A relação de carinho entre o grupo sul-coreano Bts e o público do Brasil ganhou um novo capítulo durante uma entrevista recente concedida à CazéTV e divulgada no último dia 3 de novembro. Na ocasião, a famosa boyband aproveitou para listar quais músicos nacionais integram a sua lista de desejos para futuras colaborações musicais.
Parcerias dos sonhos com grandes nomes
Durante a passagem da turnê Arirang por São Paulo — que contou com três apresentações lotadas no estádio do MorumBIS nos dias 28, 30 e 31 de outubro, marcando o retorno dos artistas ao território nacional desde 2019 —, os cantores citaram rapidamente alguns dos principais expoentes da nossa cultura. Anitta, amplamente reconhecida no exterior, foi a primeira lembrada, seguida pelo DJ Alok e pelo cantor Jota.Pê.
Explorando novos ritmos e estilos
Com os nomes definidos, a conversa evoluiu para os gêneros musicais preferidos do grupo. Jungkook pediu “Algo animado!”, enquanto RM enxergou a oportunidade de inovar: “A gente poderia tentar uma coisa que a gente nunca fez, né?”. Em seguida, J-Hope sugeriu o funk, recebendo o apoio de RM, que também lembrou da bossa nova. A ideia gerou reflexão entre os membros sobre a complexidade de executar o estilo tradicional.
“Não vai ser fácil para a gente executar”, afirmou RM. V ponderou com descontração: “Mas se tiver um trap por baixo…”, enquanto Jimin apoiou a ideia de ousar em sonoridades inéditas na carreira do conjunto. Questionados sobre o que pensam ao ouvir sobre a cultura sonora nacional, RM destacou que o funk e a bossa nova vêm logo à mente, sendo complementados pelo samba na voz de V e J-Hope.
Paixão declarada pela bossa nova
Ainda na conversa com a equipe da emissora, V comentou sobre o flagra em que aparecia escutando o clássico “Wave”, de Tom Jobim, enquanto andava de carro. “Eu gosto bastante de bossa nova, então acabei procurando e ouvindo várias músicas”, explicou o cantor. “Não só aquelas que são super famosas. Eu só ouço uma música e penso: ‘Nossa, essa é muito boa. Vou salvar.’ Tipo isso. O Tom jobim, se não me engano, ele é o mais reconhecido da bossa nova.”
O impacto da passagem dos sul-coreanos pelo país já se reflete nas plataformas digitais, evidenciando a força contínua que o projeto possui junto aos admiradores locais e internacionais.








