Uma doadora voluntária cadastrada no Hemepar, diagnosticada com um tipo sanguíneo raríssimo conhecido como fenótipo p nulo, foi fundamental para o atendimento de uma paciente internada em São Paulo que compartilhava da mesma condição genética incomum.
A descoberta da raridade sanguínea
A condição exótica foi identificada em análises laboratoriais conduzidas logo após a doação de sangue. No território brasileiro, apenas três indivíduos foram catalogados oficialmente com esse perfil biológico específico até o momento.
Logística de salvamento
Diante da escassez extrema do material no banco de dados nacional, a bolsa coletada no estado foi direcionada com urgência para atender à demanda médica da enferma na capital paulista, garantindo o suporte necessário para o tratamento.
Casos como este evidenciam a importância vital da doação voluntária e o avanço dos exames de triagem na identificação de perfis biológicos raros capazes de salvar vidas em qualquer região do país.








