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Paranaguá tem projeto para revitalizar e asfaltar a Atílio Fontana até Alexandra

Obra toda teria custo de aproximadamente R$ 137 milhões.

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A Secretaria Municipal de Urbanismo recebeu formalmente, na manhã desta quarta-feira (24), o projeto executivo completo para melhoramentos da avenida Atílio Fontana, iniciando no Parque São João e finalizando em Alexandra (VEJA VÍDEO ABAIXO).

A cerimônia para entrega ocorreu na sala de reuniões do Palácio São José, sede administrativa da Prefeitura de Paranaguá.
A obra incluiria revitalização do trecho já existente e asfaltamento do trecho conhecido como Estrada Velha de Alexandra, onde está localizado no Plano Diretor o Distrito Industrial da cidade.

A obra será uma via secundária importante ligando ao porto de Paranaguá e sua estrutura de retaguarda.

São 9 quilômetros de pavimentação em concreto, construção de 2 viadutos paralelos aos dois já existentes (com altura de 6 metros e não os 4 já existentes), 2 pontes também paralelas às já existentes (sobre os rios Emboguaçu e Ribeirão), além de instalação de ciclovia em todo o trecho, estacionamento, sinalização e demais benfeitorias.
Também haverá uma atenção especial na continuação da avenida até chegar na BR-277, nas proximidades do Pátio de Triagem.

O projeto prevê que as pontes e viadutos já existentes continuem sendo utilizados, mas somente para passeio de ciclistas e pedestres.

A contratação da empresa de engenharia para realizar o projeto foi feita pelo TCP, como medida compensatória prevista no Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) exigido pela legislação municipal por conta da expansão recente realizada no terminal.
O secretário municipal de Urbanismo, Koiti Cláudio Takiguti (à esquerda da foto), foi quem recebeu formalmente o documento.

“Fazer o projeto executivo foi uma exigência da lei como medida de compensação. Agora, a Prefeitura de Paranaguá vai tentar buscar os recursos necessários para executar a obra”, explicou o secretário.

O levantamento feito no projeto aponta que a obra toda teria custo de aproximadamente R$ 137 milhões, incluindo a execução, desapropriações necessárias, pavimentação, obras de arte (pontes e viadutos), paisagismo e demais necessidades que um projeto de tal envergadura tem.

Participaram da reunião ainda, os secretários municipais de Planejamento, Ricardo Feitosa, de Segurança, sargento João Carlos da Silva e servidores de algumas pastas. Estavam presentes ainda o gerente de Infraestrutura do TCP, Gabriel Vieira, e os representantes da empresa Afirma, responsável pela realização do projeto executivo, João Vicente Brollo (projetista) e Wigor Júnior de Oliveira (engenheiro).

VÍDEO DO PROJETO

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Filha médica relata perda do pai que morreu por Covid-19 no Paraná

“Me senti fracassada, devia ter brigado mais para ele se cuidar”

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Médica relatou sobre o dilema de precisar entubar o próprio pai por causa da Covid-19

Após mais de 10 meses sem poder encostar no pai, por prevenção, a médica Claudia Moschen Antunes passou a precisar estar perto dele, mas por um motivo desafiador: a Covid-19.

O idoso testou positivo para a doença, e ela o internou em um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná.

Vitor Soares Antunes, de 75 anos, morreu vítima da doença no dia 2 de janeiro, mas a história dele repercutiu por meio das redes sociais da filha. Claudia postou um relato sobre os dias que esteve tratando do pai no leito de UTI.

Na postagem, a médica contou sobre o dilema de ser profissional da saúde e filha de paciente internado na luta contra o novo coronavírus.

A médica pneumologista e intensivista disse que, apesar do momento doloroso, quis compartilhar o caso para tentar fazer com que as pessoas pensem sobre a dor de perder alguém para o vírus e para que, assim, mantenham a preocupação sobre a prevenção da doença.

“Enquanto médica, sei que fiz tudo que pude. A única coisa que me arrependo é que eu deveria ter sido mais rígida com ele. Devia ter dito que ele não iria sair de casa, mas acho que não fui tão enérgica quanto deveria. Me sinto fracassada, pois devia ter brigado mais para ele se cuidar. Fracassei com meu pai como filha, pois depois que pegou o vírus não tinha o que fazer”, postou.

