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Governo libera obra de duplicação da principal via de Matinhos

Avenida faz parte da PR-412, que liga Guaratuba, Matinhos e Pontal do Paraná.

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Ordem de serviço foi assinada na terça-feira (4)

O governador Carlos Massa Ratinho Junior assinou na terça-feira (4), no Palácio Iguaçu, a ordem de serviço para as obras de duplicação da Avenida JK (PR-412), em Matinhos. A expectativa é que a remodelação da via tenha início neste mês.

Antiga reivindicação dos moradores e frequentadores do Litoral paranaense, a JK faz parte da PR-412, rodovia que liga as cidades de Guaratuba, Matinhos e Pontal do Paraná.

O investimento é de R$ 34,57 milhões. Uma fatia dos recursos que garantiu o início da obra ainda neste ano, no valor de R$ 12 milhões, foi repassado pela Assembleia Legislativa, atendendo a um pedido do Governo do Estado. A transferência é uma antecipação de parte da verba que anualmente o Poder Legislativo devolve ao Executivo, fruto da economia na administração da Casa.

O restante será bancado com recursos do Governo do Estado, especificamente da Secretaria de Estado da Infraestrutura e Logística.

“Essa obra é a solução para um gargalo histórico do Paraná. Com a modernização e duplicação da Avenida JK damos o pontapé inicial para uma série de ações estruturais que vão mudar a cara do Litoral paranaense”, ressaltou Ratinho Junior.

O governador citou, entre outras ações em andamento, a construção da ponte de Guaratuba, a duplicação da PR-407, a regularização fundiária da Ilha do Mel e a engorda da praia de Matinhos.

“É uma programação completa para a melhoria da infraestrutura de toda a região, com foco no desenvolvimento e na geração de emprego e renda”, afirmou.

“São investimentos que colaboram com o desenvolvimento do Paraná e a Assembleia Legislativa pode ser parceira do Governo do Estado”, completou o presidente da Assembleia Legislativa, Ademar Traiano.
PROJETO – A obra consiste na duplicação em um trecho de 2,4 quilômetros de extensão, entre as ruas Alvorada (que dá acesso ao ferryboat) e Pastor Elias Abraão (prédio da prefeitura). Além da restauração e implantação de pista dupla na avenida JK, o edital prevê a readequação do canal de macrodrenagem do rio da Draga.

O projeto estabelece duas faixas de tráfego em cada sentido, com 3,6 metros de largura cada, totalizando 7,2 metros por pista, separadas por um canal projetado entre barreiras de concreto.

Na interseção com a avenida Paraná será implantada uma rotatória com semáforo. “A JK é simbólica. Vamos começar imediatamente com a assinatura da ordem de serviço. Estamos resgatando um desejo antigo de toda a população do Litoral”, disse o secretário da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.

Além da duplicação, toda a drenagem da PR-412 será adequada para evitar alagamentos, por meio da implantação de dispositivos que maximizam a capacidade hidráulica do sistema. O canal, hoje a céu aberto, será totalmente revestido em concreto e reposicionado em alguns trechos.
COMÉRCIO – Para atender o comércio da região foi prevista uma faixa de estacionamento com dois metros de largura. Em função do alto fluxo de ciclistas e pedestres será implantada uma ciclovia compartilhada.

“Todos os paranaenses que têm sua segunda residência em alguma praia do Litoral também serão beneficiados. Trará mais agilidade e segurança para quem usa essa avenida”, afirmou o prefeito de Matinhos, Ruy Hauer.

Também estão programadas melhorias na rede de iluminação e sinalização, além de sinalização semafórica integrada. Toda a drenagem da rodovia será adequada para evitar alagamentos. “Vão, enfim, acabar os alagamentos no nosso município”, reforçou Hauer.

A previsão é de que as obras sejam concluídas no prazo de 18 meses. “Foi uma luta muito grande, mas vencemos e vamos conseguir tocar essa obra tão importante para o Litoral do Paraná”, afirmou Fernando Furiatti, diretor-geral do Departamento de Estradas e Rodagem do Paraná (DER-PR).

Da Agência Estadual de Notícias / Fotos: Rodrigo Felix Leal

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Saúde confirma mais dois óbitos e 78 novos casos de Covid-19 no Litoral

Cidades litorâneas somam 7.848 casos e 178 óbitos pela infecção

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A Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) confirmou mais dois óbitos e 78 novos casos de Covid-19 nesta quarta-feira (28) no Litoral do Paraná.

