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Hilary Duff lança música para a trilha sonora de O Gato de Chapéu

A artista retorna aos lançamentos musicais com a faixa pop CATastrophe para a nova animação que chega aos cinemas em novembro.

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A trilha sonora de ‘O Gato de Chapéu’ vai ser um sucesso, graças a Hilary Duff

A cantora Hilary Duff disponibilizou oficialmente uma nova faixa musical composta especialmente para o filme O Gato de Chapéu, com lançamento previsto para os cinemas em breve.

Os bastidores da criação de CATastrophe

Intitulada “CATastrophe“, a canção foi desenvolvida em parceria com Matthew Koma, marido e parceiro frequente de composição de Duff, além da colaboração de Madison Love e Brian Phillips. A produção sonora apresenta uma estética pop marcante, acompanhada por referências visuais psicodélicas inspiradas na obra do escritor Dr. Seuss no videoclipe oficial.

Em relação à oportunidade de participar do projeto cinematográfico, a artista destacou sua relação antiga com a história ao compartilhar registros de gravação nas redes sociais. “Então, quando surgiu essa oportunidade, eu não precisei pensar duas vezes”, disse ela.

Significado e proposta da nova faixa

A artista também detalhou a mensagem que buscou transmitir através da letra da música inédita. “’CATastrophe‘ fala sobre aquela sensação de quando seu mundo inteiro é arrancado de seus braços e levado para outro lugar sem que ninguém te consulte”, acrescentou Duff. “Eu queria que fosse honesto sobre esses sentimentos, e ainda assim fosse algo que você pudesse ouvir no volume máximo no carro.”

Cronograma de lançamentos e projetos recentes

A trilha sonora oficial do longa-metragem tem lançamento comercial agendado para o final de outubro, antecedendo a chegada da produção animada às telonas, que conta com Bill Hader no elenco principal de dublagem.

Paralelamente ao projeto no cinema, a cantora retomou as atividades musicais com o repertório do disco Luck…or Something (2026), marcando seu retorno aos álbuns inéditos após mais de dez anos, acompanhado de agendas de turnê internacionais. “Foi extremamente terapêutico criar algo que me representasse exatamente, que refletisse onde estou agora”, disse ela à Rolling Stone.

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