De acordo com a médica, o pai era aposentado, mas, mesmo durante a pandemia, trabalhava na oficina que tinha. Além disso, a filha conta que, neste período, o pai se encontrou com amigos que podem ter transmitido o vírus a ele.

Vitor Soares Antunes foi entubado pela filha médica, em Francisco Beltrão

Em entrevista ao G1, Claudia contou que, se pudesse, preferiria não ter tratado do pai, pois, como filha, tinha medo e sofria ao vê-lo no leito de UTI. Entretanto, ela relatou que não teve opção.

Os colegas de trabalho estavam afastados quando Vitor ficou doente, e a filha era a única médica do hospital que podia tratá-lo.

Na postagem, direcionada ao pai, Claudia disse ter tomado a decisão mais difícil da vida enquanto cuidava dele.

“Foi difícil pegar o resultado do seu exame, foi difícil tratar você. Você dizia que estava ótimo. Foi no décimo dia que sua oxigenação caiu. Internou imediatamente, recebeu todo suporte rápido e mesmo assim, 56 horas depois, eu tomo a mais difícil decisão da vida: te entubar!”

VEJA A POSTAGEM 

A médica disse que tem sido difícil atender pacientes após a morte do pai, mas afirmou que continua firme para ajudar outras vidas porque sabe que ele gostaria disso. A filha contou ainda que mantém viva as lembranças boas que ele deixou.

“Meu pai era pessoa mais tranquila que conheci. Acordava de manhã sempre com bom humor, nunca vi reclamar de nada. Ele sempre estava bem, até no hospital. Enquanto fazia o tratamento, eu disse que ele podia dizer se não estivesse bem. Aí, ele me respondeu: ‘Se a gente fala que está mal, a gente piora. Precisamos ter sempre pensamento positivo, dizendo que estamos melhor’. Ele era uma pessoa serena, me ensinou muito sobre honestidade e gentileza”, disse.

Vitor Antunes tinha 75 anos e era saudável, segundo a filha médica

Veja reportagem completa em G1 Paraná
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Caminhão pega fogo e interdita a BR-376 em Guaratuba

Foi na manhã desta quarta-feira (20/01), sentido Santa Catarina

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Foto: grupos de WhatsApp

Um caminhão pegou fogo, na manhã desta quarta-feira (20/01), e interditou a BR-376, sentido Santa Catarina, na altura do Km 669, no município de Guaratuba, no Litoral do Paraná.

O fogo atingiu a cabine do caminhão e, a princípio, não feriu o motorista. Equipes da concessionária que administra a rodovia e do Corpo de Bombeiros deslocaram-se para atendimento da ocorrência.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o caminhão transportava carga de etanol. Como o produto é inflamável, a pista em ambos os sentidos da rodovia foi interditada a partir do km 662.

Após o fogo ser controlado, a pista sentido Paraná foi liberada.

Fotos: Polícia Rodoviária Federal

Internautas filmaram o local do acidente:

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Mega-Sena sorteia R$ 17 milhões nesta quarta-feira

Apostas podem ser feitas até as 19h de hoje em lotéricas ou pela internet

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A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (20), o prêmio acumulado de R$ 17 milhões. As seis dezenas do concurso 2.336 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo, com transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no Youtube e também pela página oficial da Caixa no Facebook.

Como apostar – As apostas podem ser feitas até às 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, pelo site da Caixa econômica Federal, lembrando que para realizar as apostas online é necessário realizar um cadastro e ser maior de idade (18 anos de idade ou mais).

O valor da aposta mínima com seis dezenas marcadas é de R$ 4,50.

Probabilidades – A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas e o preço de R$ 4,50, a possibilidade de levar toda a bolada é de 1 em 50.063.860.

E para uma aposta com 15 dezenas – que é o limite máximo, pagando R$ 22.522,50, a probabilidade de vencer é de 1 em 10.003, de acordo com a Caixa.

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