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Economia

Appa diz que arrendamento de áreas será benéfico

SAIBA QUAIS ÁREAS SERÃO ARRENDADAS EM PARANAGUÁ

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Prazo previsto para seleção dos futuros arrendatários é 2018 e a metodologia será conduzida pelo Governo Federal

Agora Litoral
O governo federal confirmou, na semana passada, um pacote de 57 projetos que serão incluídos no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) para serem colocados à venda ou concedidos ao setor privado.

Além da privatização da Eletrobras, na tentativa de estimular a economia e obter receitas para ajudar a fechar as contas públicas, estão na lista 14 aeroportos, onze blocos de linhas de transmissão de energia elétrica, 15 terminais portuários, rodovias, empresas públicas, como Casa da Moeda, Companhias Docas do Espírito Santo, Casemg e CeasaMinas.

Serão licitados 15 terminais nos portos de Belém, Vila do Conde (PA), Paranaguá e Vitória.
VEJA A PROPOSTA DO GOVERNO FEDERAL

PORTO DE PARANAGUÁ
A proposta de inclusão dos terminais PAR07, PAR08 e PARXX no Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República (PPI), foi aprovada pelo Conselho do Programa de Parcerias para Investimentos (CPPI), em sua 3a reunião realizada.

Questionado pelo Agora Litoral, o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), Luiz Henrique Tessutti Dividino, disse que se trata do arrendamento de áreas ociosas com grande potencial para expansão da infraestrutura do Porto de Paranaguá e consequente aumento da oferta de serviços portuários.

“Diante do crescimento pujante do agronegócio brasileiro, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA) desde 2012, fomenta a criação de novos terminais graneleiros para atendimento dos agricultores paranaenses e dos estados vizinhos”, declarou Dividino.

Ainda segundo o presidente da APPA, os projetos propostos foram revisados pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil e incluídos no Programa de Parcerias para Investimentos–PPI.

SAIBA QUAIS SÃO AS ÁREAS
O PAR 07 se refere ao arrendamento do terminal portuário para movimentação de granéis sólidos vegetais, pelo período de 35 anos. Localizado dentro do complexo do Corredor de Exportação, a área (com 45.358 m2) possui espaço para armazéns, silão, área para descarregamento e a área projetada das correias transportadoras.

A capacidade de movimentação futura deste terminal será de 6,3 milhões de toneladas por ano. Os investimentos necessários para o desenvolvimento do terminal e construção de um berço de atracação no Píer em T estão estimados em aproximadamente R$ 328 milhões.

Já o PAR 08, localizado em frete ao berço 213, se refere ao arrendamento do terminal portuário para movimentação de granéis sólidos vegetais, pelo período de 35 anos. A área de 41.129 m2 possui espaço para armazéns, área para descarregamento e a área projetada das correias transportadoras.

Segundo a APPA, a capacidade de movimentação futura do terminal será de 2,5 milhões de toneladas de grãos por ano. Os investimentos previstos para o desenvolvimento do terminal são de R$ 399 milhões e incluem a construção de 01 berço no Píer em T.

O terceiro e último arrendamento aprovado pelo Governo Federal é o do terminal portuário PAR XX, que também movimentará granéis sólidos vegetais, pelo período de 35 anos.  A área de 22.853 m2 está localizada onde se encontra atualmente o almoxarifado da APPA e terreno ao lado e inclui projeções aéreas.

O terminal terá capacidade de movimentação de 3 milhões de toneladas por ano, sendo que os investimentos necessários para o desenvolvimento do terminal estão estimados em aproximadamente R$ 193 milhões.

NÃO É PRIVATIZAÇÃO
“Não se trata da privatização do Porto Público, mas sim do arrendamento de algumas áreas disponíveis para construção de novos armazéns graneleiros, que irão se interligar às áreas primárias públicas do Porto”, esclareceu Dividino.

