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MP denuncia dez pessoas pela morte de homem decapitado em Paranaguá

ELES SÃO INTEGRANTES DO CHAMADO “TRIBUNAL DO CRIME”

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Agora Litoral
Dez pessoas foram denunciadas criminalmente pelo Ministério Público do Paraná em decorrência de um brutal homicídio ocorrido no início de novembro em Paranaguá, no Litoral do Paraná.

A 6ª Promotoria de Justiça da Comarca requer a condenação dos denunciados pelos crimes de tortura mediante sequestro, corrupção de menores, homicídio duplamente qualificado (por motivo torpe e meio cruel), ocultação de cadáver e associação criminosa.

A vítima, Osmar Teixeira Policarpo, de 35 anos, foi torturada e morta a facadas. Além disso, teve a cabeça decepada. O crime causou grande comoção na cidade e foi praticado em 7 de novembro deste ano.

Segundo descrito na denúncia do Ministério Público, por suspeitarem que o homem teria abusado sexualmente de uma criança, a mãe e o padrasto da menina buscaram os demais acusados, integrantes de uma facção criminosa, e pediram que o caso fosse “julgado”. Osmar foi apanhado em casa, torturado e “sentenciado” à morte pelo grupo.

Alguns dos denunciados são suspeitos de outros três homicídios similares, também com decapitação, praticados em Paranaguá – dois no início do ano e outro em novembro.

Dos dez denunciados pelo Ministério Público, oito já estão presos no setor de carceragem da 1ª Subdivisão Policial. Dois encontram-se foragidos.

DENUNCIADOS

Darcy do Nascimento Junior, vulgo “AÇOUGUEIRO”, de 32 anos;

Wanessa Leite Marinho, de 27 anos;

Adrian da Costa de Araújo, vulgo “FOGUINHO” ou “BEIÇO”, de 28 anos;

Tiago Xavier Luna, vulgo “BYBOY”, de 29 anos;

Lucas Gabriel Pontes da Silva, vulgo “LUQUINHAS” ou “TIO LUCAS”, de 19 anos;

Welington Pontes da Silva, vulgo “PERTURBA”, de 27 anos;

Leandro Rodrigues da Silva, vulgo “COREANO” ou “GRAFITE”, de 27 anos;

Hagnos Wislan Alves Olimpio, vulgo “LACOSTE”, de 20 anos;

Alex Sandro Antero de Souza, vulgo “LECO” ou “LEQUINHO”, de 28 anos;

Marcelo de Jesus Rosa Peres, vulgo “TIO TONHA”, de 23 anos.

Esses dois últimos encontram-se em lugar incerto e não sabido.

Assassinato foi gravado em vídeo

De acordo com a denúncia da 6ª Promotoria de Justiça de Paranaguá, Osmar Teixeira Policarpo foi assassinado sob a acusação de que teria praticado um crime sexual contra a enteada de Adrian e filha de Wanessa.

Ele foi primeiramente confinado em uma casa no Morro da Cocada, e depois no interior de uma residência no Porto dos Padres. Nesse cativeiro, ele foi constrangido, ameaçado de morte até ‘confessar’. Após, Osmar foi “julgado” e condenado à morte.

Na madrugada de 7 de novembro, Darcy, Leandro, Adrian e dois adolescentes – um de 15 e outro de 16 anos – amarraram Osmar e o levaram até o leito do Rio Emboguaçu. Lá, Adrian desferiu-lhe golpes com uma faca que culminaram na sua morte.

Em um vídeo apreendido pelas autoridades policiais, aparecem os três maiores e os dois adolescentes e também o corpo de Osmar. As imagens mostram a decapitação dele, feita com um machado, e, depois, o corpo sendo aberto pelo “Açougueiro”, que retira o coração do homem. Na sequência, Darcy Açougueiro crava uma faca no coração retirado.

Osmar foi vítima do Tribunal do Crime. (Foto: facebook)

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Simulado testa atendimento ao coronavírus no Porto de Paranaguá

Exercício testou todo processo de atendimento em casos reais

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Fotos: Ascom Portos do Paraná

Um exercício simulado reuniu agentes de saúde, trabalhadores e autoridade portuária no combate ao coronavírus no Porto de Paranaguá, nesta sexta-feira (21).

A simulação da chegada de um tripulante de navio com sintomas do novo COVID-19 reuniu Portos do Paraná, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Primeira Regional de Saúde, SAMU, Hospital Regional do Litoral e o Órgão Gestor de Mão de Obra do Trabalhador Portuário (OGMO).

A ação teve o apoio de um navio de bandeira russa e do agente marítimo e serviu para se testar todo o processo de atendimento, desde a comunicação feita pelo comandante até a retirada do paciente e encaminhamento ao hospital.
“O objetivo é entender todo o fluxo que será adotado em casos reais, identificar possíveis falhas e, então, fazer as adequações necessárias e atender da maneira mais rápida e eficiente”, explica Felipe Zacharias, chefe da Seção de Segurança e Medicina do Trabalho da Portos do Paraná.

De acordo com ele, é essencial que os órgãos envolvidos trabalhem em sintonia. “Se nossa comunicação falha, muito provavelmente o atendimento também vai falhar. Por isso, a intenção é envolver todos na sistemática, já que a operação portuária é muito complexa e ainda não existem casos da doença no Brasil”, aponta.

SIMULAÇÃO
O exercício começou com o contato feito pelo comandante do navio, que acionou a agência marítima sobre a suspeita da doença. A empresa, que atende o transportador no Porto de Paranaguá, fez o comunicado para a Anvisa e ao setor responsável da Portos do Paraná.

