Um homem levou um susto ao descobrir que seu filho de 9 anos torceu US$ 118.000 — o equivalente a cerca de R$ 606.000 — em campanhas publicitárias no YouTube. O objetivo do garoto era impulsionar a audiência de seus vídeos com partidas de Minecraft e Roblox na internet.
O impacto no trabalho e nas finanças
O caso tomou proporções drásticas porque o meio de pagamento utilizado pertencia à empresa onde o responsável trabalhava. A fatura surpresa foi revelada durante uma reunião com o gerente e o setor financeiro da companhia, evidenciando o uso indevido do plástico ao longo de três semanas.
Embora o relato comece com um tom descontraído pelo próprio garoto anunciando que o canal poderia acabar, a situação financeira e profissional é gravíssima. Além da cobrança astronômica que provavelmente terá de arcar, o trabalhador corre sério risco de demissão por justa causa ou desligamento decorrente do incidente.
Como a dívida milionária foi acumulada
Tudo começou quando o pai incentivou o herdeiro a produzir seus próprios materiais audiovisuais, chegando a cadastrar o cartão da firma para comprar moedas virtuais e iniciar uma pequena divulgação com teto de US$ 20. Contudo, o número do meio de pagamento ficou salvo no sistema.
Aproveitando-se disso, a criança continuou gerando novas campanhas publicitárias sucessivamente sem autorização. Diferente de compras dentro de plataformas de entretenimento onde há chances de estorno, recuperar essa quantia investida em anúncios já exibidos é improvável, complicando ainda mais o cenário para a família.





