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Prazo para declarar o Imposto de Renda 2018 termina nesta segunda-feira (30)

CONTRIBUINTE QUE NÃO ENVIAR A DECLARAÇÃO DEVERÁ PAGAR MULTA PELO ATRASO

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Agora Litoral
Quem ainda não acertou as contas com a Receita Federal deve correr: o prazo para declarar o Imposto de Renda 2018, ano-base 2017, termina nesta segunda-feira (30). O contribuinte que não enviar a declaração à Receita até às 23h59min59s desta segunda-feira deverá pagar multa de 165,74 reais pelo atraso do envio.

Essa é a multa mínima aplicada a quem é obrigado a entregar a declaração, mas não envia o formulário dentro do prazo. A taxa vale tanto para quem tem imposto a pagar quanto a restituir, e corresponde a 1% ao mês sobre o valor do imposto a pagar, limitada a 20% do IR devido.

Caso o contribuinte não tenha imposto a pagar, ou o valor correspondente a 1% do imposto devido seja inferior a 165,74 reais, o valor mínimo a ser pago é essa taxa.

Se você tiver imposto a pagar e não entregar a declaração no prazo, terá um prejuízo adicional. O prazo para pagamento à vista ou da primeira cota do imposto, para quem optou pelo parcelamento do débito, também vence nesta segunda-feira.

O contribuinte que atrasa o pagamento do imposto precisa pagar multa de 0,33% por dia de atraso até o limite de 20% do valor total devido mais juros equivalentes à taxa Selic acumulada desde o dia 1º de maio até o dia do pagamento da cota única ou de cada cota.

A Receita permite quitar o imposto em até oito vezes, desde que o valor de cada cota seja de, no mínimo, 50 reais. Nesse caso, incidem sobre cada parcela uma taxa de juros de 1% mais a Selic acumulada.

Relembre o passo a passo para declarar o Imposto de Renda 2018:

1) Reúna os comprovantes

Primeiro, você deve reunir os comprovantes necessários para declarar, que mostram as informações do que aconteceu na sua vida financeira em 2017.

Você pode começar pelos informes de rendimentos, que comprovam os valores que você recebeu em 2017. O informe emitido pelo empregador traz dados como os salários recebidos, as contribuições ao INSS e o IR retido na fonte. Já o informe do banco detalha os rendimentos de investimentos e saldo em conta (.

Depois, reúna os comprovantes de despesas que poderão ser deduzidas para reduzir o imposto a pagar ou engordar a restituição. Entre elas, estão gastos com escola, faculdade, plano de saúde e consultas médicas. Confira os limites de deduções do IR 2018.

Esses documentos devem trazer o nome, o endereço e o CPF ou CNPJ de quem recebeu os pagamentos e os seus dados ou dos seus dependentes (veja quais são as regras para declarar dependentes no IR). Você deve guardar esses recibos por cinco anos, período em que a Receita Federal pode solicitar a comprovação das informações.

Você também precisa reunir os documentos que comprovam a compra ou a posse de bens, como imóveis e veículos. Ainda que o IR não incida sobre a compra ou posse de um bem – afinal, ele é aplicado sobre a renda –, a Receita observa seu patrimônio para checar se a renda que você informou é compatível com os bens que você comprou ou tem, ou se você omitiu alguma fonte de receita.

2) Baixe o programa gerador da declaração

Faça o download do programa gerador da declaração no site da Receita. Você pode preencher e enviar a declaração no computador ou no celular.

3) Preencha os dados nas fichas

Para preencher a declaração, basta seguir o passo a passo lógico do programa e respeitar o que está sendo pedido, preenchendo com atenção para evitar erros.

Primeiro, você deve informar no programa seus dados cadastrais. Depois, você deve preencher todos os seus rendimentos e despesas em 2017, além dos bens que faziam parte do seu patrimônio em 31/12/2017.

Essas informações devem ser preenchidas nas fichas que ficam no menu localizado à esquerda do programa do IR. Com os informes de rendimentos em mãos, observe em qual ficha cada valor deve ser inserido.

