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Porto de Paranaguá recebe navio de passageiros no domingo

Transatlântico é o primeiro a atracar na cidade após três anos

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MS Hamburg

O Porto de Paranaguá volta a entrar na rota dos navios de passageiros que cruzam a costa brasileira no verão. Após três anos sem o atracamento de transatlânticos, o litoral paranaense recebe o MS Hamburg no próximo domingo (15). A embarcação com bandeira das Bahamas é operada por uma companhia alemã e trará 244 passageiros, a maioria europeus, além de 168 tripulantes

De acordo com o diretor de Relações Empresariais da Portos do Paraná, André Pioli, a vinda do navio vai fomentar ainda mais o turismo e o desenvolvimento sustentável da região. “Temos a missão de ir em busca, de conversar com as empresas que fazem os roteiros dos navios de passageiros e trazê-los para a Baía de Paranaguá”, destaca.

Pioli adianta que existe a perspectiva de que mais navios possam atracar nos portos de Antonina e Paranaguá. “Isso gera emprego e renda. O turista gasta nos nossos hotéis, restaurantes, lojas e artesanato. Esse dinheiro gera emprego para a nossa população”.

O prefeito de Paranaguá, Marcelo Roque, avalia que o momento é de apresentar as belezas da cidade. “Queremos mostrar aos turistas nossa baía, os atrativos culturais e históricos”.

A equipe da Paraná Turismo, vinculada à Secretaria de Estado do Esporte e do Turismo, também participará da recepção. Nesta semana, equipes percorrem as sete cidades do Litoral do Estado para fazer uma série de palestras.

Segundo o diretor-presidente João Jacob Mehl, o objetivo é capacitar os comerciantes, ambulantes e empresários locais para o período de intenso movimento e fluxo de turistas a partir dos próximos dias, pensando também nas férias de verão.

PROGRAMAÇÃO – O MS Hamburg deve entrar na Baía de Paranaguá por volta das 5 horas, mas todo o processo de aproximação e atracação deve durar em torno de duas horas. Os primeiros desembarques devem ocorrer por volta das 7h30.

No cais do Porto de Paranaguá, onde o navio será atracado, um receptivo estará montado para que os turistas sejam atendidos com informações, enquanto aguardam o transporte para os passeios na região.

A recepção contará com um grupo de fandango, com músicas e danças tradicionais da região, guias bilíngues e materiais gráficos com informações turísticas. Toda a operação terá apoio da Guarda Portuária.

“Nós iremos auxiliar com o isolamento do local para proporcionar a melhor recepção, estadia e visitação desses turistas no litoral do Estado”, disse o chefe da Guarda Portuária, César Kamakawa.

A Guarda Municipal de Paranaguá, a Polícia Militar e a Polícia Federal também darão suporte na área externa do porto.

Um grupo de passageiros irá até Curitiba. Os demais podem aproveitar para conhecer Paranaguá ou optar por ficar a bordo. Toda a estrutura vai ser montada para que os visitantes desçam até a faixa portuária e já embarquem em ônibus ou vans para o passeio em terra.

O regresso está previsto para as 17 horas. O navio zarpa em direção ao Porto de Itajaí por volta das 19 horas.

Enquanto recebe o MS Hamburg, as demais operações no Porto de Paranaguá não param. “O Porto continua operando outros tipos de carga, sem prejuízo nenhum, mas existe no regulamento de operação e atracação do porto que um determinado berço tem prioridade para navio de passageiros, e esse berço estrategicamente é colocado bem na saída do porto”, explica o diretor de Operações Portuárias, Luiz Teixeira Júnior.

HISTÓRICO – De 1998 a 2012, houve 45 paradas turísticas (paradas técnicas) no Porto de Paranaguá. Em 2013, quatro navios escalaram em Paranaguá, trazendo cerca de 3,6 mil passageiros. Em 2014, o número foi praticamente o mesmo. Na temporada 2014-2015, mais de 8 mil turistas passaram pelo Porto de Paranaguá.

O último navio de passageiros foi o MS Midnatsol, em outubro de 2016, com 150 pessoas a bordo.

Da AEN

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Governo libera obra de duplicação da principal via de Matinhos

Avenida faz parte da PR-412, que liga Guaratuba, Matinhos e Pontal do Paraná.

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Ordem de serviço foi assinada na terça-feira (4)

O governador Carlos Massa Ratinho Junior assinou na terça-feira (4), no Palácio Iguaçu, a ordem de serviço para as obras de duplicação da Avenida JK (PR-412), em Matinhos. A expectativa é que a remodelação da via tenha início neste mês.

