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Festa em plena pandemia vira caso de polícia em Matinhos

Evento foi marcado pelas redes sociais e reuniu 80 pessoas.

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Foto e vídeo cedidos pelo setor de Comunicação Prefeitura de Matinhos

Uma festa clandestina em plena pandemia de Covid-19, na noite de sábado (23), virou caso de polícia em Matinhos, no Litoral do Paraná.

A força-tarefa de fiscalização e combate à Covid-19 – integrada por órgãos da Prefeitura, Conselho Tutelar, Guarda Civil e Polícia Militar – foi até o local e acabou com a farra, que reunia mais de 80 pessoas, entre essas muitos menores de idade.

Entre os presentes, além de Matinhos, estavam pessoas de Guaratuba, Pontal do Paraná, Curitiba e Paranaguá.

Na ação houve a apreensão de drogas, bebidas e dinheiro.
Nas buscas dentro da residência foi encontrado, em um dos quartos, um pedaço grande de crack, pesando 9,3 gramas, além de um tablete de maconha.

Em outros cômodos da casa haviam mais pedaços de maconha, totalizando 26 gramas do entorpecente.

A festa, denominada pelos organizadores como “Social Carlos e Gi”, foi marcada pelas redes sociais e ocorreu na Rua Felipe Mendes, Vila Nova.
Três pessoas foram identificadas como responsáveis pela festa, sendo um homem de 21 anos, uma mulher de 38 e uma adolescente de 16.

Com o homem, foi apreendida a quantia de R$ 642 referente à cobrança da entrada dos participantes. O ingresso custava, em média, R$ 15 por pessoa.
Várias garrafas com bebida alcoólica, que estavam sendo servidas aos menores de idade, foram apreendidas pelas equipes e os três responsáveis pela festa foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Matinhos.

Eles serão enquadrados por fornecer bebida alcoólica a menores de 18 anos, além de desobediência ao Decreto Municipal 318/2020, que trata das novas medidas de restrição em Matinhos, em decorrência da pandemia da Covid-19.

Segundo a PM, a mulher também deverá responder pelo crime de tráfico de drogas.

Durante a abordagem, ainda foi detido um rapaz de 23 anos, flagrado com uma pequena quantidade de maconha. Ele foi encaminhado ao quartel para a confecção de Termo Circunstanciado.

Outro homem de 42 anos também foi encaminhado para a unidade policial, pois foi flagrado pelos fiscais da prefeitura realizando tatuagens no imóvel, contrariando o decreto municipal e caracterizando uma contravenção penal de desobediência.

VEJA O VÍDEO DA AÇÃO

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COVID-19: Secretaria de Saúde confirma 50 novos casos e 4 óbitos no Litoral

Região litorânea chega a 744 confirmações e 14 mortes pela doença.

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O informe epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) desta sexta-feira (3) traz a confirmação de 50 novos casos e quatro óbitos decorrentes da Covid-19 no Litoral do Paraná.

Paranaguá registrou três óbitos e Matinhos 1. A região chega agora, segundo a Sesa, a 14 óbitos pela doença.

Os novos casos confirmados são 26 em Paranaguá; 9 em Guaratuba; 7 em Antonina; 5 em Pontal do Paraná; 2 em Matinhos (2); e 1 em Morretes.

O total de casos na região chega a 744: são 441 em Paranaguá, 92 em Morretes, 87 em Pontal, 61 em Guaratuba, 33 em Matinhos, 29 em Antonina, e 1 em Guaraqueçaba.

RECUPERADOS – O Litoral do Paraná, de acordo com as prefeituras, já teria 182 pacientes recuperados da doença provocada pelo novo coronavírus.

Paraná tem mais 1.840 casos e 22 mortes pela Covid-19

A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta sexta-feira (3) 1.840 novas confirmações e 22 mortes pela infecção causada pelo novo coronavírus. O Paraná soma 27.864 casos e 715 mortos em decorrência da doença. Há dois ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

INTERNADOS – 708 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados hoje: 547 pacientes estão em leitos SUS (192 em UTI e 355 em leitos clínicos/enfermaria) e 161 em leitos da rede particular (61 em UTI e 100 em leitos clínicos/enfermaria).

Há outros 882 pacientes internados: 453 em leitos UTI e 429 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

ÓBITOS  A secretaria estadual informa a morte de mais 22 pacientes. Todos estavam internados. São cinco mulheres e 17 homens, com idades que variam de 42 a 91 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 15 de junho a três de julho.

Os pacientes que faleceram residiam em: Curitiba (4), Paranaguá (3), Arapongas (2), Cascavel (2), Janiópolis (2), Londrina (2). E um óbito em cada um dos seguintes municípios: Araucária, Cambé, Colombo, Matinhos, Pinhais, São José dos Pinhais e São Mateus do Sul.

MUNICÍPIOS – 363 cidades paranaenses têm ao menos um caso confirmado pela Covid-19. Em 150 municípios há óbitos pela doença.

FORA DO PARANÁ – O monitoramento da Sesa registra 302 casos de residentes de fora. Treze pessoas foram a óbito.

VEJA O BOLETIM DA SESA
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Silos públicos do Porto de Paranaguá têm desempenho recorde

Volume de embarque é o maior dos últimos dez anos.

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Foto: Claudio Neves/APPA

Os silos públicos do Porto de Paranaguá registraram o maior volume de embarque dos últimos dez anos. A quantidade de soja, em grão e farelo, somou quase 1,66 milhão de toneladas no primeiro semestre deste ano, com aumento de 67,8%, em relação ao volume embarcado pelo complexo em 2019 (cerca de 988,4 mil toneladas).

