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Justiça impede shows por suspeita de fraude em festa de Campo Magro

Agora Litoral com G1
Uma liminar da Justiça impediu a realização dos shows da 1ª Festa da Cebola e Agricultura familiar de Campo Magro, na Região Metropolitana de Curitiba, por suspeita de fraudes no processo de licitação com o município. A denúncia foi do Ministério Público do Paraná (MP-PR).

O evento seria realizado entre sábado (28) e esta segunda-feira (30), dando sequência ao XXX Seminário Nacional da Cebola, que terminou na sexta-feira (27).

Na programação da festa, estavam previstas apresentações da dupla Zezé di Camargo e Luciano, que ocorreria nesta segunda-feira, e de outros artistas.

IRREGULARIDADES
A liminar, assinada pela juíza Vivian de Almeida Sobreiro, da Vara da Fazenda Pública de Almirante Tamandaré, também na Região de Curitiba, atende a um pedido do MP-PR, que apontou que a empresa contratada para ser responsável pela estrutura que recebeu o seminário se aproveitou da mesma estrutura para promover e comercializar os shows.

Conforme a liminar, caso realizasse os shows da festa, a Drial Organização de Eventos Esportivos Ltda “ganharia, a título gratuito, como verdadeiro ‘prêmio’ ou ‘brinde’, a estrutura de palco e o direito de exploração de espaço público, em exclusivo ou predominante benefício próprio, para a produção de show musical de artistas, alguns dos quais bastante famosos e renomados, sem que esse objeto tenha sido licitado ou incluído nas cláusulas do contrato (e, portanto, sem que tenha sido objeto de disputa e ampla concorrência por outros interessados)”.

Ainda segundo o MP-PR, a empresa Drial começou a vender os ingressos e anunciou os shows da festa antes mesmo dos pregões da licitação serem definidos.

A venda dos ingressos, conforme o MP-PR, “já estava aberta em 28 de março de 2018, cujo espetáculo já estava sendo anunciado ao público, inclusive por meio de página mantida na plataforma social Facebook, muito embora os pregões apenas tenham ocorrido posteriormente, em 03 de abril de 2018”.

INVESTIGADA EM PARANAGUÁ
A Drial já foi alvo de investigação do Ministério Público de Paranaguá, após denúncia do Agora Litoral. Na época, apesar de ter mostrado que o dono dessa empresa e de outras três que concorreram no Pregão das Festas Populares era o mesmo, o promotor encarregado não levou a investigação até o fim.

RELEMBRE

Empresas do mesmo dono fraudaram Pregão das Festas

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