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César Teixeira

Contratação do Goleiro Bruno: E quando o buchicho passar?

Você já ouviu falar em marketing do absurdo? Não importa se bom ou se ruim, o que vale mesmo é o sensacionalismo, o tamanho do barraco e da repercussão provocada. Tem muita gente fazendo isso hoje em dia, mesmo sem saber.

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Você gosta de futebol? Mas gosta mesmo? É capaz de fazer qualquer loucura pelo seu time do coração?

E o seu time, é bom mesmo? Daqueles que todo ano está brigando pelo campeonato? Ou não, tá naquele grupo do participa mas não entra, faz parte do bolo, mas na verdade ninguém se importa muito? Time pequeno, sem muita grana, sempre coadjuvante?

Você já ouviu falar em marketing do absurdo? Não? De uma maneira bem simples, é uma espécie de vertente mercadológica que enxerga em ações absurdas, em situações esdrúxulas, oportunidades de expor e alavancar as vendas ou exposição de um produto ou serviço. Não importa se bom ou se ruim, o que vale mesmo é o sensacionalismo, o tamanho do barraco e da repercussão provocada. Tem muita gente fazendo isso hoje em dia, mesmo sem saber.

Pois bem, parece mesmo que o marketing do absurdo chegou de vez ao esporte e alguns de seus agentes estão trabalhando como nunca.

Qual é possibilidade de você contratar um assassino confesso e condenado, mandante responsável pela morte da mãe do próprio filho, para trabalhar com você, na sua empresa, com seus amigos ou no clube do seu coração?

Assim, friamente, distante dos fatos, pode até ser fácil decidir isso, porém, quando se está envolvido no processo, ou se faz parte dele, complica um pouco, mas como isso é apenas um exercício de especulação, e até agora não nos custa nada viajar na maionese, boralá! Vamos “absurdar”.

Você, leitor atento, já percebeu que estou tergiversando sobre o caso do então excelente goleiro do Flamengo, do Corinthians, do Atlético-MG e quase certo titular da Seleção Brasileira, Bruno Fernandes de Souza, 32 anos, que foi condenado em primeira instância (por capricho e não por destino) no Dia Internacional da Mulher, 8 de março de 2013, a 22 anos e 3 meses como o mandante do assassinato da modelo Eliza Samudio, sua namorada e mãe de seu filho. Após cumprir pouco mais de seis anos da pena, seus caros advogados, conseguiram do ministro do STF, Marco Aurélio Mello, um habeas corpus, onde o ministro sustenta “que a falta de decisão sobre seu recurso não poderia justificar que ele permanecesse preso, já que o goleiro ainda não foi julgado em segunda instância”, coisa que, por enquanto, deixa Bruno livre da cadeia, e mais, livre para voltar a trabalhar, ou seja, jogar futebol.

Logo que deixou o presídio de Santa Luzia em Minas Gerais, Bruno recebeu, segundo seus (novamente ativos) assessores, várias propostas de vários clubes espalhados pelo País, porém, optou pela vaga de titular dos arcos do poderosíssimo Boa Esporte também de Minas Gerais, que disputará a segunda divisão do Brasileirão 2017.

É claro que a contratação de um atleta que até 2010 vestia a camisa do mais popular clube do País, o Flamengo, por si, já geraria o que podemos chamar de mídia espontânea, porém, a contratação de um goleiro, mais famoso por seu envolvimento em um crime que chocou o Brasil, do que por sua carreira nos gramados, provoca ainda mais a exposição de Bruno e dos seus contratantes, mesmo sob fortes declarações negativas, mesmo causando a revolta de diversos grupos feministas, que veem a banalização de um crime bárbaro praticado contra uma mulher prosseguir impune, muito embora exista condenação de um tribunal, e mesmo esse novo desfecho expondo as fragilidades do sistema penal brasileiro, a lentidão dos processos e o excesso de presos provisórios, enfim, apesar de tudo isso, nada disso importa para os agentes do marketing do absurdo, que querem mesmo tirar proveito do buchicho provocado.