Ele explicou ainda que a concessão das três áreas acontecerá mediante processo público, onde todas as empresas interessadas em ter um terminal portuário poderão participar do processo. O prazo previsto para seleção dos futuros arrendatários é 2018 e a metodologia será conduzida pelo Governo Federal.

“Com isso, a APPA espera zerar as filas de espera para atracação para os próximos dez anos, garantindo o Porto de Paranaguá como a melhor opção logística para o agronegócio brasileiro”, finalizou Dividino.

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Economia

Petrobras aumenta o preço médio do diesel

REAJUSTE DE 0,7% SERÁ DE 16 A 31 DE DEZEMBRO

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A Petrobras informa que o preço médio do diesel, praticado pela companhia em suas refinarias e terminais, passará a ser de R$ 1,8115 por litro, no período de 16/12/18 a 31/12/18. Isso equivale a   um aumento de 0,7%, em decorrência da aplicação da metodologia estabelecida pela Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) na Resolução nº 743/2018.

O valor reflete a média aritmética dos preços de diesel rodoviário, sem tributos, praticados pela Petrobras em suas refinarias e terminais no território brasileiro. Este novo período do Programa de Subvenção continua a prever o ajuste nos preços médios regionais (Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte sem Tocantins e Nordeste com Tocantins).

A companhia informa ainda que recebeu, na sexta-feira (14), o pagamento da subvenção econômica à comercialização de óleo diesel, no valor de R$ 665,4 milhões, referente ao 3º período da 3ª fase do programa (de 30/09/18 a 29/10/18).

Colaboração Bem Paraná
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Economia

Obras ampliam capacidade de embarque no Porto de Paranaguá

INVESTIMENTOS ULTRAPASSAM OS R$ 500 MILHÕES

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O Porto de Paranaguá ganha mais capacidade de embarque com os dois novos conjuntos de obras, que somam R$ 509 milhões em investimentos. Uma é a dragagem do canal de acesso ao porto. A outra é a expansão do cais de atracação do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP).

As obras foram entregues nesta quinta-feira (22), com a presença da governadora Cida Borghetti e do ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Valter Casimiro. Durante a solenidade os dois assinaram um convênio que permitirá ao Estado construir quatro novas trincheiras no trecho da BR-277, que corta o município de Paranaguá.

A dragagem de aprofundamento foi a primeira feita no Porto de Paranaguá em 20 anos. A obra recebeu investimentos de R$ 394 milhões do Ministério dos Transportes. Com o aumento da profundidade, em média, de 1,5 metro, cada navio graneleiro que atraca em Paranaguá poderá embarcar até 10,5 mil toneladas a mais, o que representa um aumento mensal, apenas no Corredor de Exportação, de 315 mil toneladas de grãos.

No TCP, com a expansão do cais, o ganho será de até 15 mil toneladas incrementais por navio. O investimento foi de aproximadamente R$ 115 milhões, feito pela própria empresa.

CAPACIDADE
Cida Borghetti destacou a posição do Paraná como um dos mais fortes produtores de grãos do País. “A produção paranaense passa pelo Porto de Paranaguá e o aumento da capacidade de embarque no terminal é significativo para movimentar tanto a economia portuária como o setor do agronegócio”, disse a governadora. “Isso representa incremento significativo da arrecadação e faz com que o Porto de Paranaguá permaneça no ranking nacional e internacional como um dos mais importantes portos da América Latina”, afirmou.

O ministro Valter Casimiro também enfatizou a importância do investimento. “Paranaguá é o segundo maior porto do País, com movimento forte de grãos, hoje em torno de 50 milhões de toneladas”, disse o ministro. “A dragagem que entregamos é importante para recuperar o calado, reduzir custos operacionais e garantir mais competitividade aos produtos brasileiros no mercado mundial”, destacou.

Segundo o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), Lourenço Fregonese, a dragagem possibilitará que o Porto de Paranaguá cresça mais 15 milhões toneladas até 2025. “No nosso plano de desenvolvimento portuário estamos trabalhando com um projeto para que em 2030 façamos 82 milhões de toneladas”.

