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Prefeitura anuncia ajuda a vítimas da ressaca em Paranaguá

Somente em Paranaguá, mais de 3,6 mil casas foram afetadas pela enchente provocada pela ressaca no último final de semana

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PARANAGUÁ, PR
Diário do Estado | Foto: Samuel Calado

 

As vítimas das enchentes provocadas pela ressaca do último final de semana devem receber apoio da prefeitura municipal de Paranaguá. O anúncio foi feito pelo prefeito Edison Kersten, que acompanhado das equipes da Defesa Civil da cidade, junto dos secretários de Meio Ambiente, Segurança, Agricultura, Pesca e Abastecimento, visitou quinze bairros que foram afetados pela cheia dos rios que circundam o município.

Segundo as estatísticas oficiais, 3.692 moradias sofreram com o alagamento somente em Paranaguá. O fenômeno ainda chegou a provocar estragos em outros pontos do litoral, como na Ilha do Mel onde casas ficaram danificadas, ou em Matinhos, onde as ondas destruíram parte da orla de alguns balneários.

Algumas das ações que já foram desenvolvidas na cidade contemplam melhorias nos bairros prejudicados. Desde o domingo (30), caminhões atuam na retirada de entulhos trazidos pelo mar em locais mais atingidos. Ainda segundo a prefeitura, obras de melhorias estruturais devem ser realizadas nas casas, e materiais de auxílio estão sendo distribuídos para recuperar os danos causados aos moradores. Outros bairros ainda devem ser visitados pela comitiva ao longo da semana.

Casas foram danificadas na Ilha do Mel (Foto: Roberto Santana / Arquivo Pessoal)

Casas foram danificadas na Ilha do Mel (Foto: Roberto Santana / WhatsApp)

Por conta da ocorrência, a Defesa Civil de Paranaguá também enviou equipes para a Ilha do Mel, que faz parte do município, para ajudar a população afetada. Por lá, residências localizadas à beira mar sofreram com o impacto das ondas que chegaram a atingir até 6 metros de altura, de acordo com a Capitania dos Portos no último comunicado.

Bairros afetados

O balanço divulgado pela prefeitura informa que pelo menos 16 bairros registraram ocorrências de alagamentos, os casos mais graves no entanto, ficam contabilizados nas vilas localizadas às margens do rio Itiberê (São Vicente, Santos Dumont, Ponta do Caju, Ilha dos Valadares), do rio Emboguaçu (Beira Rio, Vila Guarani, Jardim Iguaçu e Jardim Figueira) e do rio do Chumbo (Costeira e região). Entre outros bairros afetados estão Vila Garcia e também a Alexandra.

Em algumas ocasiões, casas foram invadidas pela maré alta e os moradores acabaram perdendo móveis, eletrodomésticos, alimentos e roupas. Não houve informações de desabrigados, mas teve quem preferiu se hospedar em residências de parentes ou amigos, temendo novas cheias. Até o momento, a secretaria de Meio Ambiente recolheu pelo menos 30 toneladas de entulho dos locais listados.

Água entrou nas casas no bairro Bom Retiro, em Matinhos (Foto: Marcia Cristine Vall / Arquivo Pessoal)

Casas ficaram alagadas e moradores contabilizam prejuízos (Foto: Marcia Cristine Vall / WhatsApp)

A superintendência de comunicação da prefeitura chefiada por Antônio Maninho Barbosa por sua vez, também auxilia no atendimento aos atingidos e as informações levantadas junto aos moradores são encaminhadas ao gabinete do executivo municipal.

Quem estiver precisando de ajuda pode contactar a Defesa Civil da cidade pelo telefone 153 ou 199, ou ainda ligar diretamente para (41) 3420-6165 (custo para uma ligação para fixo em Paranaguá ou área do DDD 41). O atendimento é gratuito.

Prefeito de Paranaguá Edison Kersten anunciou que prefeitura deve ajudar vítimas a maré alta - Foto: Samuel Calado / Divulgação

Prefeito de Paranaguá Edison Kersten anunciou que prefeitura deve ajudar vítimas a maré alta – Foto: Samuel Calado / Divulgação

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Prefeitura entrega prêmios aos ganhadores do segundo sorteio do Nota Parnanguara

Próxima premiação ocorre no 1º dia útil do mês de outubro.

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Entrega foi nesta sexta-feira

A Prefeitura de Paranaguá realizou, nesta sexta-feira (17/9), a entrega simbólica dos prêmios do segundo sorteio do Programa Nota Parnanguara, realizado no dia 1º de setembro. Os ganhadores foram Valdelice de Oliveira Souza e Marcos Leite da Silva, cada um embolsou R$ 2.500. A premiação se refere aos gastos que eles tiveram no mês de agosto.A servidora municipal Valdelice de Oliveira Souza comemorou por ser uma das premiadas desta edição.

“Fico maravilhada de ter ganhado, esta quantia veio em boa hora. Além de que é muito interessante o pessoal ir buscar entender e se informar sobre este benefício”.

