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Com desfiles enxutos, Paranaguá terá carnaval em dezembro

Debate sobre o assunto domina as redes sociais. Outra questão levantada são o destino de R$ 300 mil repassados pela prefeitura

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PARANAGUÁ, PR
Diário do Estado

Dois assuntos tomam conta das redes sociais nas últimas semanas em Paranaguá: o carnaval em dezembro, e o destino de R$ 300 mil destinados para a festa. O repasse feito anualmente pela prefeitura, em 2016 foi 11% maior que em 2015, e seria utilizado para compra de alegorias e confecção de fantasias para os desfiles das escolas de samba da cidade, que totalizam seis agremiações. Cada uma recebeu R$ 50 mil segundo informações da própria Prefeitura Municipal.

O repasse autorizado pelo prefeito Edison Kersten em novembro de 2015, no entanto, acabou não sendo gasto, já que no mês de fevereiro desse ano Paranaguá enfrentava uma epidemia de dengue, e consequentemente os desfiles de carnaval foram cancelados sob pressão popular.

Porém a prestação de contas não foram feitas, e as dúvidas sobre a destinação dos recursos voltaram a tona recentemente, em amplo debate nas redes sociais.

Desfiles em dezembro

Na semana passada, Kersten anunciou após reunião com representantes da associação das escolas de samba de Paranaguá, que o carnaval de 2016 será realizado em dezembro, no entanto, vai ser bem mais enxuto que o que era esperado para fevereiro. De acordo com a nota divulgada pela assessoria de comunicação, algumas escolas deixarão de desfilar e as que devem participar do evento, sairão na avenida Arthur de Abrêu com abadás, bateria, casal de mestre-sala e porta-bandeira, além de uma única ala fantasiada. A programação está marcada para o dia 3 de dezembro.

Desfiles serão realizados em dezembro e devem ser bem mais modestos do que era esperado inicialmente - Foto: Arquivo

Desfiles serão realizados em dezembro e devem ser bem mais modestos do que era esperado inicialmente – Foto: Arquivo

A intenção da festa ainda esse ano é prestar contas da aplicação dos R$ 300 mil, porém faltaram detalhes na explicação. O debate agora é a magnitude do desfile, já que o valor repassado era para (todas) as escolas de samba organizarem um evento completo, com carros alegóricos e fantasias; Mas como não será assim é pressuposto que o dinheiro não tenha sido totalmente gasto.

Ex-presidente da Fumtur se pronuncia

O ex-presidente da Fundação Municipal de Turismo de Paranaguá Rafael Guttierres Júnior foi ouvido pela reportagem do Diário do Estado. Ele explicou como seria feita a destinação da verba do carnaval, e ainda declarou que o valor deveria estar guardado para ser utilizado em 2017.

No entanto, após deixar a pasta em meados de abril deste ano, o ex-presidente da Fundação não teve mais acesso aos preparativos dos eventos da cidade.

O outro lado

A Prefeitura até o momento não se pronunciou sobre o assunto.

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Prefeitura entrega prêmios aos ganhadores do segundo sorteio do Nota Parnanguara

Próxima premiação ocorre no 1º dia útil do mês de outubro.

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Entrega foi nesta sexta-feira

A Prefeitura de Paranaguá realizou, nesta sexta-feira (17/9), a entrega simbólica dos prêmios do segundo sorteio do Programa Nota Parnanguara, realizado no dia 1º de setembro. Os ganhadores foram Valdelice de Oliveira Souza e Marcos Leite da Silva, cada um embolsou R$ 2.500. A premiação se refere aos gastos que eles tiveram no mês de agosto.A servidora municipal Valdelice de Oliveira Souza comemorou por ser uma das premiadas desta edição.

“Fico maravilhada de ter ganhado, esta quantia veio em boa hora. Além de que é muito interessante o pessoal ir buscar entender e se informar sobre este benefício”.

“Ressalto a importância da população participar do Nota Parnanguara. No caso dos vencedores, cada um gastou mais de R$ 100 com os serviços prestados e saíram daqui com R$ 2.500. Do mesmo modo, o projeto de lei também é uma forma de melhorar o sistema de arrecadação do munícipio”, comenta o prefeito Marcelo Roque.

O secretário da Fazenda e Orçamento, Maurício dos Prazeres Coutinho, reforça a necessidade do projeto lei.

“Ele serve como uma maneira de não só tirar os prestadores de serviço da informalidade, mas também como um incentivo aos parnanguaras sempre pedirem a nota fiscal de serviço”.