Antiga reivindicação dos moradores e frequentadores do Litoral paranaense, a JK faz parte da PR-412, rodovia que liga as cidades de Guaratuba, Matinhos e Pontal do Paraná.

O investimento é de R$ 34,57 milhões. Uma fatia dos recursos que garantiu o início da obra ainda neste ano, no valor de R$ 12 milhões, foi repassado pela Assembleia Legislativa, atendendo a um pedido do Governo do Estado. A transferência é uma antecipação de parte da verba que anualmente o Poder Legislativo devolve ao Executivo, fruto da economia na administração da Casa.

O restante será bancado com recursos do Governo do Estado, especificamente da Secretaria de Estado da Infraestrutura e Logística.

“Essa obra é a solução para um gargalo histórico do Paraná. Com a modernização e duplicação da Avenida JK damos o pontapé inicial para uma série de ações estruturais que vão mudar a cara do Litoral paranaense”, ressaltou Ratinho Junior.

O governador citou, entre outras ações em andamento, a construção da ponte de Guaratuba, a duplicação da PR-407, a regularização fundiária da Ilha do Mel e a engorda da praia de Matinhos.

“É uma programação completa para a melhoria da infraestrutura de toda a região, com foco no desenvolvimento e na geração de emprego e renda”, afirmou.

“São investimentos que colaboram com o desenvolvimento do Paraná e a Assembleia Legislativa pode ser parceira do Governo do Estado”, completou o presidente da Assembleia Legislativa, Ademar Traiano.
PROJETO – A obra consiste na duplicação em um trecho de 2,4 quilômetros de extensão, entre as ruas Alvorada (que dá acesso ao ferryboat) e Pastor Elias Abraão (prédio da prefeitura). Além da restauração e implantação de pista dupla na avenida JK, o edital prevê a readequação do canal de macrodrenagem do rio da Draga.

O projeto estabelece duas faixas de tráfego em cada sentido, com 3,6 metros de largura cada, totalizando 7,2 metros por pista, separadas por um canal projetado entre barreiras de concreto.

Na interseção com a avenida Paraná será implantada uma rotatória com semáforo. “A JK é simbólica. Vamos começar imediatamente com a assinatura da ordem de serviço. Estamos resgatando um desejo antigo de toda a população do Litoral”, disse o secretário da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.

Além da duplicação, toda a drenagem da PR-412 será adequada para evitar alagamentos, por meio da implantação de dispositivos que maximizam a capacidade hidráulica do sistema. O canal, hoje a céu aberto, será totalmente revestido em concreto e reposicionado em alguns trechos.
COMÉRCIO – Para atender o comércio da região foi prevista uma faixa de estacionamento com dois metros de largura. Em função do alto fluxo de ciclistas e pedestres será implantada uma ciclovia compartilhada.

“Todos os paranaenses que têm sua segunda residência em alguma praia do Litoral também serão beneficiados. Trará mais agilidade e segurança para quem usa essa avenida”, afirmou o prefeito de Matinhos, Ruy Hauer.

Também estão programadas melhorias na rede de iluminação e sinalização, além de sinalização semafórica integrada. Toda a drenagem da rodovia será adequada para evitar alagamentos. “Vão, enfim, acabar os alagamentos no nosso município”, reforçou Hauer.

A previsão é de que as obras sejam concluídas no prazo de 18 meses. “Foi uma luta muito grande, mas vencemos e vamos conseguir tocar essa obra tão importante para o Litoral do Paraná”, afirmou Fernando Furiatti, diretor-geral do Departamento de Estradas e Rodagem do Paraná (DER-PR).

Da Agência Estadual de Notícias / Fotos: Rodrigo Felix Leal
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Boletim do Hospital Regional confirma mais dois óbitos pela Covid-19

Pacientes, de Paranaguá e Antonina, faleceram na terça-feira (4).

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Dois pacientes que estavam internados no Hospital Regional do Litoral morreram em consequência da Covid-19. Os óbitos ocorreram na terça-feira (4) e foram confirmados pela instituição na manhã de hoje.

Os falecimentos foram de um senhor de 52 anos, morador do bairro Serraria do Rocha, em Paranaguá, e de uma senhora de 60 anos, moradora da Ponta da Pita, em Antonina.

Outras duas mortes ocorridas no Regional estão em investigação para confirmar ou não que tenham sido em consequência da infecção provocada pelo novo coronavírus.

Ainda segundo o boletim do hospital, neste momento 24 pessoas estão internadas na “Ala Covid”: 17 confirmadas para a infecção e 7 sendo investigadas.

