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Paranaguá

IML identifica homem morto a facadas e mulher encontrada em área de mangue

Um havia dado entrada no sábado; o outro neste domingo

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Graziela morreu afogada; William foi assassinado

O Instituto Médico Legal-IML identificou oficialmente dois corpos que estavam sem identificação em Paranaguá. O primeiro, de uma mulher, que havia dado entrada no IML na noite de sábado (7), e o segundo, de um homem, na manhã deste domingo (8).

Graziela Felício Santos Cordeiro, de 40 anos, havia sido encontrada morta em uma área de mangue entre a Rua Odilon Mader e a Avenida Domingos Peneda, no bairro Estradinha. Algumas tatuagens no corpo dela, divulgadas pela imprensa, ajudaram na identificação.

Graziela estaria em situação de rua e, a princípio, teria morrido afogada, já que o local onde o corpo foi achado tem ligação com o Rio Itiberê. Contudo, a Polícia Civil não descarta a hipótese de homicídio.

ESFAQUEAMENTO
O segundo cadáver identificado no IML foi o de William Alexandre Antônio, de 27 anos. Ele morreu no Hospital Regional do Litoral para onde havia sido levado por uma equipe do Siate, por volta das 5 horas desta madrugada, após sofrer ferimentos por arma branca no bairro Jardim Ouro Fino.

William, que era conhecido por “Pato rouco” ou “Patinho” devido a uma traqueostomia que alterou sua voz, era morador do Bairro.

Paranaguá

Dois são presos com duas toneladas de produtos oriundos de vazadas

PM flagrou a dupla com a carga furtada no Jardim Emboguaçu

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Vagner Augusto Gonçalves da Silva, de 28 anos, e Ademir Gonçalves Pontes, de 53, foram presos pela Polícia Militar, na tarde de terça-feira (4/5), em Paranaguá, por envolvimento com o crime de “vazada” (furto qualificado de cargas a partir da abertura de tombadores ou bicas de caminhões em trânsito) e de receptação de carga furtada.

Os dois foram abordados por equipes do 9º Batalhão na Rua Nélson da Rocha, no bairro Jardim Emboguaçu, por volta das 17 horas. Vagner e Ademir estavam carregando o baú de um caminhão Mercedes-Benz, modelo 709, de cor amarela, com placas de Itajaí/SC.

O veículo já estava cheio com uma carga pesando aproximadamente duas toneladas de produtos granéis ensacados, insumos de origem duvidosa e indefinida.

Indagados, os dois confirmaram que não possuíam notas fiscais e documentos de origem do produto, o que, no caso de furto através de vazada, configura no mínimo crime de receptação de carga furtada.

Diante dos fatos, e em virtude do flagrante delito, Vagner Augusto Gonçalves da Silva e Ademir Gonçalves Pontes foram conduzidos até a Delegacia Cidadã de Paranaguá, onde foi instaurado um flagrante, por parte da Polícia Civil, por fraude na fiscalização tributária e declaração falsa ou omissão.

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Paranaguá

Taxista pode ter sido executado por ter espancado até a morte o filho em 2003

Robson Ziemmer estava em liberdade condicional desde 2016

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Robson (Foto redes sociais)

O taxista Robson Cleber Ziemmer, de 47 anos, executado a tiros na madrugada desta terça-feira (4/5) no bairro Parque São João, em Paranaguá, no Litoral do Paraná, pode ter sido assassinado por um bárbaro crime que cometeu em 2003, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

À época, Robson espancou até a morte o próprio filho, de três anos, e teria admitido o crime. “Me descontrolei, e pronto”, teria dito aos policiais que o interrogaram. Junto com ele também foi presa Neusa Dias Lopes, madrasta da criança, acusada de co-autoria no espancamento e morte do menino.

Robson e Neusa foram a julgamento em 2006 e ele foi condenado a 19 anos de prisão. Estava em liberdade condicional desde 2016 e morando em Paranaguá, onde atuava como taxista.

ENTENDA O CASO

Na noite de 19 de junho de 2003, Raul Ziemmer, de três anos, chegou sem vida ao posto de saúde Afonso Pena, em São José dos Pinhais. O médico que recebeu a criança percebeu os sinais de espancamento – braço quebrado, hematomas em todo o corpo, ferimentos graves na cabeça e no rosto do menino, que estava com os lábios cortados e inchados de tanto apanhar.

O médico chamou a Polícia Militar e, horas depois, Robson e Neusa foram autuados em flagrante por homicídio na delegacia do município.

Raul já havia sido tirado do pai, quando tinha dois anos de idade, pelo mesmo motivo – espancamento e maus-tratos. Porém, depois de 15 dias sob a guarda da Justiça, o menino foi devolvido à família, onde sofreu novas agressões até morrer.

Quando foi preso, Robson negou que o menino já estivesse morto ao ser levado por ele, com a ajuda de vizinhos, para o posto de saúde. No entanto, o exame médico constatou que a criança já havia morrido pelo menos uma hora antes de receber socorro.

VINGANÇA

O passado de Robson leva à hipótese de que ele possa ter sido assassinado por vingança. O taxista foi atingido por pelo menos três tiros, dentro do carro. Uma passageira estava no banco traseiro do veículo quando houve a execução.

A mulher informou aos policiais militares que atenderam a ocorrência que um indivíduo se aproximou pela janela dianteira esquerda e chamou Robson pelo nome. Logo em seguida, o suspeito apontou uma arma de fogo e realizou os disparos em direção ao motorista, fugindo em seguida, a pé, sem que fosse identificado.

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Paranaguá

Taxista é morto a tiros dentro do carro no Parque São João

Foi na madrugada desta terça-feira

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Vítima morreu na hora

Na madrugada desta terça-feira (4), um motorista de táxi foi assassinado a tiros na Avenida Senador Atílio Fontana, Parque São João, em Paranaguá. Robson Cleber Ziemmer, de 47 anos, foi alvejado com pelo menos três tiros, quando estava dentro do seu veículo e entrou em óbito no local.

Por volta das 2h50, equipes da Polícia Militar foram ao local e conversaram com uma mulher que foi testemunha do crime. Ela informou que estava dentro do táxi, quando um indivíduo se aproximou pela janela dianteira esquerda e chamou Robson pelo nome.

Logo em seguida, o suspeito apontou uma arma de fogo e realizou os disparos em direção ao motorista, fugindo em seguida, a pé, sem que fosse identificado.

Uma equipe do Samu também foi ao local e constatou o óbito do taxista. Exames preliminares relevaram que dois dos disparos atingiram a nuca de Robson.

Após a perícia no local, o corpo foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML) para exames complementares. Uma equipe da Polícia Civil também se deslocou em atendimento à ocorrência, para dar início às investigações.

Ele era natural de São Paulo e tinha histórico criminal.

O homicídio de Robson Cleber é o 36º ocorrido em Paranaguá e o 56º no Litoral.

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