A partir disso, a Guarda Portuária foi acionada para fazer o isolamento do acesso ao navio, enquanto a Anvisa chegava ao local para avaliar a situação.
“A participação da Guarda neste tipo de simulação é importante porque permite que a equipe se prepare para erros que não podem ser cometidos em uma situação real”, conta o chefe da Guarda Portuária, Cesar Kamakawa.

Constatada a suspeita de COVID-19, uma equipe do OGMO foi chamada para fazer o traslado do “paciente”, de ambulância, até o Hospital Regional do Litoral. No Hospital, o “paciente” foi encaminhado a um leito especial, já preparado para este tipo de caso.

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Paraná tem mais 25 casos e totaliza 875 pessoas com sarampo

Campanha de vacinação continua imunizando o público de cinco até 59 anos

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Foto: divulgação

A Secretaria de Estado da Saúde confirmou o registro de  25 casos novos da doença no Paraná nesta semana, conforme o boletim epidemiológico divulgado na quinta-feira (20). Com isso, o número subiu de 850, na semana anterior, para 875.

A Região Metropolitana de Curitiba concentra  90,17%, sendo a maioria deles na capital. O público mais atingido pela doença são os jovens de 20 a 29 anos, com 458 casos, representando 52,3% das confirmações.

Na sequência, está a faixa de 10 a 19 anos, com 226 casos, representando 25,8%; e de 30 a 39 anos, com 100 casos, representando 11,4% do total de casos confirmados.

Segundo a secretaria, permanecem em investigação 1.740 casos e 454 foram descartados. O monitoramento registra as ocorrências a partir de agosto de 2019.

“Estamos em plena campanha nacional de vacinação contra o sarampo, focando especialmente os jovens, mas imunizando também de forma seletiva, de acordo com o histórico vacinal, todo o público de cinco até 59 anos”, explicou o secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto.

“A vacina está disponível em todas as 1.852 salas de imunização do Estado e reforçamos que vacinar é um ato de amor ao próximo”, afirmou o secretário. O Ministério da Saúde disponibilizou ao Paraná 1,2 milhão doses da vacina para esta campanha, que começou em 10 de fevereiro e segue até o dia 13 de março.

O sarampo é uma doença infecciosa, altamente contagiosa e pode ser contraída por pessoas de qualquer idade. É transmitida por um vírus por meio da fala, tosse, espirro e respiração. Pode levar a complicações como meningite, encefalite, pneumonia.

SINTOMAS
Febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, exantema (manchas avermelhadas na pele) são os sintomas mais comuns são, além de dor de cabeça, indisposição e diarreia.

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Homem que seduzia mulheres solitárias e tirava dinheiro delas é preso no Paraná

“Estelionatário do amor” foi detido no Centro de Curitiba

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Um homem de 38 anos que aplicava golpes em mulheres solitárias foi preso em Curitiba. O suspeito já vinha sendo procurado pela polícia de Santa Catarina, onde há 17 boletins de ocorrência pela prática de fraude.

Na última quarta-feira (19), o “Don Juan” não deu sorte. A Polícia Civil do Paraná deu flagrante no momento em que o golpista tentava receber repasse em dinheiro de uma vítima paranaense do estelionato do amor.

OS GOLPES
A investigação identificou que os golpes eram precedidos de uma pesquisa minuciosa nas redes sociais para selecionar a vítima.

Segundo os investigadores, havia um perfil procurado pelo suspeito, composto por mulheres a partir de 45 anos de idade que aparentavam possuir patrimônio considerável.

A preferência recaía sobre pessoas solitárias, com indicativo de fragilidade emocional.

“O golpe do estelionato amoroso ocorre basicamente de duas formas.  Ele diz para a vítima que está fora do país e é um refugiado político. Geralmente, afirma que tem uma posição de poder, como médico, advogado, assessor parlamentar, mas que não está conseguindo voltar para o Brasil. Assim, pede dinheiro para a vítima, somente em meio virtual, para que ela deposite dinheiro em conta para ajudá-lo a se encontrar com a vítima”, explica o delegado Emmanoel David, responsável pela prisão do indivíduo.

“A segunda forma ocorre quando a vítima já está envolvida no meio virtual. Nesse momento, ele vai até ela pessoalmente e tenta iniciar um relacionamento, como ocorreu no caso deste flagrante”, frisa o delegado. “Nesse caso específico, em um período curto, de menos de um ano, a vítima transferiu a ele mais de R$ 70 mil. Ela vendeu carro, fez financiamentos, deixou de pagar o seu plano de saúde e até de fazer uma festa de aniversário para dar dinheiro ao estelionatário”, completa o policial.

PRISÃO
Segundo o que foi apurado na investigação policial, a própria vítima, de 44 anos, suspeitou do golpe e pesquisou sobre o histórico do suspeito na internet. Porém, mesmo depois de ter descoberto que ele mentiu sobre o nome e profissão, ela continuou mantendo o relacionamento virtual com o estelionatário por algum tempo.

Ao final, acabou procurando a Delegacia de Estelionatos, que conduziu a investigação e efetuou a prisão no momento em que o golpista receberia uma alta quantia em dinheiro da vítima.

As investigações, em conjunto com a polícia de Santa Catarina, apuraram que o suspeito já havia praticado crimes de estelionato anteriormente.

Foram identificados 17 boletins de ocorrência em seu nome, que envolviam golpes variados, desde a prática de crimes como entrada em hotéis e não pagar, até golpes maiores, falsas cartas de crédito, e outros estelionatos amorosos.

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