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Evo Morales renuncia ao cargo de presidente

Ele não é mais presidente da Bolívia

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Evo Morales renunciou (Foto: Carlos Garcia Rawlins/Reuters)

Evo Morales renunciou ao cargo de presidente da Bolívia. Em pronunciamento feito de Chimboré, na província de Cochabamba, ele disse que renuncia para que os opositores parem de cometer violências contra seus apoiadores.

No pronunciamento, acompanhado de seu vice-presidente, Alvaro Garcia Linera, Morales acusou Carlos Mesa, ex-presidente, e Luis Fernando Camacho, líder dos protestos de oposição, de cometerem um golpe de Estado.

“Estamos renunciando para que nossos irmãos mais humildes deixem de ser agredidos. Família pobres, humildes, não queremos que haja enfrentamentos”, disse Morales. “Decidimos renunciar ao nosso triunfo para que haja eleições, tudo isto pela Bolívia, pela pátria”.

Cerca de uma hora antes, o comando das Forças Armadas da Bolívia e os chefes de polícia haviam feito anúncios pedindo a renúncia de Morales.

Eleições iniciaram crise

A decisão de Evo Morales ocorre vinte dias após a votação que teria lhe garantido o quarto mandato consecutivo à frente do governo boliviano já no primeiro turno, vencendo o opositor e ex-presidente Carlos Mesa.

O resultado das eleições de 20 de outubro, no entanto, foram contestados pela oposição e deflagraram grandes protestos contra e a favor de Morales.

Os confrontos entre partidários e opositores do presidente se intensificaram na última semana.

Motins e auditoria

No sábado (9), houve notícias de motins em quartéis de polícia. No domingo, a auditoria eleitoral feita pela OEA (Organização dos Estados Americanos) apontou a existência de indícios de fraude. De imediato, Morales foi à TV para anunciar que aceitava o resultado da auditoria e convocaria novas eleições.

À tarde, a movimentação nas ruas aumentou. Com a prisão de membros do Tribunal Supremo Eleitoral, acusados de envolvimento com as fraudes, e adesão das Forças Armadas, da Chefia de Polícia e da Defensoria Pública às pressões por renúncia, Morales partiu de avião de La Paz para Chimboré.

No pronunciamento sobre a renúncia, Morales denunciou diversos atos violentos contra líderes do seu partido e às famílias dele e de Linera. “Se algo acontecer com Evo ou Álvaro, saibam, será responsabilidade de Mesa e Camacho”.

Com informações do R7.com

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Litoral do Paraná tem mais seis casos confirmados de Covid-19

Novos casos são em Paranaguá, Matinhos, Antonina e Guaratuba.

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O Litoral do Paraná teve confirmados neste sábado (6) mais seis casos de infectados pelo novo coronavírus.

As cidades de Paranaguá e Matinhos registraram mais dois casos cada, e os municípios de Antonina e Guaratuba mais um.

Com essas novas confirmações o total de casos na região passa para 138:

73 em Paranaguá; 28 em Guaratuba; 10 em Pontal do Paraná; 10 em Matinhos; 9 em Morretes; 7 em Antonina; e 1 em Guaraqueçaba.

O Litoral do Paraná contabiliza 6 óbitos de moradores – 4 em Paranaguá (mais 2 residentes em outras cidades), 1 em Guaraqueçaba e 1 em Guaratuba.

Paraná tem mais 263 confirmações e seis óbitos
No informe epidemiológico deste sábado (6), a Secretaria de Estado da Saúde confirmou mais 263 casos e 6 óbitos pelo novo coronavírus no Paraná. O informe número acumulado de pessoas infectadas é de 6.604. Destas, 232 morreram em decorrência da doença.

Os seis pacientes que faleceram estavam internados. São cinco homens e uma mulher. Na quinta-feira (4), foram a óbito: dois homens, um de 72 anos que morava em Alvorada do Sul, e outro de 84, que residia em Londrina, e uma mulher de 37 anos que era moradora de Assis Chateaubriand.

Na sexta-feira (5) faleceu um homem de 62 anos, que residia em São José dos Pinhais. E neste sábado dois homens foram a óbito: um de 83 anos que residia em São José dos Pinhais, e outro, de 66, que era morador de Fazenda Rio Grande.

MUNICÍPIOS – 274 cidades paranaenses têm ao menos um caso confirmado pela Covid-19. Em 82 municípios há registro de óbitos pela doença.

Casos novos e municípios:
52 casos confirmados – Cascavel;
38 casos confirmados – Curitiba;
28 casos confirmados – Maringá;
20 casos confirmados – Londrina;
16 casos confirmados – Cianorte;
08 casos confirmados – Jaguariaíva;
06 casos confirmados – Piraquara;
04 casos confirmados – Clevelândia; Colombo; Rondon; Tuneiras do Oeste;
03 casos confirmados – Arapongas; Arapoti; Cantagalo; Carambeí; Conselheiro Mairinck; Fazenda Rio Grande; Missal; Pinhais; Pitanga; Tapejara; Tomazina;
02 casos confirmados – Matinhos; Paranaguá; Assis Chateaubriand; Campo Largo; Jussara; Reserva do Iguaçu; São José dos Pinhais; São Tomé; Siqueira Campos; Toledo; Umuarama;
01 caso confirmado – Antonina; Guaratuba; Araucária; Bom Jesus do Sul; Califórnia; Cambé; Campo Bonito; Castro; Chopinzinho; Foz do Jordão; Francisco Beltrão; Guaporema; Guarapuava; Imbaú; Iracema do Oeste; Irati; Itaipulândia; Jaguapitã; Lapa; Mandirituba; Nova Olímpia; Paranavaí; Ponta Grossa; Quatro Barras; Tijucas do Sul.

