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Zema chama ações recentes do governo federal de aberração eleitoral

Candidato do Novo criticou a gestão atual durante agenda de campanha realizada no interior mineiro.

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Zema classifica medidas do governo como aberração eleitoral e oportunismo político

O candidato à Presidência pelo partido Novo, Romeu Zema, classificou neste sábado (26) as iniciativas recentes da gestão federal como uma “aberração eleitoral”. Durante uma passagem pelo comércio de Varginha, no interior de Minas Gerais, o político conversou com repórteres e criticou o timing das ações da administração atual.

Críticas ao governo e à regulação das apostas

Para o presidenciável, o Executivo federal tenta resolver em cima da hora pendências que poderiam ter sido tratadas ao longo do mandato. “Estamos diante de uma aberração eleitoral, faltando poucos dias para eleição governo federal fazer tantas coisas que teve quase quatro anos para fazer. Por que ele aprovou as bets lá atrás? Visando só arrecadação mesmo que às custas da destruição financeiras das pessoas mais humildes”, afirmou.

Acusações de oportunismo político

Sem citar nominalmente o atual chefe do Executivo, Luiz Inácio Lula da Silva, o político mineiro reforçou os ataques ao adversário. “Um presidente que já teve oportunidade para fazer Brasil avançar e nunca fez, pelo contrário, ele abriu espaço para a bandidagem. É mais uma vez oportunismo político puro de alguém que está vendo que não deve ganhar a eleição”, declarou.

Propostas econômicas e juros mais baixos

Na área econômica, o concorrente ao Palácio do Planalto garantiu que pretende diminuir o chamado custo Brasil e adotar uma postura fiscal enxuta caso vença o pleito. “A taxa de juros vai cair para menos da metade. Hoje quem compra um carro ou uma moto paga por dois, os juros estão quebrando famílias e empresas. Isso vai acabar”, pontuou, prometendo também simplificar o sistema de impostos.

Atenção voltada ao setor agropecuário

A agenda no Sul de Minas incluiu acenos diretos ao agronegócio regional, com promessas de facilitação de crédito e proteção à propriedade privada. “O produtor vai ganhar duas vezes. Também vou colocar seguro safra e não teremos invasão de terra”, concluiu.

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