Vale lembrar que a situação (liberdade) de Bruno é provisória, podendo ser revogada caso algum fato (olha que bacana) superveniente seja trazido aos autos. Ou seja, Bruno pode ser preso no meio de uma partida, forçando o técnico a uma substituição não prevista, o que seria mais uma cena digna e oportuna ao marketing do absurdo. Mais buchicho.

P.S.: Ah! O Macarrão, amigo pessoal de Bruno, mentor e coautor do assassinato de Eliza, teve sua liberdade negada pelo mesmo ministro do STF. Os advogados dele não são os mesmos e são bem mais baratos.

“Se é verdade que a união faz a força, não é menos verdade que a dependência – seja ela de que natureza for – nos reduz à insignificância. ” – Lúcio Teixeira

 

César Teixeira é publicitário por profissão, marqueteiro por precisão e poeta por confusão. Não necessariamente nesta ordem. Não sou moralista (nem falso nem verdadeiro), defendo que todo mundo tem direito a recomeçar, aposto em segundas chances e acredito no clichê: aqui se faz, aqui se paga, principalmente quando vamos a um self-service.


 

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César Teixeira

Abaixo a Repressão!

Ou, uma selfie com o nepotismo, a incompetência, o poder e a corrupção.

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Dê poder a um homem e descobrirá quem ele realmente é”. Esta frase, vezes atribuída a Nicolas Maquiavel, outras a Confúcio e até mesmo a Abraham Lincoln, o autor pouco importa no momento, é a síntese do OPS!, erramos. É a desculpa perfeita para o “a gente não sabia que ele era assim”, para o “nossa, como o poder subiu-lhe a cabeça”, e também para o “eu te disse”.

Porém, uma coisa é verdade: não podemos prever o futuro da uma pessoa, apenas torcer para que seja bom. Já o futuro do coletivo, de uma comunidade, de uma cidade, podemos, se não prever, planejar, projetar, vislumbrar e claro, sonhar.

Mas, vamos lá! Ninguém é obrigado a saber fazer tudo, mas é obrigado, até por crime de responsabilidade, a dizer que não sabe fazer determinada coisa. Um administrador público, um agente público, eleito, nomeado ou concursado tem responsabilidades assumidas para com a sua comunidade, que nele deposita a confiança de um trabalho digno, confiável e voltado sempre para o bem-estar dessa coletividade. Por isso mesmo, um médico, quando eleito para ser prefeito, dele não se espera o clinicar, mas o gerenciamento de toda a cidade.

O que dizer então de um funcionário público eleito para dirigir uma cidade? Se dele, como funcionário público, já se esperava retidão no trato da coisa pública, como prefeito, gera-se a expectativa de alguém que sabedor dos nós administrativos enfrentados na gestão pública, solucione-os tão prontamente ascenda o poder. Pois é! É aí que quebramos a cara. Porque de repente o “Sassá Mutema” de plantão, aquele que era a esperança de todos, vira a realidade dos mesmos, de um grupo seleto, dos seus “chegados”.

Ouvindo cada vez menos a voz das ruas, que agora chama de barulho, o “Sassá Mutema” de plantão, desvirtua-se, deslumbra-se com o poder. Acha que pode tudo. Passa acreditar somente na sua própria voz, nos elogios dos puxa-sacos, naquilo que dizem os parentes apaniguados que mesmo sem competência alguma, nem mesmo o tal notório saber, estão espalhados, pendurados, decorando secretarias e autarquias, nomeados em comissão para que sirvam de claque da patuleia. E dane-se o tal do nepotismo. Aproveita e tira uma selfie pra postar no Facebook.