O projeto Nota Parnanguara estimula a população a solicitar a Nota Fiscal de Serviços (NFS) em empresas do município que prestam serviços diversos, como as academias, oficinas mecânicas, salões de beleza, entre outros.

Com informações da Prefeitura de Paranaguá
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Portos do Paraná atualiza cronograma das obras de derrocagem da Palangana

A partir de domingo (19), algumas perfurações devem ocorrer 24 horas por dia.

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Fotos: Cláudio Neves

A Portos do Paraná informa que o cronograma da obra de derrocagem das Pedras da Palangana foi atualizado na quinta-feira (16). A última versão está disponível na página específica, hospedada no site da empresa pública, criada para dar mais transparência e agilidade às informações sobre o processo. Confira AQUI.

Como a obra depende de condições climáticas, ambientais e operacionais, eventuais alterações no cronograma já eram previstas. Segundo o cronograma, a partir do dia 19 (domingo), algumas perfurações devem ocorrer 24 horas por dia.

Como explica a diretoria de Engenharia e Manutenção, nesta obra serão removidas seis porções de pontos mais rasos do maciço de rochas, somando 22,3 mil metros cúbicos das formações rochosas, o que corresponde a 12% do total da Pedra da Palangana. Neste momento, as atividades ocorrem na porção AD05, que pode ser localizada no mapa também disponível no site.

A ação está licenciada e autorizada pelo Ibama por meio da Licença de Instalação nº 1144/2016, no âmbito das obras de dragagem de aprofundamento do porto de Paranaguá.

A obra está sendo executada pelo consórcio formado pelas empresas Boskalis, Fabio-Bruno, SLI e DEC, contratado por meio do Processo Licitatório nº 01/2020.

A empresa pública reafirma o compromisso em comunicar a população durante o andamento de toda a obra. Para isso, mantém os canais oficiais da Portos do Paraná permanentemente atualizados.

Da AEN
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MEC estuda criação da primeira Universidade Federal Digital do país

O objetivo é ampliar o acesso à rede pública de ensino.

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O Ministério da Educação (MEC) planeja criar uma Universidade Federal Digital para, segundo o ministro Milton Ribeiro, ampliar o acesso dos estudantes de todo o país à rede pública federal de ensino.

“Queremos criar a primeira Universidade Federal Digital no país e ampliar o acesso a todos”, disse o ministro ao participar, na quinta-feira (16/9), de audiência pública na Comissão de Educação do Senado.

Um documento preliminar do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), organização social vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, de maio deste ano, cita a avaliação de viabilidade da iniciativa entre as metas da Secretaria de Educação Superior (Sesu-MEC) para promover a educação à distância nas instituições federais de ensino superior por meio do programa Reuni Digital.

No Senado, o ministro Milton Ribeiro disse que a iniciativa segue o modelo já implementado por outros países e respeita as diretrizes, metas e estratégias definidas no Plano Nacional de Educação (PNE). De acordo com o ministro, o uso das modernas tecnologias de informação podem baratear os custos do ensino de qualidade.

“É isso que temos visto em grandes países que estão desenvolvendo essa ferramenta. Vamos começar com alguns cursos e todos vão poder ter acesso, pois com 400, 500 professores, eu posso atingir a milhões de alunos no país todo, obedecendo às premissas do PNE”, disse o ministro.

O ministro lembrou que, nos últimos anos, o orçamento das universidades federais foi impactado pela crise econômica e, principalmente, pela pandemia da Covid-19.

“Quando falamos em diminuição das verbas para as universidades federais, eu concordo plenamente. Vejo que, em um passado não tão distante, o orçamento do ensino federal era muito grande, muito maior do que o que temos hoje”, disse Ribeiro.

“Vale dizer que vivemos tempo de guerra, de pandemia”, acrescentou o ministro, enfatizando que, na proposta orçamentária para 2022, o ministério pede ao Congresso Nacional que autorize um aumento de recursos para a pasta.

“A proposta que o Parlamento vai apreciar fala em um aumento mínimo de cerca de 17% para as universidades federais, e de 28% para os institutos federais. Por que isso? Porque temos 69 universidades federais com 281 campi. E 38 institutos, Cetecs [centros educacionais técnicos], além do Dom Pedro II. E esses, juntos, somam 670 campi. Então, além da visão política de dar mais oportunidade à [formação] de mão de obra técnica, o número de campi [do segundo grupo] é muito maior”, comentou Ribeiro.

Da Agência Brasil
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