O Ministério do Trabalho e Emprego contabilizou 4.312 notificações de assédio eleitoral no ambiente profissional em um intervalo de apenas três dias. O volume expressivo de registros revela o tamanho da pressão sofrida por trabalhadores em todo o país durante o período de votação.
Crescimento expressivo das notificações
As estatísticas foram divulgadas após um mutirão de atendimento e centralização de queixas conduzido por pastas federais. A escalada nos registros acendeu o alerta das autoridades trabalhistas para coibir práticas abusivas de empregadores.
Canais de atendimento e denúncia
Para enfrentar o problema, o governo manteve abertos canais oficiais e seguros para que funcionários pudessem relatar casos de coação, ameaça de demissão ou promessa de vantagens em troca de votos sem se identificar.
Especialistas em direito do trabalho reforçam que coagir colaboradores configura crime e viola a legislação vigente, sujeitando os infratores a pesadas penalidades administrativas e judiciais.
As investigações continuam em andamento para apurar a veracidade dos casos notificados e aplicar as devidas punições aos responsáveis pelas irregularidades comprovadas.








