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Kassab cobra de lula equipe econômica forte e aceno ao centro

Presidente do PSD afirmou que o petista precisa repetir o modelo de gestão adotado no primeiro mandato para garantir estabilidade.

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Lula precisa encontrar dupla como Palocci e Meirelles e empoderar, aponta Kassab

O presidente do Partido Social Democrático (PSD), Gilberto Kassab, afirmou que a administração federal precisará selecionar dois quadros de destaque para comandar as pastas econômicas, seguindo o modelo implementado no primeiro mandato do petista.

Condições para apoio político Segundo o dirigente partidário, a legenda avalia uma possível participação na base governista, desde que haja espaço para diálogo com forças moderadas. “O PSD não pode se sentir como base se não tiver um governo que tenha os seus olhos também para o centro. Eu passei uma mensagem ao presidente, cumprimentando pela vitória, e no momento que ele nos convidar para uma conversa, nós vamos deixar muito claro isso, que nós acreditamos que se ele fizer um governo também voltado ao centro, ele terá a chance maior de ser bem sucedido”, declarou.

Demandas para a economia nacional Durante a entrevista, o político destacou que o chefe do Executivo precisará ceder autonomia aos futuros ministros da área para acalmar os investidores e buscar o equilíbrio das contas públicas. “O que o Lula precisa fazer agora é encontrar a sua dupla Meirelles-Palocci, delegar o comando, empoderar para que eles possam atingir o objetivo de trazer equilíbrio fiscal, tranquilizar o mercado”, declarou.

Ajuste fiscal e cenário legislativo Para a sigla, o cenário político atual exige diálogo constante com o Congresso Nacional, onde partidos do Centrão deverão desempenhar papel determinante na aprovação de pautas de interesse do Planalto. Kassab também enfatizou que o controle das despesas públicas deve ocorrer por meio de cortes de privilégios e subsídios, descartando a criação de novos tributos. “Ele vai promover, portanto, corte de gastos, ele vai promover corte de subsídios, de privilégios, porque é o único caminho, porque não se admite o aumento da carga tributária”, completou.

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