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Correios em greve

A estatal informou que a paralisação está concentrada na área de distribuição

Agora Litoral
Funcionários dos Correios comeram na noite de ontem (11) uma greve por tempo indeterminado em 22 estados e no Distrito Federal. A paralisação é parcial e atinge tanto os setores de atendimento como de distribuição. As agências franqueadas não estão participando, porém elas representam apenas 15% do volume de atendimento.

O balanço da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), que engloba 31 sindicatos, mostra que a paralisação atinge os estados do Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo (regiões de Campinas, Ribeirão Preto, São José dos Campos, Santos e Vale do Paraíba), além do Distrito Federal. Amazonas e Amapá estão em estado de greve, segundo a Fentect. Isso quer dizer que a qualquer momento os sindicatos podem decidir pela paralisação.

REIVINDICAÇÕES – Entre as razões para a greve estão plano de carreira e retirada de alguns benefícios já conquistados pela categoria. Veja abaixo a pauta de reivindicações dos trabalhadores:

• alterações no Plano de Cargos, Carreiras e Salários
• cobrança de mensalidades e retirada de dependentes do plano de saúde
• suspensão de férias a partir de abril para carteiros, atendentes e operadores de cargas
• redução da carga horária e do salário de funcionários da área administrativa
• extinção do cargo de operador de triagem e transbordo (responsável pelo processo de tratamento e encaminhamento de cartas e encomendas)
• fechamento de mais de 2.500 agências próprias por todo o Brasil
• não realização de concurso público desde 2011 e planos de demissão voluntária que reduziram o número de funcionários

O OUTRO LADO – Segundo os Correios, a paralisação parcial ainda não tem reflexos nos serviços de atendimento e todas as agências, inclusive nas regiões que aderiram ao movimento, estão abertas e todos os serviços estão disponíveis.

Sobre os motivos da paralisação, a empresa aguarda uma decisão por parte do TST – a audiência está marcada para a tarde desta segunda-feira.

Segundo a estatal, os custos do plano de saúde dos trabalhadores representam 10% do faturamento dos Correios, ou uma despesa da ordem de R$ 1,8 bilhão ao ano.

NO LITORAL – Até as 16 horas desta segunda-feira (12), o atendimento nas maioria das agência dos Correios no Litoral do Paraná era considerado normal.

Com informações do G1

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