Salários, por exemplo, são incluídos na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica”. Ao abrir a ficha, basta selecionar o ícone “Novo” e informar os dados solicitados pelo programa, como eles aparecem no informe de rendimentos emitido pelo seu empregador.

Ao declarar seus bens, o valor informado deve sempre ser o custo de aquisição, não importa sua valorização ou desvalorização ao longo do tempo. Se você vendeu algum bem em 2017, deve declarar o ganho de capital, que é a diferença entre seu preço de aquisição e seu preço de venda, assim como o valor recebido na venda.

Na declaração desse ano, não esqueça de incluir o valor que você recebeu do FGTS inativo, liberado por medida provisória no ano passado.

4) Opte pelo modelo de declaração: completo ou simplificado

Depois de preencher todos os seus dados, você deve selecionar qual será o modelo de tributação da sua declaração, no quadro localizado no canto inferior esquerdo do programa.

Se você optar pela declaração simplificada, contará com um abatimento único de 20% dos rendimentos tributáveis, limitado a 16.754,34 reais. Já na declaração completa, as deduções são feitas uma a uma.

O próprio programa mostra qual é a opção mais vantajosa para você a partir das suas informações. No quadro onde é assinalado o modelo completo ou simplificado, aparece um resumo que mostra qual será o IR a deduzir ou a restituir em cada um dos modelos.

5) Guarde a declaração e o recibo

Assim que você finalizar o envio, o programa vai gerar um recibo. Esse número será necessário para corrigir possíveis erros no formulário. Salve esse recibo e o arquivo completo da declaração em algum lugar onde você não corra o risco de perdê-los.

Se, ao finalizar sua declaração, houver imposto a pagar, o programa indicará o valor e emitirá o DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais). A cota única ou a primeira parcela do valor deverá ser paga ainda hoje.

Não vai dar tempo de declarar? Melhor entregar a declaração em branco

Para quem não vai conseguir completar todos os dados pedidos pela Receita até o final do dia, é recomendável enviar a declaração em branco, apenas com dados de identificação, e posteriormente incluir os dados restantes por meio de uma declaração retificadora. Dessa forma, é possível driblar o pagamento da multa por atraso.

Para retificar a declaração depois do prazo, basta abrir o programa da declaração original e selecionar a opção “Declaração Retificadora”, abaixo da pergunta “Que tipo de declaração você deseja fazer?”. Em seguida, informe o número do recibo da declaração a ser retificada e altere a informação que deve ser corrigida. Depois de fazer as alterações, envie a declaração retificadora da mesma forma que você enviou o formulário original.

Contudo, se a retificação é feita após o término do prazo de entrega do IR, não será possível alterar o modelo da declaração, de completo para simplificado ou vice-versa. Ou seja, será necessário optar por um dos modelos sem saber qual é, de fato, mais vantajoso. Somente a partir da inclusão de todos os dados o programa gerador da declaração consegue indicar em qual modelo o contribuinte paga menos impostos.

Com Revista Exame

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Saúde confirma mais dois óbitos e 78 novos casos de Covid-19 no Litoral

Cidades litorâneas somam 7.848 casos e 178 óbitos pela infecção

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A Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) confirmou mais dois óbitos e 78 novos casos de Covid-19 nesta quarta-feira (28) no Litoral do Paraná.

Os óbitos confirmados ocorreram em Antonina e Paranaguá. Os novos casos foram registrados em: Paranaguá (31); Antonina (16); Matinhos (16); Guaratuba (8); Morretes (6); e Pontal do Paraná (1).

Com esses novos números o total de óbitos de moradores no Litoral é de 178 (alguns confirmados pelo Hospital Regional ainda não foram computados).

As cidades litorâneas somam 7.848 casos. São 4.750 em Paranaguá; 931 em Guaratuba; 625 em Antonina; 556 em Pontal do Paraná; 510 em Morretes; 419 em Matinhos; e 57 em Guaraqueçaba.

