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Atriz de Harry Potter critica cachê recebido: “É uma porcaria”

Miriam Margolyes, famosa por seu papel na saga, desabafa sobre sua carreira e o valor pago por sua atuação.

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Atriz de “Harry Potter” revela cachê que recebeu pelos filmes: “É uma porcaria” Atriz revela cachê “porcaria” que recebeu por filmes de "Harry Potter" (Foto: Divulgação)

Miriam Margolyes, conhecida por interpretar a Professora Pomona Sprout na famosa série de filmes Harry Potter, expressou sua insatisfação em relação ao cachê recebido por sua participação. Em uma entrevista para um veículo britânico, a atriz de 85 anos revelou que o montante de £ 60 mil, equivalente a aproximadamente R$ 413 mil, é considerado por ela um valor “porcaria”.

Reflexões sobre a carreira e o papel na franquia

Margolyes, que atuou em “Harry Potter e a Câmara Secreta” (2002) e “Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2” (2011), lamentou que muitos a reconheçam apenas por seu papel como a professora de Herbologia. Ela enfatizou que sua carreira é muito mais ampla e rica, com diversas produções que considera melhores. “Não fico nada feliz que todo mundo só pense em mim como a Professora Sprout. Porque eu fiz outras coisas, coisas melhores”, afirmou.

Sobre o cachê e a indústria do entretenimento

Durante a conversa, Miriam não hesitou em expressar seu descontentamento com o valor que recebeu. Em tom bem-humorado, ela disse: “Quer saber quanto eu recebi? £ 60 mil [cerca de R$ 413 mil]. É uma porcaria do c!”. Apesar de notar que outros membros do elenco ganharam quantias significativamente maiores, a atriz afirmou que isso não a incomoda. “É simplesmente assim que o mercado funciona”, declarou.

Uma carreira diversificada e premiada

Apesar de ser reconhecida principalmente por sua atuação em Harry Potter, Margolyes possui um vasto histórico no cinema e na televisão. Ela foi premiada com o Bafta em 1994 por sua atuação no filme “A Época da Inocência” e tem um currículo que abrange obras como “Yentl” (1983), “A Pequena Loja de Horrores” (1986), “Como Cães e Gatos” (2001) e “Magnólia” (1999).

Encerrando sua reflexão, Miriam Margolyes reafirma a importância de ser reconhecida por sua obra completa, além de um único personagem, e destaca a evolução de sua carreira ao longo das décadas.

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