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DENGUE: Primeiro boletim do ano registra uma morte pela doença no Paraná

Estado soma 6 óbitos no período que teve início em agosto do ano passado

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A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (12) o primeiro boletim de 2021 com os dados do monitoramento da dengue no Estado. São 1.724 casos confirmados no período epidemiológico, que teve início em agosto do ano passado.

O boletim registra um novo óbito por dengue, ocorrido em Foz do Iguaçu. A morte foi de um homem, de 87 anos, que apresentava comorbidades como hipertensão, cardiopatia e sequela de acidente vascular cerebral.

O Paraná soma 6 óbitos no período, nos municípios de Foz do Iguaçu (2), Apucarana (1), Assai (1), Cambé (1) e Londrina (1).

Atualmente, 186 municípios apresentam casos confirmados de dengue no Estado, sendo que 16 apresentam casos de dengue com sinais de alarme e 7 têm casos de dengue grave.

BOLETIM DA DENGUE
CASOS POR CIDADE
ZIKA E CHIKUNGUNYA

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Litoral registra 25 casos confirmados de Covid-19 neste domingo

Paraná soma 519.953 casos confirmados, 383.819 recuperados e 9.325 mortos pela infecção.

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A Secretaria do Estado da Saúde (SESA) confirmou 25 novos casos de Covid-19 no Litoral do Paraná. Os números estão no boletim epidemiológico deste domingo (24).

Os 25 novos casos de hoje são de moradores de Guaratuba.

Com essas informações, a região litorânea acumula 17.591 casos e 316 óbitos em decorrência da doença.

CASOS POR CIDADE – Paranaguá (10.407); Guaratuba (2.042); Antonina (1.390); Pontal do Paraná (1.225); Matinhos (1.182). Morretes (1.152) e Guaraqueçaba (193).

ÓBITOS – Em Paranaguá 158; em Guaratuba 41; em Antonina 34; em Matinhos 28; em Pontal 27; em Morretes 24 e em Guaraqueçaba 4.

RECUPERADOS – Ao todo, 11.599 pessoas já se recuperaram da Covid-19 no Litoral.

O Paraná soma 519.953 casos confirmados, 383.819 recuperados e 9.325 mortos pela infecção.

CLIQUE AQUI para ver a íntegra do boletim.
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Identificado corpo encontrado boiando em rio de Paranaguá

Identificação ocorreu após a publicação da notícia no Agora Litoral

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Jhonatan (foto redes sociais)

Foi identificado por conhecidos o corpo do rapaz que apareceu boiando no Rio Emboguaçu, na tarde de sábado (23/01), em Paranaguá, no Litoral do Paraná. A identificação dele ocorreu logo após a postagem da notícia da descoberta do corpo.

Trata-se de Jhonatan Fernandes Cardoso (FOTO), de 18 anos, que teve um vídeo divulgado nas redes sociais onde ele conta a sua participação em um homicídio ocorrido há poucos dias, a mando de uma facção criminosa.

No vídeo, Jhonatan – que também era conhecido por Jhow e Menor CV2 – narra o episódio que culminou na execução de uma pessoa e diz que vai trocar de grupo.

Tudo leva a crer que a gravação foi feita por ordem de quem determinou a morte do rapaz – ação típica do denominado “Tribunal do Crime”.

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Corpo encontrado em rio de Paranaguá é de rapaz ligado à facção criminosa

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Nova variante do coronavírus já pode estar circulando em Curitiba

Atual mutação do coronavírus pode ser mais mortal que as anteriores

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A nova variante do coronavírus, identificada recentemente no Amazonas, já pode estar circulando por Curitiba. Segundo informou nesta sexta-feira (22) a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), parte das pessoas que vieram do norte do país para a capital paranaense sabiam que estavam infectadas pelo novo coronavírus, mas mesmo assim decidiram viajar.

Até o momento, já foram identificados nove casos desse tipo, sendo que três dos pacientes estão internados. Todas essas pessoas estão sendo monitoradas desde que buscaram atendimento na rede de saúde.

Segundo afirmou a médica infectologista Marion Burger, da Prefeitura de Curitiba, em entrevista ao Meio Dia Paraná, da RPC, todas essas pessoas infectadas vieram de avião para Curitiba.

O desafio das equipes de saúde agora é identificar se os manauaras contaminaram mais alguém, se utilizaram máscara durante toda a viagem entre outras coisas.

Caos no Amazonas – Um dos motivos que teria levado essas pessoas que vivem em Manaus a viajar, mesmo sabendo que estavam contaminadas, seria o temor por conta do caos na saúde no Amazonas. O estado no norte do país passa por uma crise por falta de oxigênio, inclusive com pacientes morrendo asfixiados em hospitais.

“Há pessoas que vieram porque estavam preocupadas com a situação da saúde em Manaus. Algumas vieram com início de sintomas e outras coletaram amostra, mas vieram antes dos dias de complicação da doença”, afirmou Burger.

A confirmar – As amostras coletadas dos pacientes manauaras foram encaminhadas para a FioCruz, no Rio de Janeiro, que irá verificar e confirmar (ou não) se esses pacientes estavam contaminados pela nova linhagem do coronavírus.

O alerta – Segundo o Laboratório Dasa, a nova variante do vírus que circula no Brasil é a mesma detectada recentemente na Inglaterra e nos Estados Unidos. A confirmação da cepa em dois pacientes foi feita por meio de sequenciamento genético realizado em parceria com a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, afirmou na sexta-feira (22), que a mutação do coronavírus identificada no Reino Unido pode ser mais mortal que as anteriores.

“Além de se disseminar mais rapidamente, agora parece haver evidência de que a nova variante detectada em Londres e no sudeste pode estar associada com um grau mais alto de mortalidade”, explicou, em coletiva de imprensa.

Os estudos ainda são preliminares e estão sendo analisados por cientistas do Grupo de Conselho para Novas Ameaça de Vírus Respiratórios, que assessora o governo. Desde que foi descoberta, no final do ano passado, a nova cepa do vírus se espalhou rapidamente para mais de 50 países.

“É basicamente o impacto da nova variante que faz o NHS (sistema nacional de saúde) estar sob intensa pressão”, disse o premiê.

Com informações do Bem Paraná
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