RECUPERADOS – De acordo com a Sesa, 6.161 pacientes do Litoral já se recuperaram da infecção.

Paraná acumula 208.683 casos e 5.098 óbitos pela infecção

A Secretaria de Estado da Saúde divulgou também mais 1.349 casos confirmados e 18 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 208.683 casos e 5.098 mortos em decorrência da doença.

INTERNADOS – 621 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados nesta quarta-feira (28). Há outros 879 pacientes internados, que aguardam resultados de exames.

ÓBITOS – A secretaria estadual informou ainda a morte de mais 18 pacientes. Todos estavam internados. São sete mulheres e 11 homens, com idades que variam de 47 a 91 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 31 de agosto e 28 de outubro.

Os pacientes que foram a óbito residiam em: Foz do Iguaçu (3). Londrina (3), Maringá (3), Curitiba (2) e um óbito em cada um dos seguintes municípios: Antonina, Paranaguá, Paranavaí, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Salto do Lontra e São José da Boa Vista.

FORA DO PARANÁ – O monitoramento da Sesa registra 2.218 casos de residentes de fora. Destes, 49 foram a óbito.

VEJA O INFORME DA SESA
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Incêndio assusta moradores no Centro Histórico de Paranaguá

Foi na madrugada desta quarta-feira, na Rua João Régis

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Na madrugada desta quarta-feira, 28, um incêndio em um imóvel na Rua João Régis, Centro Histórico de Paranaguá, movimentou equipes da Guarda Civil Municipal e do Corpo de Bombeiros. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

Uma equipe de Rádio Patrulha da GCM passava pelo local, por volta da 1h45, quando avistou uma casa em chamas e, de imediato, entrou em contato com o Corpo de Bombeiros e permaneceu no local, dando início ao combate ao fogo junto com populares.

O fogo se concentrou no telhado da moradia, de alvenaria, e acabou desabando. Instantes depois uma equipe de combate a incêndio do 8º GB chegou ao local e controlou a situação, sendo registrados apenas danos materiais no imóvel.

Os agentes da GCM conversaram com a proprietária, a qual relatou que no local onde ocorreu o fogo não havia fiação elétrica e que era um quartinho, separado da casa, usado como depósito e que, por isso, não saberia informar o que provocou o incêndio.

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Paraná vai ampliar movimentação no Porto de Antonina

Investimento será de R$ 160 milhões

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Porto de Antonina

O Paraná vai ampliar as movimentações de granéis sólidos (fertilizantes nitrogenados, fosfatados e potássio) por meio do Porto de Antonina.

O governador Carlos Massa Ratinho Junior assinou nesta terça-feira (27), no Palácio Iguaçu, protocolo de intenções com a Interbulk S.A, que prevê a adesão da empresa ao programa de benefícios fiscais do Estado.

O investimento privado será de R$ 159,09 milhões.

O grupo pretende instalar, em duas fases, uma unidade misturadora de fertilizantes, com capacidade para produzir até um milhão de toneladas por ano.

O complexo será erguido a cerca de 200 metros do portão B do Terminal Portuário da Ponta do Félix. A empresa não estima ainda a quantidade de empregos que serão criados com a iniciativa.

“Os portos do Paraná necessitam de mais investimentos como esse. É algo que vai melhorar e muito a logística e infraestrutura de todo o Litoral, com reflexo na geração de emprego em Antonina. Sem contar o aumento da capacidade de importação e exportação de fertilizantes, vital para o agronegócio do Estado”, destacou Ratinho Junior.

O diretor-presidente dos Terminais Portuários da Ponta do Félix S/A (TPPF), Gilberto Birkhan, explicou que o projeto se dará em etapas.

A primeira prevê a construção de 8 armazéns com capacidade estática de 12 mil toneladas cada um, totalizando 24 mil metros quadrados, com movimentação de até 96 mil toneladas a granel e ensaque.

