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Carol Castro revela diagnóstico de fibromialgia e dores constantes

Atriz enfrentou intensa rotina de gravações e o luto pela morte do pai antes de descobrir a condição crônica de saúde.

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Carol Castro desabafa sobre o diagnóstico de doença crônica e relembra saga até descoberta: “Sinto dor 24 horas” Carol Castro desabafa sobre o diagnóstico de doença crônica e relembra saga até descoberta: “Sinto dor 24 horas”

A atriz Carol Castro abriu o jogo sobre a sua luta contra a fibromialgia, revelando que convive com desconfortos físicos de forma constante após uma longa jornada de exames até a confirmação médica da doença crônica.

O acúmulo de trabalho na televisão Durante o período em que interpretava Clarice Alencar na novela das seis da TV Globo, a artista acumulava uma rotina exaustiva de cenas dramáticas e intensas no folhetim.

A carga pesada da personagem exigia muito esforço emocional e físico, o que acabou mascarando os primeiros sinais de que algo não estava bem com o seu organismo.

O luto e as lesões físicas A fase complicada também foi marcada pela perda de seu pai e melhor amigo, Luca de Castro, além de uma grave lesão no joelho ocorrida durante as filmagens de uma série para a plataforma Disney.

Mesmo sentindo fortes dores e precisando passar por cirurgia após romper o ligamento cruzado anterior e fraturar a tíbia, a famosa optou por cumprir seus compromissos profissionais e ignorou os alertas enviados pelo próprio corpo.

A descoberta da fibromialgia Após ser encaminhada para um reumatologista por recomendação médica durante sua reabilitação física, a artista finalmente recebeu o diagnóstico oficial da condição reumatológica.

“Foi um certo alívio porque me deu um nome. Eu não estou doida”, declarou a atriz ao comentar sobre a maratona de exames de sangue e investigações médicas que enfrentou anteriormente.

Conscientização e qualidade de vida Hoje em dia, a artista utiliza sua visibilidade e alcance público para alertar o público feminino sobre os perigos de ignorar os limites do corpo e a importância de buscar tratamento adequado.

“Eu sinto dor 24 horas por dia. Tem dias que é mais, tem dias que é menos”, afirmou, destacando que enxerga seu papel como uma missão de ajudar outras pessoas que sofrem com o mesmo problema de saúde.

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