A paralisação dos funcionários dos Correios segue sem uma solução definitiva depois que o Tribunal Superior do Trabalho optou por transferir para a próxima quinta-feira, 25, a avaliação do dissídio coletivo e a solicitação feita pela empresa pública para classificar a paralisação como ilegal.
O principal obstáculo na mesa de negociação
As divergências centrais entre os representantes da companhia e a base de empregados giram em torno das regras e do formato aplicados ao plano de saúde oferecido pela instituição, tema que emperra um acordo definitivo.
Determinação sobre o efetivo nas agências
Mesmo com o impasse prolongado e a falta de uma definição jurídica imediata, a Justiça determinou que os sindicatos garantam a presença de 80% dos trabalhadores em atividade para assegurar a prestação dos serviços básicos à população durante o movimento paredista.
As negociações continuam sob acompanhamento rigoroso da justiça trabalhista, enquanto os clientes aguardam o desfecho da pauta e a normalização total na entrega de correspondências e encomendas em todo o país.








