O mercado financeiro brasileiro abre esta sexta-feira focado na divulgação de indicadores econômicos de peso e nas novas pesquisas eleitorais para a corrida presidencial, enquanto os investidores monitoram atentamente o comportamento dos ativos no cenário internacional e o desempenho do câmbio.
Inflação oficial e mercado de câmbio O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,82 por cento em setembro, após baixa de 0,32 por cento no mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira. No acumulado de 12 meses até setembro, o IPCA teve alta de 4,58 por cento.
Na mesma linha, o dólar comercial e as taxas futuras de juros continuam sofrendo ajustes influenciados tanto pelo cenário interno quanto pela queda nas cotações internacionais do petróleo, impulsionando a cautela dos operadores nas mesas de operação da B3.
Disputa presidencial agita o cenário político As eleições de 25 de outubro seguem ditando o ritmo dos negócios no país, com a repercussão de levantamentos recentes apontando variações importantes nas intenções de voto para o segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da situação política nacional.
A discussão sobre pautas econômicas no Congresso também ganha tração, incluindo articulações do Senado sobre propostas trabalhistas de grande repercussão, mantendo o empresariado e os analistas políticos em constante estado de alerta.
Cenário externo e bolsas globais No exterior, os índices acionários na Europa e na Ásia operam mistos, guiados pela expectativa em torno dos balanços corporativos trimestrais nos Estados Unidos e pelo alívio momentâneo nas commodities energéticas após declarações oficiais em Washington.
Os desdobramentos geopolíticos e a política monetária dos grandes bancos centrales continuam ditando o fluxo de capitais estrangeiros e locais, moldando a volatilidade típica dos mercados globais nesta reta final de semana.