Os óbitos confirmados ocorreram em Antonina e Paranaguá. Os novos casos foram registrados em: Paranaguá (31); Antonina (16); Matinhos (16); Guaratuba (8); Morretes (6); e Pontal do Paraná (1).

Com esses novos números o total de óbitos de moradores no Litoral é de 178 (alguns confirmados pelo Hospital Regional ainda não foram computados).

As cidades litorâneas somam 7.848 casos. São 4.750 em Paranaguá; 931 em Guaratuba; 625 em Antonina; 556 em Pontal do Paraná; 510 em Morretes; 419 em Matinhos; e 57 em Guaraqueçaba.

RECUPERADOS – De acordo com a Sesa, 6.161 pacientes do Litoral já se recuperaram da infecção.

Paraná acumula 208.683 casos e 5.098 óbitos pela infecção

A Secretaria de Estado da Saúde divulgou também mais 1.349 casos confirmados e 18 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 208.683 casos e 5.098 mortos em decorrência da doença.

INTERNADOS – 621 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados nesta quarta-feira (28). Há outros 879 pacientes internados, que aguardam resultados de exames.

ÓBITOS – A secretaria estadual informou ainda a morte de mais 18 pacientes. Todos estavam internados. São sete mulheres e 11 homens, com idades que variam de 47 a 91 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 31 de agosto e 28 de outubro.

Os pacientes que foram a óbito residiam em: Foz do Iguaçu (3). Londrina (3), Maringá (3), Curitiba (2) e um óbito em cada um dos seguintes municípios: Antonina, Paranaguá, Paranavaí, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Salto do Lontra e São José da Boa Vista.

FORA DO PARANÁ – O monitoramento da Sesa registra 2.218 casos de residentes de fora. Destes, 49 foram a óbito.

VEJA O INFORME DA SESA
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Incêndio assusta moradores no Centro Histórico de Paranaguá

Foi na madrugada desta quarta-feira, na Rua João Régis

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Na madrugada desta quarta-feira, 28, um incêndio em um imóvel na Rua João Régis, Centro Histórico de Paranaguá, movimentou equipes da Guarda Civil Municipal e do Corpo de Bombeiros. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

Uma equipe de Rádio Patrulha da GCM passava pelo local, por volta da 1h45, quando avistou uma casa em chamas e, de imediato, entrou em contato com o Corpo de Bombeiros e permaneceu no local, dando início ao combate ao fogo junto com populares.

O fogo se concentrou no telhado da moradia, de alvenaria, e acabou desabando. Instantes depois uma equipe de combate a incêndio do 8º GB chegou ao local e controlou a situação, sendo registrados apenas danos materiais no imóvel.

Os agentes da GCM conversaram com a proprietária, a qual relatou que no local onde ocorreu o fogo não havia fiação elétrica e que era um quartinho, separado da casa, usado como depósito e que, por isso, não saberia informar o que provocou o incêndio.

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Paraná vai ampliar movimentação no Porto de Antonina

Investimento será de R$ 160 milhões

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Porto de Antonina

O Paraná vai ampliar as movimentações de granéis sólidos (fertilizantes nitrogenados, fosfatados e potássio) por meio do Porto de Antonina.

O governador Carlos Massa Ratinho Junior assinou nesta terça-feira (27), no Palácio Iguaçu, protocolo de intenções com a Interbulk S.A, que prevê a adesão da empresa ao programa de benefícios fiscais do Estado.

O investimento privado será de R$ 159,09 milhões.

O grupo pretende instalar, em duas fases, uma unidade misturadora de fertilizantes, com capacidade para produzir até um milhão de toneladas por ano.

O complexo será erguido a cerca de 200 metros do portão B do Terminal Portuário da Ponta do Félix. A empresa não estima ainda a quantidade de empregos que serão criados com a iniciativa.

“Os portos do Paraná necessitam de mais investimentos como esse. É algo que vai melhorar e muito a logística e infraestrutura de todo o Litoral, com reflexo na geração de emprego em Antonina. Sem contar o aumento da capacidade de importação e exportação de fertilizantes, vital para o agronegócio do Estado”, destacou Ratinho Junior.