30 QUILÔMETROS
As obras de dragagem de aprofundamento do Porto de Paranaguá foram concluídas no mês de novembro, nos termos do projeto contratado pelo Ministério dos Transportes junto à empresa DTA Engenharia, vencedora da licitação. Com a dragagem, o Canal da Galheta passa a ter 16 metros de profundidade, um a mais do que a profundidade atual. Já a bacia de evolução do Canal ganha mais dois metros de profundidade, passando de 12 para 14 metros. As áreas intermediárias, localizadas entre o Canal da Galheta e a bacia de evolução, passam a ter entre 14 e 15 metros de profundidade.

A dragagem ocorreu em três áreas que permitem o acesso de navios numa extensão de, aproximadamente 30 quilômetros. Ao todo foram dragados 14,2 milhões de metros cúbicos de sedimentos, quantidade suficiente para encher 15 estádios de futebol como o Maracanã. Todo o processo de obtenção do licenciamento ambiental junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis foi conduzido pela Appa.

PRESENÇAS
Participaram da solenidade de entrega o diretor de Infraestrutura Portuária e Gestão ambiental do Ministério do Transportes, Bruno Semeghini; o diretor-presidente do terminal de Contêineres de Paranaguá, Luiz Antônio Alves; diretor-presidente do Instituto Brasil Logística, Tiago Lima; a ministra conselheira do comércio da República Popular da China no Brasil, Cha Chaoling; o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Denit), José da Silva Tiago; o diretor do Departamento de Outorgas Portuárias do Ministério do Transporte, Ogarito Linhares; o deputado federal Ricardo Barros, a deputada federal Cristiane Yared; o secretário especial do Trabalho, Paulo Rossi; o prefeito Marcelo Roque, de Paranaguá; outros prefeitos e vereadores do Litoral; lideranças e funcionários do Porto.

Infográfico do Ministério dos Transportes mostra a dragagem do Porto de Paranaguá. – Foto/Arte: Divulgação APPA

Fonte: AEN / Fotos: Jonas Oliveira
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Pedágio deverá subir até 4% esta semana no Paraná

PREÇO SERÁ REAJUSTADO ENTRE 2,5% E 4% EM TODAS AS PRAÇAS

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A partir desta sexta-feira, 1º de dezembro, entram em vigor os novos valores cobrados nas praças de pedágio pelas concessionárias que atuam no Estado. Embora o valor exato ainda não esteja fechado, a estimativa é que o incremento fique entre 2,5% e 4%, segundo informações repassadas pelo Governo do Paraná. Os novos preços deverão ser revelados nos próximos dias, provavelmente na quarta-feira (29).

Hoje, os documentos referentes aos índices do reajuste tarifário, assim como da revisão de contrato, estão com a Agência Reguladora do Paraná. Esses documentos foram encaminhados na última sexta-feira (24), por parte da Coordenadoria de Concessão e Pedágios Rodoviários do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR). Os valores de reajuste são discutidos junto à seccional paranaense da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR).

Em nota, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (SEIL) explicou que o reajuste tarifário é anual, em especial para a atualização dos valores, pela inflação acumulada no período. Esse incremento, segundo a nota, é “definido a partir de um conjunto de índices setoriais divulgados mês a mês pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A definição do valor final é feita com base em índices de terraplanagem, pavimentação, obras de arte especiais, construção civil, entre outros”.

VALORES

Caso o reajuste do pedágio seja aplicado pelo índice mais alto, na casa de 4%, uma viagem entre Paranaguá e Curitiba, por exemplo, de ida e volta, que hoje custa R$ 37,40, ficaria em torno de R$ 39,90 para um automóvel. Se o reajuste for o menor, de 2,5%, ida e volta a Curitiba sairia por R$ 38,30. Hoje esse trajeto custa R$ 37,40.

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