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Paranaguá

Apatia da população faz Saúde ampliar ações contra a dengue

Somente 30% dos parnanguaras tomou a segunda dose da vacina

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Equipes volantes estão aplicando as doses em escolas, empresas e locais onde a circulação de pessoas é frequente

Paranaguá, PR
Agora Litoral

A Secretaria estadual da Saúde, por meio da 1ª Regional de Saúde, está intensificando a campanha de vacinação contra a dengue em Paranaguá. Além das salas de vacina nas unidades de saúde, equipes volantes aplicam as doses em escolas, empresas e locais onde a circulação de pessoas é frequente. Até esta sexta-feira (17), o município vacinou somente 30% do público-alvo da 2ª dose.

“Estamos buscando o apoio de diferentes instituições da cidade para que incentivem os cidadãos a se vacinarem contra a dengue e abram espaço para a campanha. O objetivo é reduzir a circulação viral e, indiretamente, proteger toda a população”, afirma a chefe do Centro Estadual de Epidemiologia, Júlia Cordellini.

Nos primeiros 15 dias da campanha, a aplicação das 20 mil doses de Paranaguá ocorreram em 25 grandes empresas da cidade, 25 colégios estaduais, sete supermercados, shopping, academia, terminal de ônibus, praças e no calçadão. Outra estratégia é vacinar a população nas residências com equipes que circulam por todos os bairros do município.

Posto itinerante foi montado no calçadão do centro de Paranaguá para incentivar vacinação

Paranaguá também conta com 17 pontos fixos de vacinação na Secretaria Municipal de Saúde e nas unidades de saúde Alexandra, Aline Marinho Zacharias, Argemiro de Félix, Colônia Maria Luiza, Colônia Pereira, Domingos Lopes do Rosário, Dr. Helvécio Chaves da Rocha, Dr. Simão Aisenman, Encantadas, Evanil Rodrigues, Guilhermina Mazzali Gaida, Luiz Carlos Gomes, Norberto Costa, Nova Brasília, Rodrigo Gomes e Sueli Dutra Alves.

“Estamos preocupados com a baixa adesão do público-alvo que pode ser vacinado contra a dengue. Vamos iniciar a vacinação inclusive no período noturno, com equipes itinerantes. Queremos cumprir a meta de vacinar 100% das pessoas que tomaram a primeira dose no ano passado e, ainda, aplicar a vacina nas que não tomaram em 2016”, destaca o secretário municipal de Saúde e Prevenção de Paranaguá, Paulo Henrique de Oliveira.

CASOS

O informe técnico divulgado pela Secretaria da Saúde na última terça-feira (14) confirma 566 casos de dengue no Paraná desde o início do período epidemiológico, em agosto de 2016. Em Paranaguá, são 35 casos confirmados até agora e nenhuma morte.

No mesmo período, em 2016, a cidade já havia confirmado 2.887 casos e 14 óbitos.

“O município enfrentou a pior epidemia de dengue de todos os tempos no Paraná. A população precisa lembrar todo o sofrimento causado pela doença e colaborar com as estratégias do Estado para não deixar a situação se repetir”, adverte a diretora da 1ª Regional de Saúde, Ilda Nagafuti.

PARANÁ

Até esta sexta (17), 105 mil paranaenses foram vacinados contra a dengue no Paraná, 72 mil deles correspondentes à segunda dose. A meta para a segunda fase é aplicar a segunda dose em 100% das pessoas que participaram da campanha em agosto e setembro de 2016 e, também, ampliar a cobertura da primeira dose.

 

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Paranaguá

Dois são presos com duas toneladas de produtos oriundos de vazadas

PM flagrou a dupla com a carga furtada no Jardim Emboguaçu

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Vagner Augusto Gonçalves da Silva, de 28 anos, e Ademir Gonçalves Pontes, de 53, foram presos pela Polícia Militar, na tarde de terça-feira (4/5), em Paranaguá, por envolvimento com o crime de “vazada” (furto qualificado de cargas a partir da abertura de tombadores ou bicas de caminhões em trânsito) e de receptação de carga furtada.

Os dois foram abordados por equipes do 9º Batalhão na Rua Nélson da Rocha, no bairro Jardim Emboguaçu, por volta das 17 horas. Vagner e Ademir estavam carregando o baú de um caminhão Mercedes-Benz, modelo 709, de cor amarela, com placas de Itajaí/SC.

O veículo já estava cheio com uma carga pesando aproximadamente duas toneladas de produtos granéis ensacados, insumos de origem duvidosa e indefinida.