FORA DO PARANÁ – O monitoramento da Sesa registra 89 casos de residentes de fora. Sete pessoas foram a óbito.

VEJA O BOLETIM DA SESA
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Fusca cai em barranco na Graciosa e motorista fica preso nas ferragens

Vítima foi resgatada pelos Bombeiros e levada para o Cajuru.

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O motorista de um fusca caiu num barranco na Estrada da Graciosa, em Morretes, na tarde deste sábado (6).

Ele subia a serra para retornar até Campina Grande do Sul quando perdeu o controle do veículo.

Um dos passageiros conseguiu sair do carro e pedir ajuda, mas o outro ficou preso nas ferragens.

Um homem de 50 anos foi retirado das ferragens por uma equipe do Corpo de Bombeiros e, em seguida, transportado pelo helicóptero Falcão 3, da Polícia Militar, ao Hospital Cajuru.

Informações preliminares dão conta que a vítima teria possíveis fraturas e lesões nas costelas e vértebras da coluna, mas nada tão grave, segundo o Corpo de Bombeiros.

Acredita-se que a vegetação tenha amortecido a queda. O fusca ficou totalmente destruído.

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Paranaguá resgata 136 anos de história com reinauguração da Estação Ferroviária

Prédio foi totalmente restaurado após 10 anos de abandono.

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Fotos: PMP

Esta sexta-feira (5) vai entrar para a história de Paranaguá como o dia da reinauguração da Estação Ferroviária. A cerimônia aconteceu às 12h, sem a presença do público, mas somente de algumas poucas autoridades e profissionais de imprensa para fazer o devido registro, por conta da pandemia do coronavírus.

Mesmo assim, aos presentes foram impostas rígidas regras de distanciamento social e obrigatoriedade do uso de máscaras e álcool em gel.

Secretários municipais e vereadores também acompanharam presencialmente, assim como representantes da Caixa Econômica Federal. O projeto para restauro foi desenvolvido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Natural (Iphan), órgão do governo federal, e repassado ao município.

A restauração completa teve custo de R$ 2,2 milhões, sendo R$ 435 mil de recursos próprios da Prefeitura de Paranaguá e R$ 1,7 milhão do governo federal. O prédio foi restaurado tendo sido respeitadas as características do projeto original, de acordo com o secretário municipal de Obras Públicas, Sílvio César Loyola.“Foi um trabalho minucioso, como o restauro das portas e janelas originais. Só não foram mantidas questões que atualmente não cabem mais. Em mais de 100 anos as técnicas construtivas evoluíram bastante”, disse o secretário.

Houve necessidade de realizar adaptações para facilitar o acesso de pessoas com dificuldades de locomoção, com rampas e banheiros acessíveis.

“Quando o prédio foi construído não havia ainda essa preocupação com inclusão. Para os dias de hoje isso é uma necessidade indiscutível e por isso foi incluído no projeto”, completou Sílvio Loyola.

O secretário de Estado de Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Márcio Nunes, compareceu à cerimônia representando o governador Ratinho Júnior. Ele disse que a reinauguração é um “momento importante” e que o Governo do Estado está tendo “um olhar diferenciado para o litoral, em especial para Paranaguá”.

“O Governo do Estado tem certeza que o crescimento do litoral e de Paranaguá são de vital importância para o Brasil”, comentou o secretário Márcio, que defendeu ainda equilíbrio entre a atividade econômica e a questão ambiental.

O restante do trabalho realizado pela equipe da empresa contratada para fazer o restauro seguiu os traços originais. Incluiu ainda a reabertura de um dos arcos fechados numa intervenção anterior.
Houve restauração completa da bilheteria central e do biombo de anteparo visual da entrada dos banheiros, que haviam sido danificados pela ação de vândalos durante os anos em que o prédio ficou abandonado e pela queda do telhado.

Ao longo deste período de abandono da Estação Ferroviária o telhado desabou, o assoalho foi todo retirado, as paredes corriam risco de desmoronar e tinham sido pichadas por pessoas em situação de rua e usuários de drogas que habitavam o espaço.

“A Estação Ferroviária sempre foi nossa porta de entrada para turistas vindos de trem para a cidade. Ela sempre teve uma enorme importância para nosso turismo e infelizmente chegou ao ponto de ser abandonada pelas autoridades e correr o risco de desabar inteira. Felizmente hoje estamos tendo a alegria de fazer essa reinauguração”, comemorou o secretário municipal de Cultura e Turismo, Harrison Camargo.
MUSEU
Todo o acervo com peças que remontam ao período em que a Estação Ferroviária foi construída, bem como a estrada de ferro, está em exposição no prédio. Trata-se de um museu com objetos originais.
A Secretaria Municipal de Cultura e Turismo será a responsável pela administração e manutenção do espaço. Ainda não foi definida a destinação do espaço e a disponibilização para o público em geral.
HISTÓRIA
Documentos históricos mostram que a estrutura da Estação Ferroviária incluía o espaço onde atualmente está instalada a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (ao lado), inaugurada em 1884.

A Princesa Isabel veio a Paranaguá para acompanhar a inauguração do trecho da Estrada de Ferro e desembarcou com sua comitiva no local. O prédio atual passou por alterações em 1922.
Todas as intervenções realizadas na restauração de 2020 tiveram anuência dos órgãos de proteção do patrimônio cultural.

Da PMP
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