Contará ainda com áreas de apoio e a instalação de duas balanças rodoviárias de 30 metros cada uma. O valor previsto nesta fase é de R$ 60 milhões.

Na sequência, a empresa vai estruturar a implantação da unidade misturadora de fertilizantes com três linhas de expedição de ensaque com capacidade para 300 toneladas por hora.

O projeto estabelece, ainda, mais um armazém estruturado com capacidade estática de 100 mil toneladas, totalizando 13,3 mil metros quadrados, duas novas balanças rodoviárias e uma linha de recebimento de matéria-prima e insumos com capacidade 300 toneladas por hora.

Os recursos são da ordem de R$ 99 milhões.

“Temos um contrato em vigor de passagem com o Porto de Antonina, e essa ação vai estimular a economia da região e do Paraná como um todo”, afirmou Birkhan.
AJUSTE FISCAL – O executivo lembrou que a empresa passará a contar com incentivo fiscal que permitirá ser mais competitiva em relação a concorrentes de outros estados.

De acordo com a Secretaria de Estado da Fazenda, haverá a aplicação de um crédito presumido de 75% sobre o valor do imposto incidente sobre saídas interestaduais de fertilizantes industrializados. O ICMS de fertilizante para outros estados é, em média, alíquota de 4%.

“Passaremos a contar com uma isonomia no tratamento fiscal em relação a outras unidades da federação. Assim, se deixa de prejudicar a economia local com a criação de novos postos de trabalho”, disse Birkhan.

IMPORTAÇÃO – Quase metade de tudo o que os portos do Paraná importaram, de janeiro a agosto deste ano, é fertilizante. Foram 6,8 milhões de toneladas de adubos, representando um aumento de 4,6%, em relação ao volume importado no mesmo período do ano passado – 6,5 milhões de toneladas.

Cerca de 93,5% do volume de fertilizantes descarregados nos portos paranaenses são graneis sólidos. O restante se divide entre graneis líquidos e os adubos que chegam em contêineres.

Os terminais paranaenses seguem sendo os principais portos importadores de fertilizantes do país, recebendo cerca de 32% do que chega ao Brasil. Rússia, China, Canadá, Marrocos e Belarus são as cinco principais origens dos fertilizantes que chegam pelos portos do Estado.

CABOTAGEM – Ratinho Junior ressaltou, também, que o novo investimento ajudará o Paraná a consolidar o Porto de Antonina como referência nacional para a navegação por cabotagem, feita entre portos de um mesmo País.

Ele lembrou que a modalidade vem sendo bastante incentivada pelo Governo Federal, que encaminhou em agosto ao Congresso Nacional o Projeto de Lei 4199/2020. A proposta, que tramita em caráter de urgência, institui o Programa de Estímulo ao Transporte por Cabotagem, a chamada BR do Mar.

Segundo o Ministério da Infraestrutura, o objetivo é estabelecer novas condições para ampliação de frota dedicada. “Estamos preparando o Terminal de Antonina, seja com investimentos públicos ou privados, para ser referência no sistema de cabotagem, melhorando a movimentação de cargas”, disse o governador.

BENEFÍCIOS – Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia reforçou que o Estado oferece vantagens para quem optar pelo transporte por essa modalidade, com redução de até 50% nas taxas cobradas.

As vantagens oferecidas pela empresa pública paranaense são nas tarifas Inframar (paga pelo armador pela utilização da infraestrutura de acesso e abrigo), Infraport (paga pelo operador portuário sobre a utilização da infraestrutura terrestre ou portuária) e Infracais (paga pelo armador para ocupação do cais de acostagem).

Os valores consideram a mercadoria e o tipo de embarcação, entre outras variáveis.

“A dedução é uma forma de incentivar a cabotagem. Acreditamos que essa é uma alternativa logística importante, não apenas para reduzir os custos, mas também para desafogar os demais modais, principalmente o rodoviário”, afirmou Garcia.

Da Agência Estadual de Notícias
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