Para o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, os números reforçam o bom desempenho da atividade portuária paranaense. “São diferentes fatores que impulsionaram as exportações de grãos. Mas, é preciso destacar o alinhamento com os operadores que utilizam os terminais públicos. É a boa gestão do sistema logístico que garante agilidade no fluxo entre o recebimento da carga e os carregamentos dos navios”, avalia.

A estrutura é administrada pela empresa pública Portos do Paraná e integra o complexo do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá. Segundo o diretor de Operações, Luiz Teixeira da Silva Júnior, os esforços conjuntos das esferas pública e privada garantem maior eficiência operacional.

“A administração pública e os demais terminais privados interligados têm investido muito na qualidade operacional, alcançando altos índices de produtividade”, diz Teixeira da Silva. “Os regulamentos operacionais são aperfeiçoados constantemente e as melhorias fizeram do Corredor de Exportação um porto seguro para o agronegócio brasileiro”, afirma.
COMPLEXO – O Porto de Paranaguá conta com dois silos públicos: um vertical, dedicado à soja em grão, com capacidade de armazenar até 100 mil toneladas; e quatro horizontais, com capacidade total para 60 mil toneladas de farelo de soja.

Por estas estruturas, operam as empresas que não têm terminais próprios em Paranaguá. Atualmente, os operadores dos silos públicos são a Céu Azul, Grano Logística, Gransol, Marcon, Sulmare, Tibagi e Transgolf, que trabalham com diversos exportadores menores.

DIFERENCIAL – Como explica Luis Douglas Henrique, da Divisão de Silos da Portos do Paraná, entre os principais fatores que colaboraram para os resultados atingidos pelos silos públicos estão o aumento no volume de comercialização da soja pelos produtores e exportadores e, consequentemente, uma maior utilização desses terminais.

“Além disso, a capacidade de descarga dos silos públicos também é um grande diferencial para garantir fluxo de recebimento e atendimento aos navios, mesmo neste período de estiagem ocorrido nos primeiros meses do ano”, comenta.

Segundo ele, a descarga otimizada pelo modal Ferroviário, com ajustes de origem, encostes, janelas, descargas e programações junto à operadora da ferrovia, a empresa Rumo, também é fator determinante dos resultados.

“O modal rodoviário também passou por uma otimização no tempo de descarga com a implantação da chamada liberação automática de caminhões do pátio triagem”, diz.
COLABORAÇÃO  Enquanto a Portos do Paraná gerencia as instalações públicas, fornece materiais para manutenção e fiscaliza os serviços prestados, a Associação dos Operadores do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá (Aocep) é responsável por executar as atividades operacionais e a manutenção do ativo, conforme delimitado em acordo de cooperação.

De acordo com Sandro Hech Barbosa, gerente administrativo-financeiro da Associação, os operadores dos silos públicos já esperavam um ano muito positivo, como vem sendo o primeiro semestre de 2020.

“Estamos conseguindo apresentar um resultado muito positivo para o mercado. Hoje temos uma estrutura que representa alta confiabilidade. Isso está sendo percebido e os clientes sentem-se seguros e confortáveis em trabalhar com os silos públicos”, salienta.

Segundo ele, os resultados também se devem à sintonia entre operadores e a administração dos Portos. “Os operadores se reúnem diariamente com a diretoria de operações (Disilo), quando fazem um diagnóstico diário e a programação logística. Essa sintonia, o diálogo constante e um bom planejamento é o que vem refletindo nesse desempenho”, completa o representante da Aocep.
SILOG – A organização do fluxo de caminhões e vagões também é essencial para a eficiência do complexo. Por isso, a Portos do Paraná utiliza o Sistema Logístico do Corredor de Exportação (Silog), que analisa uma série de variáveis para a programação de descarga nos silos públicos.

“Organizamos as nomeações recebidas, por ordem cronológica de atracação dos navios, o que nos permite que sejam atendidos os navios conforme a sequência de atracação, caso contrário poderia prejudicar seriamente o giro do terminal”, explica Luis Douglas, da Divisão de Silos.

Segundo ele, equalizar a data prevista de atracação do navio e o volume a ser recebido, de acordo com a capacidade de recepção do terminal e espaço disponível, é o principal objetivo dessa programação. “É justamente esse sistema que permite que os silos públicos atendam todos os tipos de clientes”, conclui.

Confira  AQUI  tabela com o desempenho dos silos públicos nos últimos 10 anos.

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Hospital Regional confirma mais duas mortes pela Covid-19 em Paranaguá

Pacientes, de 55 e 42 anos, são residentes na cidade.

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Mais duas mortes em decorrência da Covid-19 ocorreram em Paranaguá. A informação é do Hospital Regional do Litoral.

Segundo a instituição, as vítimas foram dois homens, residentes na cidade.

O primeiro, de 55 anos, que havia testado positivo para a doença em 24 de junho, era diabético tipo 2 e estava com uma lesão em 70% dos pulmões.

O segundo, de 42 anos, havia sido encaminhado pelo Instituto do Rim, pós transplante renal e fazendo hemodiálise. Ele era hipertenso e tinha testado positivo para Covid-19 no Hospital Angelina Caron em 18 de junho.

Ainda de acordo com a direção, um outro óbito ocorrido no Hospital Regional está em investigação.

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