O problema maior disso é que o “Sassá Mutema” de plantão perde o referencial, derrapa na curva do egocentrismo e acaba cometendo barbeiragens administrativas, mas, tem certeza de que os culpados são outros, aliás, são os mesmos: a tal da imprensa. A culpa sempre é e será da imprensa, que quer saber, precisa sim de um corretivo, precisa ser enquadrada, precisa saber que quem manda nisso tudo é o “Sassá Mutema” de plantão. E aí de quem não entender isso. Eu prendo e arrebento, já dizia um general-presidente dos tempos da ditadura.

E por falar em ditadura, tempos de sombras, culpas distribuídas à imprensa, eis que mais uma vez, de repente, num outro rompante, o “Sassá Mutema” de plantão inspira-se e irritado com os dissonantes, passa a perseguir jornalistas, usar suas forças e aparelhos de repressão para tentar intimidar e calar de vez aqueles que dele discordam. Ridiculariza, esculacha, busca desqualificar, destruir biografias, atacar a honra, tocar o terror, nem que para isso tenha que usar a infraestrutura do poder, que jurou colocar à disposição da sua comunidade, como se particular fosse, tratando a coisa pública como um negócio pertencente e conduzido pela sua família. Ele transformou o que era público em privado.

P.S.: Aproveita e tira mais uma selfie pra postar no Facebook. Dessa vez com a família toda.


César Teixeira é publicitário por profissão, marqueteiro por precisão e poeta por confusão, não necessariamente nesta ordem, além de defensor perpétuo do teu direito de reclamar, mesmo que não concorde com uma vírgula do que você está dizendo.

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César Teixeira

A CARNE É FRACA E A TENTAÇÃO É GRANDE ou, a última tentação do bicho.

O que tem a ver políticos com a Carne Fraca? Tudo! E aí que mora o perigo.

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 Antes de mais nada, vamos visitar os dados da CNA – Confederação Agricultura e Pecuária do Brasil:

A cadeia produtiva brasileira da carne bovina movimenta cerca de R$ 167,5 bilhões, por ano, e gera aproximadamente 7 milhões de empregos. O setor produz 9,5 milhões de toneladas, sendo 7,6 milhões destinadas ao mercado interno e 1,8 milhão exportadas para mais de 140 países, segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Nos próximos cinco anos, o Brasil pode ser o maior produtor de carne bovina do mundo, superando os Estados Unidos, que atualmente ocupam o primeiro lugar no ranking.

Ok! Então fica estabelecido que o maior mercado consumidor da carne brasileira é o Brasil.

Desde a manhã da última sexta-feira, dia 17, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação “Carne Fraca”, nunca antes na história recente deste país, se viu tantos entendidos em carne. Coisas assim, como essa operação, além de espetáculo midiático, “a la carte” para a grande mídia, também fazem o brasileiro exercer a sua vocação de perito em tudo: infidelidade conjugal de artistas da tv, passando por catástrofes e acidentes de avião, bastidores da política e chegando as operações de nomes (até que essa nem tanto) exóticos da PF, nós somos peritos. Sabemos de antemão, durante e depois, tudo o que poderia e deve ser feito para resolver os imbróglios da nação. Só não sabemos mesmo é votar. Nossa! Isso é uma dificuldade extrema do brasileiro (se bem que os Yankees capricharam na última deles, né não?).

Mas, voltando à vaca fria (foi impossível segurar o trocadilho), o que tem a ver políticos com a Carne Fraca? Tudo! E aí que mora o perigo. Somente assistindo o jornalismo das TVs (nunca se esqueçam que elas são concessões públicas) parece mesmo que os maiores produtores de proteína animal do Brasil, e alguns do mundo, endoidaram de vez e resolveram, em cartel, “chunchar” nos brasileiros, um cabedal de porcarias através das carnes que produzem, sem se importar com o comprometimento de suas marcas, seus maiores ativos financeiros, muitas das quais construídas em anos, décadas de trabalho e dedicação aquilo que fazem.

