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Paranaguá

SELVAGERIA: Morador da Ilha do Mel é espancado até a morte por turista

Autor do assassinato foi preso pela Guarda Civil Municipal

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Reinaldo Valentim - Foto: arquivo pessoal

Um ato de selvageria foi registrado na Ilha do Mel, na noite de domingo (27). Um nativo do local foi espancado até a morte por um turista.

O autor do crime foi preso instantes depois por agentes da Guarda Civil Municipal e encaminhado para a Delegacia Cidadã de Paranaguá.

Reinaldo Valentim, de 49 anos, foi agredido com chutes e socos na região conhecida como “Mar de Fora”, em Encantadas, por motivos ainda desconhecidos.
O autor da agressão, Ian Matthews Rosano Matiussi, de 19 anos, estava com a camisa manchada de sangue quando foi preso pela GCM.

Questionado pelo que teria acontecido, o turista confessou que havia agredido uma pessoa que estaria caída na praia, mas não sabia informar o que motivou a violência.

Ian levou os agentes até onde estava “Nado Valentim”, como Reinaldo era conhecido, que já foi encontrado sem sinais vitais.

A equipe médica de plantão na localidade foi chamada para avaliar a situação de Reinaldo e confirmou o óbito.

Na sequência foram acionadas a Polícia Militar e equipes do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico Legal para as providências necessárias no local de morte.

Ian Matiussi, que é natural de Guarulhos-SP e estava em uma excursão, acabou sendo conduzido pela GCM à Delegacia de Polícia pelo crime de homicídio simples. Ele ficou preso em flagrante.

ASSASSINATO REVOLTOU MORADORES
A morte de Reinaldo Valentim revoltou os moradores da Ilha do Mel, que não conseguem entender o que teria motivado seu espancamento.

Reinaldo Valentim é de tradicional família da Ilha do Mel, que possui restaurante, pousada e barcos que fazem a travessia.

Nado Valentim era muito querido na localidade. Ele tinha uma deficiência mental, mas sempre foi muito trabalhador e atencioso com todos moradores.

“Era uma criança em corpo de adulto; não fazia mal a ninguém”, resumiu uma sobrinha dele, inconformada com a brutalidade praticada contra Nado.

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Paranaguá

Morre rapaz atingido por tiros nesta terça-feira no Vale do Sol

Anderson Cordeiro de Castro não resistiu aos ferimentos

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Anderson (foto redes sociais)

Morreu, no final da tarde desta terça-feira (19/10), no Hospital Regional do Litoral (HRL), em Paranaguá, o rapaz que havia sido gravemente ferido a tiros, por volta das 16h30, no bairro Vale do Sol.

Anderson Cordeiro de Castro, de 18 anos, chegou à casa hospitalar levado por familiares, assim que sofreu os três disparos, feitos por um homem em uma motocicleta de cor azul, na Rua Ayro Carvalho Cruz.

O jovem ficou caído em frente a uma obra (IMAGEM FORTE)

Ele foi recebido pela equipe de plantonistas do HRL, porém, devido à gravidade dos ferimentos, acabou entrando em óbito pouco tempo depois.

O assassinato de Anderson Cordeiro de Castro é o 66º registrado em Paranaguá este ano.

ONDA DE VIOLÊNCIA
A cidade-mãe do Paraná vive uma onda de violência sem precedentes.

Na noite de segunda-feira (18), um outro rapaz foi executado cruelmente na Vila Garcia.

ONDA DE VIOLÊNCIA EM PARANAGUÁ: Rapaz é morto a tiros na Vila Garcia

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Paranaguá

Portos do Paraná inicia etapa de remoção de rochas da Pedra da Palangana

Pedras serão doadas aos municípios do Litoral.

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Fotos: Divulgação/Consórcio Boskalis, Fabio-Bruno, SLI e DEC

A Portos do Paraná iniciou nesta terça-feira (19/10) a etapa de remoção das rochas dos pontos mais rasos da Pedra da Palangana. O trabalho será feito com o auxílio de uma draga mecânica. Os pedaços removidos serão levados ao canteiro da obra para a britagem. Ao final desse processo, as pedras serão doadas a municípios do Litoral paranaense.

A derrocagem da Pedra da Palangana visa dar mais segurança para a navegação e o meio ambiente (evitando acidentes com navios) com a remoção dos pontos mais rasos do complexo de rochas subterrâneas. Com a retirada de apenas 22,3 mil metros cúbicos, cerca de 12% do total da Pedra, o risco de encalhe de navios e desastres ambientais será minimizado.

“Desde que começou, no início de setembro, a obra vem seguindo todos os protocolos de segurança, de forma controlada e responsável, com todos os cuidados para o meio ambiente, para a população que vive nas proximidades e para o porto”, disse Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da empresa pública que administra os portos de Paranaguá e Antonina.

De 6 de setembro até agora, já são quase 45 dias de obras. “Nossos canais de comunicação seguem permanentemente atualizados, a cada alteração ou nova etapa. Além de segurança, estamos realizando a obra com total transparência”, completou Garcia.

As pedras poderão ser usadas em diversas obras municipais, de asfalto a construção de edifícios. “Além de colaborar em mar, para a navegação, colaboramos em terra com a doação desse material que os municípios teriam que comprar”, afirmou o diretor-presidente.

A destinação das pedras aos sete municípios do Litoral será coordenada pela Secretaria de Estado da Infraestrutura e Logística.

REMOÇÃO – Segundo a Diretoria de Engenharia e Manutenção da Portos do Paraná, a draga mecânica equipada com guindaste e concha (grab) recolhe os pedaços menores das rochas fragmentadas e os deposita em uma barcaça com cisterna. Em terra, as rochas serão recicladas através de britagem.

“Neste momento, a equipe vai começar a remover as rochas das três porções já derrocadas”, comenta a engenheira Bruna Calloni, coordenadora de Batimetria e Dragagem, da Gerência de Engenharia Marítima. Ainda de acordo com ela, o canteiro da obra, localizado atrás do terminal de contêineres do Porto de Paranaguá, está preparado com espaço e equipamentos suficientes para acomodar as rochas.

ETAPA Neste momento, as atividades ocorrem nas porções mais internas e centrais do canal de navegação. Por isso, por 18 horas diárias, a passagem de grandes embarcações (navios, dragas, balsas de abastecimento) está impedida.

As manobras dos navios no canal principal estão ocorrendo dentro de uma janela diária de seis horas: entre as 4 horas antecedentes à maré cheia, estendida até 2 horas depois. O fluxo de navios pelo canal de acesso alternativo, o Surdinho, segue permitido dentro das normas de navegação.

Da Portos do Paraná
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Paranaguá

PM acaba com festa eletrônica que reunia mais de duzentos jovens

Foi neste domingo, após denúncia de perturbação do sossego.

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Foto: colaboradores do WhatsApp

A Polícia Militar deu fim a uma festa rave (evento dançante com música eletrônica) que acontecia domingo (17/10), no Clube Seleto, em Paranaguá. A ação ocorreu após denúncia pelo 190 de perturbação do sossego.

No local, aproximadamente duzentas pessoas, a maioria jovens. Equipes da Rotam, com apoio de outras viaturas do 9º BPM, foram até o clube, no bairro Tuiuti, e dispersaram o público.O responsável pela organização do evento foi advertido.

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