O diretor-presidente dos Terminais Portuários da Ponta do Félix S/A (TPPF), Gilberto Birkhan, explicou que o projeto se dará em etapas.

A primeira prevê a construção de 8 armazéns com capacidade estática de 12 mil toneladas cada um, totalizando 24 mil metros quadrados, com movimentação de até 96 mil toneladas a granel e ensaque.

Contará ainda com áreas de apoio e a instalação de duas balanças rodoviárias de 30 metros cada uma. O valor previsto nesta fase é de R$ 60 milhões.

Na sequência, a empresa vai estruturar a implantação da unidade misturadora de fertilizantes com três linhas de expedição de ensaque com capacidade para 300 toneladas por hora.

O projeto estabelece, ainda, mais um armazém estruturado com capacidade estática de 100 mil toneladas, totalizando 13,3 mil metros quadrados, duas novas balanças rodoviárias e uma linha de recebimento de matéria-prima e insumos com capacidade 300 toneladas por hora.

Os recursos são da ordem de R$ 99 milhões.

“Temos um contrato em vigor de passagem com o Porto de Antonina, e essa ação vai estimular a economia da região e do Paraná como um todo”, afirmou Birkhan.
AJUSTE FISCAL – O executivo lembrou que a empresa passará a contar com incentivo fiscal que permitirá ser mais competitiva em relação a concorrentes de outros estados.

De acordo com a Secretaria de Estado da Fazenda, haverá a aplicação de um crédito presumido de 75% sobre o valor do imposto incidente sobre saídas interestaduais de fertilizantes industrializados. O ICMS de fertilizante para outros estados é, em média, alíquota de 4%.

“Passaremos a contar com uma isonomia no tratamento fiscal em relação a outras unidades da federação. Assim, se deixa de prejudicar a economia local com a criação de novos postos de trabalho”, disse Birkhan.

IMPORTAÇÃO – Quase metade de tudo o que os portos do Paraná importaram, de janeiro a agosto deste ano, é fertilizante. Foram 6,8 milhões de toneladas de adubos, representando um aumento de 4,6%, em relação ao volume importado no mesmo período do ano passado – 6,5 milhões de toneladas.

Cerca de 93,5% do volume de fertilizantes descarregados nos portos paranaenses são graneis sólidos. O restante se divide entre graneis líquidos e os adubos que chegam em contêineres.

Os terminais paranaenses seguem sendo os principais portos importadores de fertilizantes do país, recebendo cerca de 32% do que chega ao Brasil. Rússia, China, Canadá, Marrocos e Belarus são as cinco principais origens dos fertilizantes que chegam pelos portos do Estado.

CABOTAGEM – Ratinho Junior ressaltou, também, que o novo investimento ajudará o Paraná a consolidar o Porto de Antonina como referência nacional para a navegação por cabotagem, feita entre portos de um mesmo País.

Ele lembrou que a modalidade vem sendo bastante incentivada pelo Governo Federal, que encaminhou em agosto ao Congresso Nacional o Projeto de Lei 4199/2020. A proposta, que tramita em caráter de urgência, institui o Programa de Estímulo ao Transporte por Cabotagem, a chamada BR do Mar.

Segundo o Ministério da Infraestrutura, o objetivo é estabelecer novas condições para ampliação de frota dedicada. “Estamos preparando o Terminal de Antonina, seja com investimentos públicos ou privados, para ser referência no sistema de cabotagem, melhorando a movimentação de cargas”, disse o governador.

BENEFÍCIOS – Diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia reforçou que o Estado oferece vantagens para quem optar pelo transporte por essa modalidade, com redução de até 50% nas taxas cobradas.

As vantagens oferecidas pela empresa pública paranaense são nas tarifas Inframar (paga pelo armador pela utilização da infraestrutura de acesso e abrigo), Infraport (paga pelo operador portuário sobre a utilização da infraestrutura terrestre ou portuária) e Infracais (paga pelo armador para ocupação do cais de acostagem).

Os valores consideram a mercadoria e o tipo de embarcação, entre outras variáveis.

“A dedução é uma forma de incentivar a cabotagem. Acreditamos que essa é uma alternativa logística importante, não apenas para reduzir os custos, mas também para desafogar os demais modais, principalmente o rodoviário”, afirmou Garcia.

Da Agência Estadual de Notícias
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