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Ringo Starr revela qual foi a melhor experiência em estúdio da vida

O lendário baterista dos Beatles destacou um projeto solo de John Lennon lançado logo após o fim da banda como seu momento favorito

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Qual foi a ‘melhor experiência’ de Ringo Starr com um álbum — e não é dos Beatles

Mesmo após passar mais de uma década integrando os Beatles e construir uma sólida trajetória individual, Ringo Starr elegeu um projeto ao lado de velhos amigos como o ápice de sua vivência em estúdios de gravação. A revelação diz respeito a uma parceria realizada logo após o fim do quarteto de Liverpool, envolvendo sessões intimistas com músicos próximos.

A parceria com a Plastic Ono Band

O disco em questão é o aclamado trabalho de estreia de John Lennon com a Plastic Ono Band, lançado em 1970. Na ocasião, o baterista integrou o núcleo principal do projeto ao lado do próprio Lennon e do baixista alemão Klaus Voormann. Ao longo do tempo, a iniciativa agregou diversos artistas de renome, transformando-se em um coletivo musical de grande expressão.

A química entre os integrantes foi determinante para o sucesso criativo das sessões. O baterista relembrou a dinâmica de estúdio e destacou a sintonia do trio original na execução das faixas do colega.

“Foi incrível”, disse Starr à Uncut sobre as sessões de gravação (via Far Out). “John, Klaus e eu. Um dos melhores trios que já ouvi. Tocamos como uma jam session. Sabíamos que John tinha as músicas e nós entrávamos com elas, sentindo para onde a coisa ia.”

Entrosamento e intensidade no estúdio

A proximidade pessoal entre os membros facilitou o processo de criação do material. Segundo o músico, a relação prévia com o baixista e com o idealizador das canções permitiu uma conexão imediata durante as gravações.

“Já conhecíamos o Klaus. John e eu nos conhecíamos muito bem, então tínhamos uma intuição sobre como a atmosfera do grupo iria se desenvolver.”

Mesmo tendo participado de doze álbuns de estúdio com a banda britânica mais famosa do planeta, Starr colocou este registro específico no topo de suas preferências pessoais na indústria fonográfica.

“Foi uma das melhores experiências que já tive gravando um disco. Só de estar na sala com o John, sendo honesto, do jeito que ele era, gritando, berrando e cantando. Foi um momento incrível.”

Sucesso na carreira solo

Enquanto colaborava com projetos paralelos marcantes, o artista também consolidou seu próprio espaço nos anos 1970. Ele emplacou sucessos expressivos nas paradas internacionais, como “It Don’t Come Easy”, “Photograph” e “You’re Sixteen”, alcançando enorme popularidade nos Estados Unidos durante o período pós-fim do grupo original.

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