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Detento é morto dentro da cadeia um dia depois de ser preso

Agora Litoral
Um dia depois de ser preso por envolvimento em um homicídio no centro de Paranaguá, Kelvin Mendes dos Santos, de 19 anos, foi assassinado dentro do setor de carceragem da 1.ª Subdivisão Policial de Paranaguá. O crime ocorreu na tarde de sexta-feira (6), e teve a autoria assumida por Jhonata Fragoso Padovany, de 25 anos, que tinha sido preso com Kelvin no dia anterior.

De acordo com informações da Polícia Civil, o homicídio ocorreu por volta das 13 horas. Na ocasião, foram ouvidos gritos de socorro vindos da ala inferior do setor de carceragem da 1.ª Subdivisão Policial, onde 47 detentos estavam recolhidos. Os agentes de carceragem e investigadores de plantão foram averiguar e os presos teriam alegado que não estava acontecendo nada de errado, e que os gritos eram devido a estarem jogando baralho.

No entanto, os policiais insistiram em entrar na carceragem e os presos foram encaminhados para o solário. Jhonata foi o último a sair e, antes de entrar no local do banho de sol, confessou que havia matado Kelvin e que o corpo se encontrava no banheiro de uma das celas.

Ao chegarem, os policiais constataram que Kelvin já estava sem vida, em decorrência de perfurações, a maioria na região do pescoço. A arma do crime, uma barra de ferro na forma da letra U foi encontrada próximo ao corpo do rapaz.

Após a perícia criminal, o corpo de Kelvin foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML), onde permanecia, até a manhã deste sábado (7), aguardando familiares para a liberação e sepultamento. Segundo o que foi apurado pela polícia, Kelvin era natural de Santa Catarina.

A morte foi registrada em boletim de ocorrência e foi instaurado inquérito policial para que o caso seja totalmente esclarecido.

HOMICÍDIO
Kelvin e Jhonata tinham sido presos juntos, na manhã de quinta-feira (5), por envolvimento na morte de Guilherme Galan Constantino, de 35 anos, o qual se encontrava em situação de rua. Ele foi morto com golpes de faca desferidos por Letícia dos Santos Porto Marques, de 19 anos, que alegou que tinha sido estuprada por ele.

Kelvin e Jhonata estavam juntos com Letícia e arrastaram Guilherme para fora de uma panificadora, onde ele acabou golpeado várias vezes pela moça e morreu no local.

Letícia foi presa logo após o crime e os dois rapazes fugiram, mas foram presos juntos ainda na manhã de quinta-feira. Ao ser questionado sobre a morte de Kelvin, Jhonata teria alegado que, dentro da cadeia, tinha sido ameaçado de morte por ele e por isso resolveu matá-lo. Ele também não teria gostado do depoimento do ex-amigo sobre a morte de Guilherme.

Jhonata, que já tinha outras passagens pela polícia, agora foi autuado duas vezes por homicídio qualificado e permanece preso à disposição da Justiça.

Na tarde sexta-feira, 131 presos estavam recolhidos na carceragem da 1.ª Subdivisão Policial, a qual é composta por duas alas e tem capacidade para 27 pessoas.

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