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Paranaguá

Idosa, moradora da Colônia Maria Luiza, é a primeira a receber a 3ª dose da vacina

Também receberão reforço contra a doença os imunocomprometidos

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Maria Madalena está imunizada

A moradora da Colônia Maria Luiza, dona Maria Madalena da Silva Mendonça, foi a primeira idosa a receber a terceira dose da vacina contra a Covid-19 em Paranaguá. Ela não sabe ao certo qual sua idade, mas já passou dos 100 anos de vida e esbanja alegria e carisma.

Dona Maria Madalena acolheu a equipe da Secretaria Municipal de Saúde em sua residência para receber a aplicação do imunizante.
“Dona Maria nos recebeu com toda sua simpatia, carinho e para nós é sempre gratificante poder levar a imunização à população. A terceira dose é um reforço importante contra a Covid-19 para proteger ainda mais os nossos idosos. Reforçamos a todos com mais de 70 anos, e com intervalo de seis meses da segunda dose, que se vacinem para ter uma imunidade ainda maior contra esse vírus que ainda circula entre nós”, destaca a superintendente de Vigilância em Saúde, Marianne Gomes.

REFORÇO
As equipes da Saúde também levarão o reforço aos idosos residentes nos asilos e aos acamados e domiciliados. Os demais, também poderão receber a terceira dose do imunizante na Estação Ferroviária.

A vacinação neste momento é voltada aos que têm mais de 70 anos e que tenham intervalo de seis meses entre a segunda e a terceira dose.

Outro público a ser vacinado são os imunocomprometidos, após intervalo de 28 dias entre a segunda e a terceira dose. Confira quem deve receber o reforço:

Receberão a dose de reforço aqueles com alto grau de imunossupressão:

I – Imunodeficiência primária grave.

II – Quimioterapia para câncer.

III – Transplantados de órgão sólido ou de células tronco hematopoiéticas (TCTH) em uso de drogas imunossupressoras.

IV – Pessoas vivendo com HIV/Aids com CD4 <200 céls/mm3.

V – Uso de corticóides em doses – 20 mg/dia de prednisona, ou equivalente, por 14 dias.

VI – Uso de drogas modificadoras da resposta imune (vide tabela 1).

VII – Pacientes em hemodiálise.

VIII – Pacientes com doenças imunomediadas inflamatórias crônicas (reumatológicas, auto inflamatórias, doenças intestinais inflamatórias).

O reforço poderá ocorrer após 28 dias da vacinação com a segunda dose.

Da Prefeitura de Paranaguá
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Paranaguá

Morre rapaz atingido por tiros nesta terça-feira no Vale do Sol

Anderson Cordeiro de Castro não resistiu aos ferimentos

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Anderson (foto redes sociais)

Morreu, no final da tarde desta terça-feira (19/10), no Hospital Regional do Litoral (HRL), em Paranaguá, o rapaz que havia sido gravemente ferido a tiros, por volta das 16h30, no bairro Vale do Sol.

Anderson Cordeiro de Castro, de 18 anos, chegou à casa hospitalar levado por familiares, assim que sofreu os três disparos, feitos por um homem em uma motocicleta de cor azul, na Rua Ayro Carvalho Cruz.

O jovem ficou caído em frente a uma obra (IMAGEM FORTE)

Ele foi recebido pela equipe de plantonistas do HRL, porém, devido à gravidade dos ferimentos, acabou entrando em óbito pouco tempo depois.

O assassinato de Anderson Cordeiro de Castro é o 66º registrado em Paranaguá este ano.

ONDA DE VIOLÊNCIA
A cidade-mãe do Paraná vive uma onda de violência sem precedentes.

Na noite de segunda-feira (18), um outro rapaz foi executado cruelmente na Vila Garcia.

ONDA DE VIOLÊNCIA EM PARANAGUÁ: Rapaz é morto a tiros na Vila Garcia

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Paranaguá

Portos do Paraná inicia etapa de remoção de rochas da Pedra da Palangana

Pedras serão doadas aos municípios do Litoral.

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Fotos: Divulgação/Consórcio Boskalis, Fabio-Bruno, SLI e DEC

A Portos do Paraná iniciou nesta terça-feira (19/10) a etapa de remoção das rochas dos pontos mais rasos da Pedra da Palangana. O trabalho será feito com o auxílio de uma draga mecânica. Os pedaços removidos serão levados ao canteiro da obra para a britagem. Ao final desse processo, as pedras serão doadas a municípios do Litoral paranaense.

A derrocagem da Pedra da Palangana visa dar mais segurança para a navegação e o meio ambiente (evitando acidentes com navios) com a remoção dos pontos mais rasos do complexo de rochas subterrâneas. Com a retirada de apenas 22,3 mil metros cúbicos, cerca de 12% do total da Pedra, o risco de encalhe de navios e desastres ambientais será minimizado.

“Desde que começou, no início de setembro, a obra vem seguindo todos os protocolos de segurança, de forma controlada e responsável, com todos os cuidados para o meio ambiente, para a população que vive nas proximidades e para o porto”, disse Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da empresa pública que administra os portos de Paranaguá e Antonina.

De 6 de setembro até agora, já são quase 45 dias de obras. “Nossos canais de comunicação seguem permanentemente atualizados, a cada alteração ou nova etapa. Além de segurança, estamos realizando a obra com total transparência”, completou Garcia.

As pedras poderão ser usadas em diversas obras municipais, de asfalto a construção de edifícios. “Além de colaborar em mar, para a navegação, colaboramos em terra com a doação desse material que os municípios teriam que comprar”, afirmou o diretor-presidente.

A destinação das pedras aos sete municípios do Litoral será coordenada pela Secretaria de Estado da Infraestrutura e Logística.

REMOÇÃO – Segundo a Diretoria de Engenharia e Manutenção da Portos do Paraná, a draga mecânica equipada com guindaste e concha (grab) recolhe os pedaços menores das rochas fragmentadas e os deposita em uma barcaça com cisterna. Em terra, as rochas serão recicladas através de britagem.

“Neste momento, a equipe vai começar a remover as rochas das três porções já derrocadas”, comenta a engenheira Bruna Calloni, coordenadora de Batimetria e Dragagem, da Gerência de Engenharia Marítima. Ainda de acordo com ela, o canteiro da obra, localizado atrás do terminal de contêineres do Porto de Paranaguá, está preparado com espaço e equipamentos suficientes para acomodar as rochas.

ETAPA Neste momento, as atividades ocorrem nas porções mais internas e centrais do canal de navegação. Por isso, por 18 horas diárias, a passagem de grandes embarcações (navios, dragas, balsas de abastecimento) está impedida.

As manobras dos navios no canal principal estão ocorrendo dentro de uma janela diária de seis horas: entre as 4 horas antecedentes à maré cheia, estendida até 2 horas depois. O fluxo de navios pelo canal de acesso alternativo, o Surdinho, segue permitido dentro das normas de navegação.

Da Portos do Paraná
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Paranaguá

PM acaba com festa eletrônica que reunia mais de duzentos jovens

Foi neste domingo, após denúncia de perturbação do sossego.

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Foto: colaboradores do WhatsApp

A Polícia Militar deu fim a uma festa rave (evento dançante com música eletrônica) que acontecia domingo (17/10), no Clube Seleto, em Paranaguá. A ação ocorreu após denúncia pelo 190 de perturbação do sossego.

No local, aproximadamente duzentas pessoas, a maioria jovens. Equipes da Rotam, com apoio de outras viaturas do 9º BPM, foram até o clube, no bairro Tuiuti, e dispersaram o público.O responsável pela organização do evento foi advertido.

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