Indagados, os dois confirmaram que não possuíam notas fiscais e documentos de origem do produto, o que, no caso de furto através de vazada, configura no mínimo crime de receptação de carga furtada.

Diante dos fatos, e em virtude do flagrante delito, Vagner Augusto Gonçalves da Silva e Ademir Gonçalves Pontes foram conduzidos até a Delegacia Cidadã de Paranaguá, onde foi instaurado um flagrante, por parte da Polícia Civil, por fraude na fiscalização tributária e declaração falsa ou omissão.

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Paranaguá

Taxista pode ter sido executado por ter espancado até a morte o filho em 2003

Robson Ziemmer estava em liberdade condicional desde 2016

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Robson (Foto redes sociais)

O taxista Robson Cleber Ziemmer, de 47 anos, executado a tiros na madrugada desta terça-feira (4/5) no bairro Parque São João, em Paranaguá, no Litoral do Paraná, pode ter sido assassinado por um bárbaro crime que cometeu em 2003, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

À época, Robson espancou até a morte o próprio filho, de três anos, e teria admitido o crime. “Me descontrolei, e pronto”, teria dito aos policiais que o interrogaram. Junto com ele também foi presa Neusa Dias Lopes, madrasta da criança, acusada de co-autoria no espancamento e morte do menino.

Robson e Neusa foram a julgamento em 2006 e ele foi condenado a 19 anos de prisão. Estava em liberdade condicional desde 2016 e morando em Paranaguá, onde atuava como taxista.

ENTENDA O CASO

Na noite de 19 de junho de 2003, Raul Ziemmer, de três anos, chegou sem vida ao posto de saúde Afonso Pena, em São José dos Pinhais. O médico que recebeu a criança percebeu os sinais de espancamento – braço quebrado, hematomas em todo o corpo, ferimentos graves na cabeça e no rosto do menino, que estava com os lábios cortados e inchados de tanto apanhar.

O médico chamou a Polícia Militar e, horas depois, Robson e Neusa foram autuados em flagrante por homicídio na delegacia do município.

Raul já havia sido tirado do pai, quando tinha dois anos de idade, pelo mesmo motivo – espancamento e maus-tratos. Porém, depois de 15 dias sob a guarda da Justiça, o menino foi devolvido à família, onde sofreu novas agressões até morrer.

Quando foi preso, Robson negou que o menino já estivesse morto ao ser levado por ele, com a ajuda de vizinhos, para o posto de saúde. No entanto, o exame médico constatou que a criança já havia morrido pelo menos uma hora antes de receber socorro.

VINGANÇA

O passado de Robson leva à hipótese de que ele possa ter sido assassinado por vingança. O taxista foi atingido por pelo menos três tiros, dentro do carro. Uma passageira estava no banco traseiro do veículo quando houve a execução.

A mulher informou aos policiais militares que atenderam a ocorrência que um indivíduo se aproximou pela janela dianteira esquerda e chamou Robson pelo nome. Logo em seguida, o suspeito apontou uma arma de fogo e realizou os disparos em direção ao motorista, fugindo em seguida, a pé, sem que fosse identificado.

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Paranaguá

Taxista é morto a tiros dentro do carro no Parque São João

Foi na madrugada desta terça-feira

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Vítima morreu na hora

Na madrugada desta terça-feira (4), um motorista de táxi foi assassinado a tiros na Avenida Senador Atílio Fontana, Parque São João, em Paranaguá. Robson Cleber Ziemmer, de 47 anos, foi alvejado com pelo menos três tiros, quando estava dentro do seu veículo e entrou em óbito no local.

Por volta das 2h50, equipes da Polícia Militar foram ao local e conversaram com uma mulher que foi testemunha do crime. Ela informou que estava dentro do táxi, quando um indivíduo se aproximou pela janela dianteira esquerda e chamou Robson pelo nome.

Logo em seguida, o suspeito apontou uma arma de fogo e realizou os disparos em direção ao motorista, fugindo em seguida, a pé, sem que fosse identificado.

Uma equipe do Samu também foi ao local e constatou o óbito do taxista. Exames preliminares relevaram que dois dos disparos atingiram a nuca de Robson.

Após a perícia no local, o corpo foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML) para exames complementares. Uma equipe da Polícia Civil também se deslocou em atendimento à ocorrência, para dar início às investigações.

Ele era natural de São Paulo e tinha histórico criminal.

O homicídio de Robson Cleber é o 36º ocorrido em Paranaguá e o 56º no Litoral.

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