte para ele”, pontuou.

Na avaliação da especialista, a ação dos banhistas, que resultou na morte do tubarão, se deve ao medo e à desinformação. “Os tubarões são espécies potencialmente perigosas por conta de serem predadores”, ressaltou Liana. “Mas nós somos muito mais perigosos aos tubarões do que eles são para nós”, asseverou a bióloga.

A afirmação da coordenadora do LEC se baseia no fato de a maioria das espécies de tubarão viverem atualmente sob risco de extinção. No mundo existem aproximadamente 370 espécies. No Brasil são conhecidas 88 espécies.

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Feto de oito meses é encontrado em forro de casa de Paranaguá

Mulher de 28 anos, que teria abortado o menino, foi levada para a DP.

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Casa onde o feto foi encontrado

O feto de um menino, de aproximadamente oito meses, foi encontrado dentro de uma sacola no forro de uma residência, na Travessa Ernesto das Neves, no bairro Porto dos Padres, em Paranaguá.

A descoberta foi de uma mulher que seria responsável por cuidar da casa. No dia anterior, ela já havia sentido um odor desagradável na residência e, na tarde desta quarta-feira (19), vislumbrou um pouco de sangue escorrendo por uma das paredes.

Apavorada, ela chamou um vizinho e este subiu até o forro da casa e descobriu o feto.

A Polícia Militar foi chamada para atender a ocorrência. Em seguida, uma equipe da Criminalística também chegou ao local e constatou o crime.

Após algumas investigações, chegou-se ao nome de uma mulher, que estaria grávida e que frequentaria a residência. Os militares foram atrás dela e a conduziram até a 1ª Subdivisão Policial.

A suspeita de ter abortado e escondido o feto no forro da casa tem 28 anos e é natural de Paranaguá.

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Porto de Paranaguá recebe navio para novo embarque de DDGs

O primeiro embarque do coproduto aconteceu em dezembro de forma inédita no País

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Navio M. Emir Aksoy - Foto: APPA

Terminais paranaenses concluíram na terça-feira (18), pelo Corredor de Exportação de Paranaguá, o segundo carregamento de DDGS, um coproduto do processamento do milho para a fabricação de etanol – o que sobra do grão.

O primeiro embarque aconteceu em dezembro no porto paranaense de forma inédita do País. Para esta nova operação, ajustes garantiram mais agilidade e produtividade.

O navio M.Emir Aksoy atracou no berço 213, no início da noite de domingo (16). A embarcação começou a ser carregada logo em seguida, passou a segunda-feira em operação e deixou o Porto de Paranaguá na terça (18), por volta das 12h30.

O período de embarque não ultrapassou dois dias, quase três a menos que na primeira vez, apesar da quantidade do produto ser um pouco maior.

“Como era uma carga nova, não tínhamos noção, no primeiro embarque, de como se comportaria, como seria a produção”, explica o chefe da Divisão de Silos da Portos do Paraná, Gilmar Francener.

Segundo ele, após essa primeira experiência, o terminal responsável (Cimbessul) fez algumas mudanças operacionais.

“Eles dividiram a carga desse segundo navio em dois terminais. Foram embarcadas 28.750 toneladas, sendo 14.187 carregados pela Centro Sul e 14.563 da Cimbessul”, disse Francener.

O representante da Diretoria de Operações acrescentou que a medida garantiu mais produtividade, já que o carregamento foi feito com dois shiploaders (carregadores) simultaneamente.
Os equipamentos transportaram a carga dos dois terminais, enchendo, ao mesmo tempo, dois dos quatro porões totais do navio.

Novos embarques do produto devem acontecer ao longo do ano. “A expectativa é grande. Novas fábricas de etanol de milho estão previstas. Então, a demanda será cada vez maior e, segundo os terminais, são altas as perspectivas de novos embarques por aqui”, comentou Francener.

Um terceiro embarque deve acontecer ainda neste primeiro trimestre, ainda sem data prevista.

Da AEN
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