Ainda de acordo com o que os jornalões expõem sobre essa nova crise, essas empresas, deliberadamente, comprometeram o bom nome brasileiro no próspero mercado internacional de carne. Caramba! Será mesmo? É claro que as empresas têm culpa, e grande culpa nisso, seja direta ou indiretamente, ativa o passivamente, elas usam de seu poderio econômico e comercial para desvirtuar, mudar processos, conquistar mercados, porém, não jogariam no lixo a credibilidade que conquistaram em anos. Acho que os culpados novamente são aqueles que deveriam agir como fiscais do povo e agem mais como funcionários ou sócios dessas empresas.

A carne pode até ser fraca, mas o que transparece mesmo é que a tentação do lucro político é que é grande. Vejo nessa condução dos fatos feita pela imprensa, mais uma tentativa de ocultar o verdadeiro objetivo da operação que nada mais era que desmantelar (e aí sim fica bacana o assunto) uma quadrilha de políticos que em troca de apoio financeiro, um eufemismo para propina, aceitavam que essas empresas ingerissem na escolha de funcionários públicos para ministérios, órgãos e autarquias correlatos, onde esses teriam como missão, “fragilizar” o sistema de fiscalização dentro dos frigoríficos e outras unidades de produção ou de processamento de carnes.

O Ministério da Agricultura, responsável direto por todo o processo produtivo, de fiscalização e controle de vendas da carne, tem mais de 11 mil funcionários e apenas (ainda bem) 33 funcionários estão envolvidos nessas denúncias. Mas, onde estão os nomes dos políticos que receberam dinheiro para facilitar todo esse golpe contra o país? Ninguém sabe, ninguém viu, ninguém divulga. Quem está a serviço de quem mesmo?

A Polícia Federal, cumprindo o seu papel constitucional, não está querendo acabar com esse agronegócio, ou como já li, atuando como agente da CIA, agência de inteligência americana, para que o Brasil não ultrapasse o Tio San como maior produtor/exportador mundial de carnes. A PF é uma reserva do país e precisa ser valorizada e não colocada em dúvida cada vez que realiza uma operação em que grandes políticos são envolvidos.

Quanto a nós, calma gente! A carne sempre será uma tentação, em diversos sentidos. Cabe a cada um, de acordo com suas possibilidades e conhecimentos zelar pelo bom churrasco do fim de semana, caindo ou não na tentação da carne fraca ou de votar em políticos mais fracos ainda.

P.S.: Vale lembrar que a gula é um dos sete pecados capitais e que vegetarianos e veganos também são pessoas legais.

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César Teixeira é publicitário por profissão, marqueteiro por precisão e poeta por confusão, não necessariamente nesta ordem, além de pecador confesso quando o assunto é o churrasco nosso de cada dia.

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César Teixeira

Eleições presidenciais: Lula fora no tapetão?

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Para quem ainda não entendeu o que pode estar acontecendo lá em Brasília, aqui vai um pitaco na visão de quem está aqui, do lado debaixo da Serra do Mar.

No voto direto, na urna eletrônica ou na de lona, Lula voltaria ao Palácio do Planalto, mole mole, fácil fácil. Não tem como barrar o sapo barbudo, a não ser excluindo-o de uma possível nova corrida presidencial eleitoral ou eleitoral presidencial, como queiram. Mas como?

A primeira alternativa seria cassando seus direitos políticos, coisa que o colocaria de vez no patamar dos maiores nomes da história política do Brasil, como Juscelino, Getúlio, Jango e outros. Então melhor pensar em outra coisa, outro ardil para deixa-lo fora de uma disputa DIRETA pelo Palácio do Planalto.

Por outro lado, ou do outro lado dessa disputa, uma briga intestina corrói a harmonia tucana. Aécio não abre mão de ser novamente candidato. Alkmin acredita que sua administração paulista o credencia como virtual candidato 45 para 2018. Porém, ainda resta um. Lá no fundo, esquecido, ou não lembrado, quase que de propósito, adormece José Serra, ou o Senhor Burns tupiniquim.