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Operação simultânea chama a atenção no Porto de Paranaguá

Navio opera ao mesmo tempo dois tipos de cargas diferentes.

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Embarcação atracou na noite de domingo (2)

O Porto de Paranaguá faz nesta semana uma operação diferente. O navio Penguin Arrow, atracado no berço 215, opera, simultaneamente, dois tipos de cargas diferentes. Ao mesmo tempo que descarrega malte, embarca 45.758 toneladas de celulose – a segunda maior quantidade do produto movimentada no porto paranaense.

O navio atracou na noite de domingo (2). A operação teve início na segunda (3), mas para concluir o carregamento serão cerca de três dias de movimentação.

O diretor de operações da Portos do Paraná, Luiz Teixeira da Silva Júnior, disse que geralmente são os navios de veículos ou de contêineres os que fazem essas operações simultâneas de carga e descarga.

Segundo Teixeira, a operação exige muita coordenação. “Esse tipo de operação não é comum, mas está previsto no regulamento de programação, atracação e operação dos portos”, disse.
“Sua efetivação depende do plano de carga e descarga feitos pelo armador e executado pelo operador das cargas. O maior desafio é sincronizar os movimentos de carga e descarga. É preciso um bom planejamento”.

Serão três mil toneladas de malte, de origem francesa, que serão descarregados. Já no embarque, são 45.758 toneladas de celulose que tem como destino a China. As duas operações serão realizadas pelo operador Rocha.

“Este operador é credenciado pela Klabin para operar no embarque de operação de celulose. Ao mesmo tempo, a empresa também opera na descarga dos granéis sólidos, estando, portanto, habilitado para as duas operações simultâneas”, afirma o diretor. Ainda de acordo com Teixeira, a habilitação de um operador compete ao importador ou exportador da carga.

“Cabe à autoridade portuária (no caso, a Portos do Paraná) fazer a habilitação da empresa como operadora portuária do porto público”, esclarece.

EXPORTAÇÃO – A celulose embarcada pertence à Klabin. Segundo a empresa, esse segundo maior embarque é justificado pelo volume destinado à China, principal comprador do produto.

“Nesse caso, especificamente, como o grande volume vai para a China e tínhamos dois navios programados para carregar, com datas próximas, conseguimos mandar todo o volume concentrado em um navio só”, explica Gerson Ferreira, coordenador de Logística Internacional da Klabin.

Um navio levaria 20 mil toneladas no final de julho e outro, 25 mil toneladas agora no início de agosto. Segundo o representante da empresa, além da Ásia (China), a Europa também é destino da celulose embarcada pelo Porto de Paranaguá.
O maior lote de celulose já embarcado pela Klabin, no porto paranaense, foi de 46 mil toneladas. O volume foi carregado no último mês de novembro, no navio norueguês Star Lindesnes, que também seguiu para a China.

“A operação desse porte permite que se tenha um rendimento melhor no ritmo de embarque, possibilitando o alcance de ótimos índices de produtividade, em uma única operação. Além disso, navios com capacidade de carregar maiores volumes significa diminuição de custos envolvidos na operação”, afirma o diretor de operações da Portos do Paraná, Luiz Teixeira da Silva Júnior.

Segundo ele, desde o início da operação de celulose da Klabin, nos portos do Paraná, se destaca a qualidade da mão de obra aplicada.

“Essa possibilita qualidade no manuseio da carga e também alcançando ótimos resultados, dando total segurança. A operação requer muita mão de obra dos trabalhadores portuários avulsos, o que traz benefícios ao município e à população”.

OPERADOR – Segundo Jorge Magalhães, superintende comercial do operador das cargas, a empresa Rocha, realizar qualquer tipo de operação é um desafio, pela natureza da atividade.
“A simultaneidade duplica os pontos de atenção, mas a Rocha possui o diferencial de ter uma equipe robusta e experiente e infraestrutura especializada para poder atender esse tipo de demanda e os diferentes segmentos”.

NAVIO – O Penguin Arrow, um navio de carga “multi propósito”, tem bandeira das Bahamas. A embarcação, que seguirá totalmente carregada de celulose, diretamente para os portos chineses, mede 199,7 metros de comprimento (loa) por 32,2 metros de largura (boca).
O design do navio é diferente, pois este traz no convés pontes rolantes chamadas de “gantry crane”. Essas, espécies de “guindastes”, operaram em lugares onde não tem equipamentos de terra, com maior rapidez porque permite ao operador visão total da carga.

Da Agência Estadual Notícias / Fotos: Claudio Neves
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