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Estudo aponta aumento de ovos do mosquito da dengue em Paranaguá

Situação pode piorar com a chegada do verão.

Agora Litoral
Faltando poucos meses para o verão, a preocupação com a presença de focos de dengue aumenta. Um estudo realizado em Paranaguá, cidade que já teve situação alarmante em relação ao problema, indicou aumento no número de ovos do mosquito Aedes Aegypti, que transmite dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana.

Os focos do mosquito são monitorados pela secretaria de estado da Saúde e pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Dados recentes do estudo indicam que quase 60% das armadilhas instaladas apresentaram ovos e a quantidade encontrada foi muito maior que no mesmo período do ano passado.

“O estudo traz uma série histórica da distribuição espacial dos criadouros e o índice de presença do mosquito na área urbana de Paranaguá. Neste estágio, podemos tentar prever o que pode acontecer e a situação é alarmante. O número de ovos por armadilha cresceu e significa que precisamos tomar cuidado enquanto a situação é controlável, antes que cheguem os meses de novembro e dezembro e a população de mosquitos seja muito maior”, explica o professor Mario Navarro.

Ele alerta que, com o número elevado logo no início da primavera, a tendência é que a situação piore com a chegada do verão, pois os ovos resistem até um ano no ambiente desfavorável. Quando o tempo esquenta e começa a chover eles, enfim, eclodem.

“Esta mobilização acontece no momento certo. É preciso conscientizar as pessoas que é sempre importante evitar criadouros do Aedes Aegypti. Não existe cedo demais neste caso”, diz.

Entre agosto de 2017 e agosto deste ano, 1.573 pessoas foram testadas com suspeita de dengue em Paranaguá. Todos os resultados, no entanto, foram negativos. A cidade está há mais de dois anos sem mortes pela doença, depois de uma epidemia com 16.392 casos confirmados e 36 mortes, entre 2015 e 2016.

“Não podemos esquecer que o mosquito também transmite a zika, chikungunya e a febre amarela urbana. Mesmo quem foi vacinado não pode se acomodar. Nossa principal ação é no combate aos criadouros, evitando água parada”, reforça a chefe da Regional de Saúde, Ilda Nagafuti.

Com informações da Massa News

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