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Nikolas Ferreira reprova modelo do primeiro debate do 2º turno

Parlamentar comentou a postura dos candidatos à Presidência no primeiro confronto direto, enquanto pesquisas mostram disputa acirrada.

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Nikolas critica modelo de debate da “Band”: “Não é eficaz”

O primeiro encontro televisivo do segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), realizado no domingo (18.out.2026), gerou reações no meio político quanto à dinâmica adotada. O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) manifestou descontentamento com as regras de tempo aberto estabelecidas para o programa sediado na capital paulista.

Ao compartilhar suas impressões por meio de sua conta no X, o parlamentar mineiro avaliou o comportamento dos dois postulantes ao Palácio do Planalto e pontuou suas ressalvas sobre o formato do evento.

“Flávio está calmo, respondendo e falando em propostas. Lula está nervoso, mas também mais no ataque. Independentemente de tudo, um fato é: pra mim esse 1º modelo de debate aberto não é eficaz“, escreveu o congressista.

Como funcionou a estrutura do confronto

Com duas horas de duração prevista e condução dos jornalistas Adriana Araújo e Eduardo Oinegue, o programa inaugurou o embate frente a frente entre os adversários nesta etapa final da corrida eleitoral. A organização dividiu a transmissão em três blocos temáticos.

Logo na abertura, além de responderem a questionamentos formulados pelos mediadores, Lula e Flávio participaram de um enfrentamento de 30 minutos ininterruptos, com 15 minutos livres para cada concorrente gerenciar o próprio tempo de fala no microfone. Já os blocos seguintes integraram perguntas da bancada de profissionais de imprensa e rodadas com réplicas e tréplicas entre os candidatos, culminando com o espaço para as considerações finais.

Panorama da corrida presidencial nas pesquisas

O encontro ocorreu em meio a um quadro de indefinição para a votação marcada para 25 de outubro. As sondagens de intenção de voto apuradas entre os dias 3 e 17 de outubro indicam ampla competitividade.

Em levantamento conduzido pelo PoderData/Aya, os dois concorrentes aparecem exatamente empatados, somando 50% dos votos válidos cada um. No conjunto mais amplo de 13 estudos nacionais divulgados no período, o senador do PL lidera numericamente em 11 cenários, enquanto o atual chefe do Executivo mantém a vantagem numérica em uma das pesquisas registradas.

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