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Por onde andam os jogadores da final da Copa do Brasil de 2016

Dez anos depois da decisão entre Atlético-MG e Grêmio, atletas seguiram rumos surpreendentes nos gramados, na política e até na música.

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De pagodeiro a "vira-casaca": por onde andam os jogadores de Atlético-MG e Grêmio da final de 2016

Uma década após decidirem o título da Copa do Brasil de 2016, Atlético-MG e Grêmio cruzam novamente seus caminhos em um mata-mata do torneio nacional. Enquanto os clubes se preparam para o duelo decisivo na Arena MRV, os protagonistas daquela final histórica seguiram caminhos completamente distintos, seja dentro ou fora das quatro linhas.

O destino dos atletas atleticanos O ex-goleiro Victor transita hoje entre a gestão esportiva no clube mineiro e a função de comentarista na TV Globo. Mudando de lado de forma surpreendente, o lateral Marcos Rocha, que estava no Galo em 2016 e teve passagem pelo Palmeiras, veste atualmente a camisa do Grêmio.

Outro personagem marcante foi o ex-zagueiro Frickson Erazo, que trocou radicalmente a carreira esportiva pela política no Equador, chegando inclusive a vencer um reality show culinário. No mundo da música, o ex-meia Maicosuel encerrou os gramados para se dedicar à carreira de cantor de pagode.

Por sua vez, o ex-atacante Robinho cumpre no Brasil uma condenação por estupro cometido na Itália. Já Luan, apelidado de “Menino Maluquinho”, iniciou uma nova trajetória aos 36 anos como técnico do São Luís-GO, clube da segunda divisão goiana. Autor do famoso golaço do meio-campo na finalíssima, o meia Juan Cazares defende atualmente o Independiente del Valle.

A trajetória dos atletas gremistas Pelo lado gaúcho, o goleiro Marcelo Grohe está sem clube desde sua saída do Al-Shabab e divide seu tempo entre uma academia de futebol e projetos ligados à base feminina do Grêmio. Ícones daquela conquista, Walter Kannemann seguiu defendendo o clube, enquanto o zagueiro Pedro Geromel encerrou sua longa e histórica trajetória tricolor em dezembro de 2024.

Outro destaque daquela conquista, o atacante Pedro Rocha — que ganhou até uma estátua feita pelo próprio pai — veste atualmente a camisa do Coritiba após negociações que não avançaram para um retorno ao Rio Grande do Sul. Já Everton Cebolinha acumulou passagens pelo futebol europeu, Flamengo e Santos.

Eleito Rei da América vestindo a camisa tricolor, o meia Luan se afastou do futebol em definitivo após passagens apagadas por clubes como Corinthians e Santos. Outros nomes como Edilson, Douglas e Maicon migraram para funções de comentaristas ou cargos de gestão e licenciamento técnico.

Memórias da decisão de 2016 Naquela oportunidade, o troféu ficou com a equipe gaúcha após um placar agregado de 4 a 2. O confronto de ida, realizado no Mineirão, terminou com vitória tricolor por 3 a 1, com tentos anotados por Pedro Rocha (duas vezes) e Everton Cebolinha, enquanto o zagueiro Gabriel diminuiu para os mineiros.

A partida de volta, disputada na Arena do Grêmio, terminou empatada em 1 a 1. O estrangeiro Miller Bolaños inaugurou o marcador para os donos da casa, e Cazares decretou a igualdade nos instantes finais com um chute memorável do meio do campo.

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