STJ mantém prisão de Valdécio

ELE É CONSIDERADO O “CHEFE” DA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA

Valdécio Bombonatto é acusado de liderar esquema de propinas a políticos de Antonina

Agora Litoral
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou habeas corpus ao empresário Valdécio Antônio Bombonatto, preso preventivamente em 14 de julho deste ano, por suposta participação no oferecimento de vantagens indevidas a integrantes da Administração Pública do município de Antonina, no litoral paranaense, em troca de favorecimentos aos interesses privados do Terminal Portuário Ponta do Félix e da empresa Interbulk Ltda.

A defesa de Valdécio havia impetrado habeas corpus no Tribunal de origem, tendo o desembargador relator indeferido o pedido liminar. Por isso os advogados apelaram para o STJ, mas a Corte manteve a decisão da Magistrada de primeiro grau por entender que ela constatou presentes os pressupostos da prisão preventiva: materialidade e indícios de autoria delitiva, além da necessidade de garantir da ordem pública e garantia da instrução penal.

ENTENDA O CASO

Valdécio Antônio Bombonatto, empresário responsável pela interbulk s/a – entrepostos e Armazéns Gerais e sócio majoritário do Terminal Portuário Ponta do Félix, em conjunto com Luiz Carlos de Souza (vulgo “Luiz Polaco”), ex-diretor da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina-APPA e Rafael de Moura (vulgo “Raposão”), ofereceram vantagens indevidas aos componentes da administração pública de Antonina (ex-prefeito, ex-vereadores, ex-assessor do prefeito e ex-secretário municipal) no período administrativo de 2013/2016. Valdécio é considerado o chefe da organização criminosa.

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