Fora dessa bipolarização, esquece. Bolsonaro chegará apenas onde deixarem, Marina mais uma vez não tem capilaridade eleitoral e uma possível candidatura de Álvaro Dias deve ser vista como escada para quem pagar mais num eventual segundo turno.

Eu já disse em outras oportunidades que vejo o Serra como o FHC de Temer, não por escolha, mas por capitulação. E o Senador paulista é ardiloso, sabe jogar esse jogo e tem time para isso. Sua recente saída da chancelaria, alegando problemas de saúde, mostra que o jogo da sucessão já começou e o campo (ou teatro), também já foi definido.

A Globo juntamente com outros veículos da grande mídia, já comprou a cassação da chapa Dilma|Temer no TSE, só falta mesmo convencer o Michel, coisa não muito difícil, já que o seu passado o condena e uma promessa de anistia ou salvo conduto, resolveria isso.

Então, vamos lá!

Que recomecem os brados e manifestações pedindo para que se leve mais a fundo essa coisa de “passar o Brasil a limpo”. Que se conclame a imparcialidade do nosso judiciário pra que ele mais uma vez defina o futuro da nossa trôpega democracia, desta vez, não pelo STF, mas por uma corte especial, específica, especialista em processos eleitorais, o TSE – Tribunal Superior Eleitoral, que aturdido pelas revelações do ex-comandante da maior empreiteira do país, cassa, anula, finda, derruba a chapa Dilma/Temer, acabando assim com o mandato do atual presidente que inda pouco era o vice.

E agora josé, joão, pedro e manoel?

Bem, daqui por diante, como é feito desde 1988, evoca-se a Constituição Cidadão, do doutor Ulysses, na forma dos artigos 80 e 81:


CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988

CAPÍTULO II – DO PODER EXECUTIVO

SEÇÃO I – DO PRESIDENTE E DO VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Art. 80 –  Em caso de impedimento do Presidente e do Vice-Presidente, ou vacância dos respectivos cargos, serão sucessivamente chamados ao exercício da Presidência o Presidente da Câmara dos Deputados, o do Senado Federal e o do Supremo Tribunal Federal.

Art. 81 – Vagando os cargos de Presidente e Vice-Presidente da República, far-se-á eleição noventa dias depois de aberta a última vaga.

  • 1º – Ocorrendo a vacância nos últimos dois anos do período presidencial, a eleição para ambos os cargos será feita trinta dias depois da última vaga, pelo Congresso Nacional, na forma da lei.
  • 2º – Em qualquer dos casos, os eleitos deverão completar o período de seus antecessores.

Bem, na forma da lei, como propõe a CF, o Maia assumiria a presidência, que foi declarada vaga e convoca eleição via colégio eleitoral, onde somente membros das duas câmaras podem concorrer (tá entendendo agora a volta do Serra ao Senado?), para um mandato tampão, visando complementar o tempo que restaria até a posse de um novo eleito em 01 de janeiro de 2019.

Via Colégio Eleitoral o Lula não poderia concorrer, assim como o Alkmin, já que ambos não fazem parte do Congresso Nacional. Ah! O Aécio poderia. Claro o Aécio poderia, assim como o Bolsonaro e mais 6 centenas de congressistas, porém, já perceberam como parece que a ordem nos grandes veículos, assim como nos vazamentos seletivos das delações é QUEIMAR o Aécio? Nesse jogo de resta um, sobrou o Serra, que poderá sim, caso seja eleito no Colégio Eleitoral, concorrer a uma reeleição via voto direto, porém, pilotando a máquina do governo.

O bom disso tudo, meu amigo leitor, é que se trata apenas de um exercício de especulação. Se bem que, em terras brasílis, tudo é possível, até mesmo nada. Mas, se algo assim acontecer, acabou-se a Lava Jato, tá?

P.S.: Já repararam que esse novo prédio do TSE parece mesmo com um tapetão?

 

César Teixeira é publicitário por profissão, marqueteiro por precisão e poeta por confusão. Não necessariamente nesta ordem.

 


 

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