O secretário de Estado da Educação do Paraná (SEED-PR), Roni Miranda, utilizou suas redes sociais na manhã de sábado, 31 de outubro, para tranquilizar famílias e assegurar a garantia de matrículas para as turmas do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental. O pronunciamento ocorreu na sequência da divulgação sobre o encerramento gradual da oferta dessas séries em 11 instituições municipais de ensino.
A transição na rede municipal Apesar de o cronograma prever uma alteração escalonada ao longo de quatro anos, a decisão gerou forte repercussão e apreensão entre os responsáveis, que demonstraram receio quanto à disponibilidade de espaço para os jovens na rede pública.
A reestruturação tem início oficial em 2027, momento em que as unidades da prefeitura afetadas deixarão de abrir novos 6º anos.
O plano de atendimento estadual Diante do cenário, o titular da pasta estadual assegurou que os matriculados serão acolhidos pelo governo do estado, embora a localização exata das instituições de destino ainda não tenha sido detalhada. “E a rede estadual do Paraná tem 142 colégios estaduais espalhados por toda Curitiba”, afirmou Miranda.
Entenda a polêmica envolvendo as famílias O receio generalizado sobre a continuidade dos estudos começou quando a Prefeitura de Curitiba oficializou a interrupção progressiva dos anos finais do Ensino Fundamental. Mesmo com a promessa de um período de adaptação de quatro anos em colaboração com o governo estadual, a comunidade escolar manifestou preocupação com um possível déficit de vagas.
Para minimizar os impactos, o secretário municipal da Educação, Paulo Afonso Schmidt, detalhou que as tratativas conjuntas já estão ativas para viabilizar o direcionamento dos alunos que encerram o 5º ano em 2026. A estratégia abrange diretamente os matriculados nas 11 escolas municipais que hoje mantêm os Anos Finais em suas grades.