“Ressalto a importância da população participar do Nota Parnanguara. No caso dos vencedores, cada um gastou mais de R$ 100 com os serviços prestados e saíram daqui com R$ 2.500. Do mesmo modo, o projeto de lei também é uma forma de melhorar o sistema de arrecadação do munícipio”, comenta o prefeito Marcelo Roque.

O secretário da Fazenda e Orçamento, Maurício dos Prazeres Coutinho, reforça a necessidade do projeto lei.

“Ele serve como uma maneira de não só tirar os prestadores de serviço da informalidade, mas também como um incentivo aos parnanguaras sempre pedirem a nota fiscal de serviço”.

O projeto Nota Parnanguara estimula a população a solicitar a Nota Fiscal de Serviços (NFS) em empresas do município que prestam serviços diversos, como as academias, oficinas mecânicas, salões de beleza, entre outros.

Com informações da Prefeitura de Paranaguá
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Portos do Paraná atualiza cronograma das obras de derrocagem da Palangana

A partir de domingo (19), algumas perfurações devem ocorrer 24 horas por dia.

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Fotos: Cláudio Neves

A Portos do Paraná informa que o cronograma da obra de derrocagem das Pedras da Palangana foi atualizado na quinta-feira (16). A última versão está disponível na página específica, hospedada no site da empresa pública, criada para dar mais transparência e agilidade às informações sobre o processo. Confira AQUI.

Como a obra depende de condições climáticas, ambientais e operacionais, eventuais alterações no cronograma já eram previstas. Segundo o cronograma, a partir do dia 19 (domingo), algumas perfurações devem ocorrer 24 horas por dia.

Como explica a diretoria de Engenharia e Manutenção, nesta obra serão removidas seis porções de pontos mais rasos do maciço de rochas, somando 22,3 mil metros cúbicos das formações rochosas, o que corresponde a 12% do total da Pedra da Palangana. Neste momento, as atividades ocorrem na porção AD05, que pode ser localizada no mapa também disponível no site.

A ação está licenciada e autorizada pelo Ibama por meio da Licença de Instalação nº 1144/2016, no âmbito das obras de dragagem de aprofundamento do porto de Paranaguá.

A obra está sendo executada pelo consórcio formado pelas empresas Boskalis, Fabio-Bruno, SLI e DEC, contratado por meio do Processo Licitatório nº 01/2020.

A empresa pública reafirma o compromisso em comunicar a população durante o andamento de toda a obra. Para isso, mantém os canais oficiais da Portos do Paraná permanentemente atualizados.

Da AEN
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MEC estuda criação da primeira Universidade Federal Digital do país

O objetivo é ampliar o acesso à rede pública de ensino.

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O Ministério da Educação (MEC) planeja criar uma Universidade Federal Digital para, segundo o ministro Milton Ribeiro, ampliar o acesso dos estudantes de todo o país à rede pública federal de ensino.

“Queremos criar a primeira Universidade Federal Digital no país e ampliar o acesso a todos”, disse o ministro ao participar, na quinta-feira (16/9), de audiência pública na Comissão de Educação do Senado.

Um documento preliminar do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), organização social vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, de maio deste ano, cita a avaliação de viabilidade da iniciativa entre as metas da Secretaria de Educação Superior (Sesu-MEC) para promover a educação à distância nas instituições federais de ensino superior por meio do programa Reuni Digital.

No Senado, o ministro Milton Ribeiro disse que a iniciativa segue o modelo já implementado por outros países e respeita as diretrizes, metas e estratégias definidas no Plano Nacional de Educação (PNE). De acordo com o ministro, o uso das modernas tecnologias de informação podem baratear os custos do ensino de qualidade.

“É isso que temos visto em grandes países que estão desenvolvendo essa ferramenta. Vamos começar com alguns cursos e todos vão poder ter acesso, pois com 400, 500 professores, eu posso atingir a milhões de alunos no país todo, obedecendo às premissas do PNE”, disse o ministro.

O ministro lembrou que, nos últimos anos, o orçamento das universidades federais foi impactado pela crise econômica e, principalmente, pela pandemia da Covid-19.

“Quando falamos em diminuição das verbas para as universidades federais, eu concordo plenamente. Vejo que, em um passado não tão distante, o orçamento do ensino federal era muito grande, muito maior do que o que temos hoje”, disse Ribeiro.

“Vale dizer que vivemos tempo de guerra, de pandemia”, acrescentou o ministro, enfatizando que, na proposta orçamentária para 2022, o ministério pede ao Congresso Nacional que autorize um aumento de recursos para a pasta.

“A proposta que o Parlamento vai apreciar fala em um aumento mínimo de cerca de 17% para as universidades federais, e de 28% para os institutos federais. Por que isso? Porque temos 69 universidades federais com 281 campi. E 38 institutos, Cetecs [centros educacionais técnicos], além do Dom Pedro II. E esses, juntos, somam 670 campi. Então, além da visão política de dar mais oportunidade à [formação] de mão de obra técnica, o número de campi [do segundo grupo] é muito maior”, comentou Ribeiro.

Da Agência Brasil
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