O retorno de Renato Portaluppi ao comando técnico gerou expectativas imediatas de recuperação no campeonato, embora os primeiros desafios tenham sido marcados por resultados negativos e exibições preocupantes diante da gravidade da situação tricolor.
A reviravolta no Couto Pereira
O ponto de virada ocorreu na 32ª rodada, em solo paranaense, no estádio que abrigou a equipe durante as enchentes recentes. Foi justamente neste palco que o time gaúcho conseguiu faturar seu primeiro triunfo longe de seus domínios na competição nacional, garantindo um respiro crucial em meio à crise.
Desempenho e coragem em campo
Apesar de contar com intervenções importantes da defesa para evitar um placar elástico, a equipe apresentou uma postura de imposição e intensidade poucas vezes vista ao longo do ano, demonstrando uma atitude combativa impulsionada pela urgência da tabela.
Ousadia tática e substituições decisivas
A postura ofensiva do comandante ficou evidente nas alterações realizadas durante o confronto, abdicando do sistema com três defensores para lançar peças de frente ao gramado e buscar o resultado até o apito final. A insistência foi recompensada com o gol salvador marcado de cabeça já nos acréscimos.
Liberdade para liderar e confrontar
Além das decisões táticas, a postura irreverente e questionadora do treinador nos bastidores evidencia uma autonomia rara no futebol, utilizada como ferramenta para sacudir as estruturas do clube e tentar evitar o rebaixamento.







