Conhecido mundialmente por papéis em longas de sucesso como Escola de Rock, Jumanji: Bem-vindo à Selva e Kung Fu Panda, o ator norte-americano Jack Black construiu uma sólida trajetória na música. Ele lidera o grupo Tenacious D, projeto de rock comédia que faturou um Grammy de Melhor Performance de Metal em 2015 por uma regravação de Ronnie James Dio.
A escolha definitiva para o trono do rock
Além de sua carreira autoral, o artista acumula parcerias com gigantes da indústria, dividindo o palco e estúdios com o Foo Fighters, além de prestar homenagens a lendas como Ozzy Osbourne. Em conversa com a imprensa, o músico apontou seu grupo favorito de todos os tempos: “Led Zeppelin… a maior banda de rock ‘n’ roll de todos os tempos. Melhor que os Beatles, melhor que os Rolling Stones“, afirmou.
Para fundamentar sua opinião, o astro sugeriu um exercício aos fãs: “E se você não concorda comigo, é porque você não fez a maratona do Zeppelin. É quando você senta e ouve os nove álbuns do Zeppelin em sequência. As jams do Led Zeppelin são incomparáveis.”
Outras paixões musicais e o disco perfeito
Apesar de consagrar o grupo de Robert Plant e Jimmy Page como o topo do gênero, outra obra específica chamou a atenção do vocalista: The Bends, segundo disco de estúdio do Radiohead, disponibilizado em 1995.
Sobre a sonoridade do grupo britânico, ele declarou: “Se você quer algo conceitual, ouça OK Computer”. Em seguida, completou sobre o trabalho anterior: “Mas se você quer rock – se você quer músicas fodas e diretas – ouça The Bends. Nas primeiras vezes que ouvi, eu pensava: ‘Não entendo… Meu cérebro não está processando…’ Aí caiu a ficha: ‘Ahhh, entendi! É a melhor banda da história do rock!’”
O impacto de uma apresentação histórica do Nirvana
A relação do ator com a música ao vivo também foi moldada por momentos marcantes, como uma performance inesquecível do Nirvana. O artista exaltou a genialidade de Kurt Cobain e pontuou a relevância da multidão nos concertos.
“Desde então, sei que a plateia é tão importante quanto a banda para tornar um show incrível, porque por melhor que o Nirvana fosse, se eles estivessem tocando para um bando de enferrujados, o show não teria sido tão grandioso. É preciso dois para dançar tango“, concluiu.








