Reconhecido como um dos maiores nomes da música do século XX, o co-fundador dos Beach Boys revolucionou os padrões técnicos do pop e acumulou elogios de lendas como Bob Dylan e Paul McCartney ao longo da carreira.
A genialidade por trás dos arranjos inovadores do artista foi construída ouvindo referências fundamentais. Em entrevista à revista SPIN, o músico revelou quais são os cinco álbuns essenciais dos quais não conseguiria viver sem, detalhando os trabalhos que moldaram sua audição artística.
Pet Sounds e o marco do pop barroco
Lançado em maio de 1966, o décimo primeiro álbum de estúdio da sua própria banda abriu a seleção pessoal do artista. O projeto uniu sensibilidade lírica a influências clássicas e revolucionou a indústria com uma narrativa contada do início ao fim por meio de sucessos como “Wouldn’t It Be Nice” e “God Only Knows“.
A influência dos Rolling Stones e Randy Newman
O quinto disco de estúdio dos Rolling Stones, lançado em 1967, também integrou a lista de preferências, com destaque especial para a faixa “My Obsession”. Em seguida, o compositor escolheu um trabalho de Randy Newman, reforçando a forte admiração mútua entre os artistas da música popular norte-americana.
A relação criativa com os Beatles
A famosa e intensa disputa artística entre os Beach Boys e os Beatles marcou a década de 1960 e se refletiu nas escolhas finais. Tanto o icônico disco de agosto de 1966 quanto o aclamado trabalho lançado no ano seguinte entraram na seleção definitiva do baixista.
O legado de um visionário da música
As escolhas reveladas pelo músico demonstram o repertório diversificado que alimentou sua criatividade nos estúdios. Entre inovações técnicas, rivalidades saudáveis e profundo respeito mútuo com outros gigantes da indústria, o legado do artista continua ecoando na história da música pop mundial.







